Site icon Partido dos Trabalhadores

Governo envia ao Congresso nesta terça sugestões para plebiscito da reforma política

“Uma consulta sobre reforma política não pode ser exaustiva, no sentido de que tenha muitas questões. Porque fica muito difícil fazer a consulta. Acho que, basicamente, não é que serão as únicas sugestões, mas diz respeito ao financiamento das campanhas e ao padrão eleitoral, de voto vigente. Se é proporcional, se é distrital, se é misto”, afirmou Dilma. A presidenta disse esperar que a reforma tenha validade já no próximo pleito, em 2014. Mas lembrou que a definição depende de consulta feita ao Tribunal Superior Eleitoral, que deve definir o prazo necessário para a organização e a realização do plebiscito. Outro fator, segundo Dilma, é o andamento da matéria na Câmara dos Deputados e do Senado Federal, responsáveis por convocar a votação. “Do nosso ponto de vista, seria de todo oportuno. Mas nós não temos como definir isso. Depende do prazo que der o Tribunal Superior Eleitoral e, em função desse prazo, que eu não sei qual será, depende do Senado e da Câmara. (…) Eu gostaria muito, para levar em conta toda essa energia que nós vimos nas mobilizações que tivesse efeito sobre a eleição”, explicou. Sobre as manifestações dos últimos dias, a presidenta disse que existe um desejo de mais participação e por isso o plebiscito é importante, para que haja protagonismo da população, para que o povo seja consultado. Ela afirmou que determinou aos ministros a aceleração da gestão e da execução dos projetos que já estão em andamento. Sobre o gasto público, Dilma afirmou que não haverá redução de gastos na área social. “A população mais pobre pode ter certeza – o meu governo jamais negociará redução de gasto social. (…) O povo na rua não pediu redução de gasto social e eu não farei. Cortar Bolsa Família, jamais”, disse. (Blog do Planalto)

Exit mobile version