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Um Governo que vai para as ruas e escuta o povo, a pedido de Lula

Objetivo do programa, criado a pedido de Lula, é aproximar o Governo das pessoas que mais precisam, mostrando serviços e resolvendo problemas.

Ideia do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para aproximar o governo dos brasileiros que mais precisam, o programa Governo nas Ruas, estruturado pela equipe da Secretaria-Geral da Presidência, oferece soluções práticas e rápidas para as demandas cotidianas da cidadania, orienta sobre políticas públicas, agilizando processos e reduzindo a burocracia. Mais de 100 mil brasileiros já foram atendidos em vários serviços e o Governo do Brasil na Rua, coordenado pelo ministro Guilherme Boulos, já passou por 18 estados.

“Quando a gente começou o Governo do Brasil na Rua, o presidente Lula tinha dito o seguinte: Eu quero que a gente leve o governo onde o povo está, que o governo não fique fechado dentro do palácio, não fique fechado em gabinete, com ar condicionado, que o governo chegue onde tá o nosso povo. E essa é a decisão do nosso governo: fazer onde o povo está, com pé no barro, onde estão as comunidades populares, porque foi esse povo que botou o presidente Lula lá. E é para esse povo que o nosso Governo é feito com prioridade”, define o ministro Boulos.

O “Governo do Brasil na Rua” leva estandes de serviços de diversos órgãos federais para escolas, universidades e ginásios de esportes, ou montando sua própria estrutura para atender a população nas periferias das grandes cidades. Nesses locais, os cidadãos podem negociar dívidas da Caixa, verificar a situação do estudante no programa Pé-de-Meia, tirar dúvidas sobre o Bolsa Família, realizar perícias do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), entre outros serviços.

Em algumas cidades, governos estaduais e prefeituras também se unem à iniciativa, ampliando a oferta de atendimentos.

Desde sua criação, o programa já percorreu os estados de Amapá, Alagoas, Bahia, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, Goiás, Espírito Santo, Piauí, Sergipe, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Acre e Paraná.

O governo federal planeja implementar o programa em todos os estados e em cidades do interior de estados mais populosos para estreitar o diálogo com a população e levar serviços essenciais.

Soluções rápidas que mudam a vida dos brasileiros

Em Maceió, Christiany Viana Agra formalizou a renegociação de uma dívida de R$ 102.322,64 para R$ 8.185,81, parcelados em 15 prestações de R$ 545,72, obtendo um desconto total de R$ 94.136,83.

Emocionada, Christiany destacou a importância do Governo do Brasil na Rua: “O programa é maravilhoso, principalmente para as pessoas que têm sonhos profissionais. Enquanto você está com a dívida, a gente não consegue realizar nossos sonhos. Agora posso ter um conforto e oferecer esse conforto para minha família”.

Marcos Antonio, que vive em Pernambuco, conseguiu antecipar a perícia do INSS. “Eu ia ser atendido no dia 22 de junho, mas como houve esse projeto aqui, graças a Deus, foi ótimo pra mim e pra todas as pessoas que estão aqui esse adiantamento”. Assim como Marcos, outros 17 mil cidadãos pernambucanos foram atendidos nos estandes da Feira da Cidadania do Governo do Brasil na Rua nos dias 24 e 25 de abril.

A Portaria SG/PR Nº 203, de 7 de novembro de 2025, instituiu o Programa “Governo na Rua” no âmbito da Secretaria-Geral da Presidência da República, para dar efetividade à política de participação social. Seus objetivos centrais são promover a ampliação e o aprofundamento da participação social e da democracia, por meio da atuação direta nos territórios.

O programa promove escuta ativa, diálogo social e divulgação direta das políticas públicas, fortalecendo a presença do governo federal e ampliando o acesso das pessoas aos serviços e programas públicos. As diretrizes do programa incluem a transversalidade das políticas públicas, inclusão e diversidade, equidade territorial, inovação na participação social e promoção da cidadania.

População consegue resolver problemas de saúde pública, como vacinação, e também agilizar negociação de dívidas e questões no INSS.Foto: Gabriel Paulino
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