A pandemia que o brasil não esquece

Negacionismo, caos sanitário e mais de 700 mil mortes -  os momentos mais graves da Covid-19 sob o governo Bolsonaro

No dia 11 de março de 2020, a Organização Mundial da Saúde declarava oficialmente a Pandemia do Covid-19.

Um dia depois, o Brasil registrava a primeira vítima da doença no país, a técnica de enfernmagem Rosana Urbano, de 57 anos.

"é Só uma gripezinha",

Jair Bolsonaro e seu negacionismo minimizavam a crise mundial.

ENQUANTO ISSO...

enfatizava o então presidente.

O vírus avançava rápido. Em poucas semanas, hospitais começaram a lotar, as mortes só subiram e o medo tomou conta do país.

Ao mesmo tempo, quando perguntado  sobre a alta nas mortes, Bolsonaro seguia ironizando a pandemia:

"eu não sou coveiro, tá certo?"

Mesmo sem  eficácia, o governo Bolsonaro seguia investindo na pseudociência,

INCENTIVANDO O uso de medicamentos sem eficácia e negando a vacina.

Saldo do negacionismo  de Bolsonaro

milhões de casos  de covid-19 confirmados

39,3

mortos pela covid no brasil 

716.626

das mortes pela covid no mundo aconteceram no brasil

10%

Diante da má condução do Estado diante da pandemia, órgãos como a Organização Muncial da Saúde (OMS) criticaram as ações de Bolsonaro e alertaram para os riscos do negacionismo na sociedade.

BOLSONARO RESPONDERÁ PELAS MORTES?

Uma comissão no Senado Federal investigou atraso nas vacinas, defesa da cloroquina, crise em Manaus e suspeitas de corrupção durante a pandemia.

A CPI revelou o que o governo tentou esconder

È fato que o Brasil vivenciou uma das maiores trajédias sanitárias de sua história.

Lembrar os erros da pandemia é impedir que eles se repitam.

Memória também é justiça