Economia

  • Sem medidas de incentivo à economia, país continuará mergulhado na crise, diante da falta de rumo do governo da extrema-direita. Expectativa de explosão de crise social aumenta em razão das incertezas na economia em 2021: fim do auxílio emergencial, política econômica recessiva e piora do mercado de trabalho. Desigualdade grita a realidade: 15 milhões de desempregados e 40 milhões na informalidade. País precisa acordar: MDB, DEM, PSDB, PSD e PP defendem a agenda neoliberal
  • País tem, oficialmente, 14,1 milhões de pessoas desempregadas. É a maior taxa registrada na série histórica, iniciada em 2012. Governo conseguiu o feito de mergulhar o país em recessão, aumentar a crise no mercado de trabalho com inflação alta de alimentos. Mídia e mercado abandonam o ministro Paulo Guedes, depois de apoiarem o impeachment de Dilma e cavar espaço para a agenda neoliberal. O preço da dramática crise está sendo pago pelo povo. ‘The Economist’ diz que Bolsonaro não será eleito em 2022 por conta da economia fraca
  • Ex-ministro do governo Lula disse que a petista havia deixado o Planalto com alta taxa de desemprego, quando na verdade um ano antes dela ter sido derrubada pelo impeachment, o índice chegou ao ponto mais baixo da história: 4,3%. O Brasil vivia antes do Golpe uma situação de pleno emprego. “Durante o governo Lula e o meu governo, nós criamos 19,6 milhões de empregos formais, com carteira assinada. Um recorde histórico”, lembra. Em 2021, desemprego sob Bolsonaro deve atingir 18,1%, de acordo com a própria equipe econômica de Paulo Guedes
  • No Brasil, Bolsonaro e os aliados – como DEM e PSDB, além do Centrão – fazem o jogo do mercado e querem poupar os ricos na reforma tributária. Mercadante diz que a Argentina acerta ao mirar o andar de cima para enfrentar a crise fiscal. “O único setor que pode contribuir para o enfrentamento da crise é quem nunca contribuiu”, aponta presidente da Fundação Perseu Abramo. Líderes petistas lembram que medida está no projeto de reforma tributária apresentada pelas oposições ao Congresso e é peça importante do Plano de Reconstrução e Transformação do Brasil
  • Prévia do IGP-M, índice que determina o reajuste dos aluguéis de imóveis, mostra alta de 2,67% em novembro. Em 12 meses, índice passou de 19,45% para 23,79%. Movimento aponta para a escalada também da inflação oficial, que não tem refletido a carestia dos alimentos porque os critérios de cálculo foram modificados em janeiro
  • Ministro da Economia fala em retomada quando cresce a cada mês o número de pessoas na miséria. Redução do valor do auxílio emergencial é uma das causas da derrocada, e seu fim irá deteriorar ainda mais o quadro social. Trocar o benefício por crédito a juros é “mais um engodo”, diz o presidente da Fenae
  • Presidente mantém uma política de destruição do mundo do trabalho, na contramão de outras nações do planeta. O descalabro do seu governo acumula perdas de postos de emprego acima da média de outras nações que sofreram com o Covid-19. Paulo Guedes conseguiu a proeza de produzir em dois anos mais de 15 milhões de desempregados, mostrando compromisso apenas com os ricos. Enquanto isso, a desigualdade avança e o Brasil ganha posições entre as nações mais desiguais do mundo, perdendo apenas para Botswana