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Com 195 mil empregos formais em março, Caged já capta aquecimento na economia

As contratações em agosto foram mais favoráveis às mulheres, que responderam por 77.560 novos postos, frente a 69.798 ocupados por homens

Os dados do Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) mostram que o trabalho formal em março apresentou expansão no Brasil. No período, houve a criação de 195.171 postos formais. O número representa aumento de 97,57% em relação ao mesmo período de 2022, quando foram abertas 98.786 vagas.

Segundo as informações do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgadas nesta quinta-feira (27), o saldo positivo foi registrado em 22 estados e em quatro dos cinco grandes agrupamentos de atividades econômicas. Desde o início do ano, o acumulado está em 526.173 postos com carteira assinada.

Levando em conta a distribuição do saldo por grupos de atividades econômicas, o setor de serviços foi o que mais gerou emprego formal, com 122.323 vagas formas, seguido pela construção civil (33.641), indústria (20.984) e comércio (18.555). A agropecuária teve perda 332 vagas. Os principais geradores de empregos com carteira assinada são os estados de São Paulo, com 50.768 postos, Minas Gerais (38.730) e Rio de Janeiro (19.427).

De acordo com o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, parte destas vagas é resultado da retomada pelo governo Lula de obras paralisadas em governos anteriores. “O Caged traz alguns dados interessantes, com crescimento do emprego na área do transporte de carga, por exemplo, e também em infraestrutura, já captando a primeira reação das obras que estavam paradas e nossa gestão retomou. E olha que nem todas foram retomadas”, disse Marinho. Para o ministro, só no setor da educação existem aproximadamente 4 mil obras interrompidas, das quais 1,7 mil são construção de creches.

Da Redação

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