O presidente Lula anunciou nesta quarta-feira,15, novas medidas econômicas de sustentação ao crescimento no setor habitacional. Em seu discurso, o presidente indicou que estava realizando reformulação histórica para o programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), com a aprovação de novos limites de renda e aumento no valor de financiamento para imóveis. A meta é alcançar 3 milhões de moradias contratadas até o final de 2026, um recorde na história do país, triplicando o que foi entregue no governo anterior.
“A gente vai fazer acontecer o que tem que ser planejado e tudo será anunciado à luz do dia”, anunciou o presidente, ressaltando que está governando para todos os brasileiros.
Foco no Cidadão
O país tem hoje o menor défcit habitacional da história do país, num patamar de 7,4%, de acordo com a Fundação João Pinheiro. A partir de agora, famílias que ganham até R$13 mil têm a possibilidade de participar do programa habitacional. Em seu discurso, o presidente Lula ressaltou que o recorde de investimento para a moradia visa melhorar a qualidade de vida das famílias. Ele lembrou que o direito à moradia é um direito humano, que está previsto na constituição, ressaltando que todo trabalhador e toda trabalhadora sonham em sair do aluguel e ter sua casa própria.
O presidente também anunciou ajustes no programa Casa Brasil, aumentando o valor de financiamento para reformas e reduzindo as taxas de juros.
“Uma pessoa que ganha R$ 10.000, R$ 9.000, R$ 11.000, se for uma pessoa bem equilibrada, tem um dinheirinho para pagar uma prestação de casa. E todo mundo quer trocar o aluguel pela prestação da casa”, afirmou.
Impacto na Economia e no Bolso
Além do impacto social, a medida pretende aquecer a economia. Ao garantir crédito barato em um cenário de juros de mercado elevados, o governo assegura que o setor da construção civil continue gerando empregos. A expectativa é que, somente com as novas taxas de juros reduzidas, cerca de 87,5 mil famílias tenham um alívio imediato no custo do financiamento. Ao reajustar os tetos das faixas, milhares de famílias “caem” para categorias com juros mais baixos.
Uma família que antes pagava 8,16% de juros ao ano pode agora migrar para a Faixa 2, usufruindo de taxas de 7%. Com o teto de imóveis chegando a R$ 600 mil na Faixa 4, os beneficiários podem buscar moradias melhor localizadas, próximas a centros de emprego, escolas e postos de saúde, elevando a qualidade de vida urbana.
Rede PT de Comunicação.