Saúde

  • Caos social e desgoverno de Bolsonaro no enfrentamento à pandemia mantém o país no 2º lugar no número de mortes, atrás apenas dos EUA. E o agravamento da crise econômica ameaça populações vulneráveis. Um estudo inédito, conduzido por pesquisadores de universidades brasileiras e publicado na revista científica ‘The Lancet Global Health’, aponta prevalência do vírus entre indígenas e mais pobres. Brasil agora registra 4,7 milhões de casos e 142,2 mil mortes por Covid-19, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa. “Não importa a situação de um país no surto, nunca é tarde para mudar as coisas”, pede diretor-geral da OMS
  • Após intensas campanhas pela atribuição do prêmio às brigadas, o Conselho Mundial para a Paz registrou a candidatura ao Comitê Nobel norueguês. Uma representação de dezenas de comitês nacionais de paz de quase 100 países assinou a carta de solicitação enviada na última sexta (25) ao Comitê norueguês do Nobel. Apoie a candidatura dos cubanos
  • Em seminário transmitido pela internet, realizado em parceria com as Nações Unidas, o ex-presidente da República diz que as sociedades precisam definir que mundo vamos querer depois da pandemia. “Depende de nós acender a luz nas trevas”, lembrou. O evento “Educação e as Sociedades que Queremos” contou com outros convidados eminentes, como o Nobel da Paz Kailash Satyarthi. “O atual governo de meu país é inimigo declarado da ciência, da cultura, da própria educação”, lamentou
  • Foram quase dois milhões de infecções entre 14 e 20 de setembro, o maior registro semanal desde o início do surto, alerta a Organização Mundial da Saúde (OMS). Exceto pela África, todas as regiões registraram alta no ritmo de contaminações, que já somam 31,9 milhões de casos. Com Europa mergulhada em uma segunda onda, Reino Unido estuda novo ‘lockdown’ após explosão de casos. Longe de quadro de controle no Brasil, sete estados apresentam alta no índice de mortes, o maior aumento em um mês. Nesta quarta-feira (23), país contabiliza 138.410 mortes por coronavírus e 4,6 milhões de contaminações
  • Enquanto presidente acusa imprensa de politizar pandemia, critica governadores e enaltece a atuação desastrosa do governo com fake news sobre auxílio emergencial, o Brasil voltou a registrar alta na média de óbitos e infecções por Covid-19. Nesta terça-feira (22), país atingiu marca de 137.445 mil mortes e mais 4,5 milhões de infecções confirmadas. “Bolsonaro reinventou as fake news”, reagiu o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Ídolo de Bolsonaro, Trump cobra da ONU uma responsabilização da China pela pandemia no mesmo dia em que os EUA ultrapassam marca de 200 mil vítimas fatais por coronavírus
  • Enquanto o mundo passa de 30 milhões de casos e caminha para registrar 1 milhão de mortes, Alemanha, Espanha, França, Reino Unido, Holanda e outros países precisam se preparar para a chegada do inverno e aumento de óbitos, alerta a OMS. Na semana passada, a Europa foi sacudida por uma onda de infecções que atingiu mais de 300 mil pessoas. O número supera os casos registrados durante o primeiro pico da pandemia. Novo epicentro do surto na Europa, Madri restringe circulação de 858 mil pessoas
  • Deputada Natália Bonavides (PT-RN) apresentou pedido por suspeita de crime de responsabilidade dos ministros da Saúde, Eduardo Pazuello, e da Defesa, Fernando Azevedo. Os dois gastaram quase meio milhão de reais na produção de hidroxicloroquina, um medicamento sem eficácia comprovada no tratamento de pacientes infectados pelo coronavírus. Em maio, técnicos da própria Saúde alertaram o governo sobre o o risco de encalhe da droga nos depósitos do Exército. “Já são mais de 134 mil mortes e grande parte poderia ter sido evitada com uma política que não fosse negacionista e anticiência”, critica a parlamentar petista
  • País ocupa 4º lugar no ranking internacional de mortes por Covid-19 entre profissionais de saúde, com pelo menos 634 vítimas fatais por causa da doença. Em São Paulo, número de óbitos entre motoristas e cobradores de ônibus subiu 42, 3% em menos de dois meses. PT apresentou projeto de decreto legislativo para recolocar a Covid-19 na lista de doenças ocupacionais, após ser retirada pelo governo. “Na prática, o Ministério da Saúde proibiu que o trabalhador tenha acesso a direitos essenciais, especialmente aqueles que estão na linha de frente do combate à pandemia, como os do SUS”, afirmou o senador Humberto Costa, autor do projeto
  • General será efetivado por Bolsonaro como titular na pasta da Saúde nesta quarta-feira (16). Em 120 dias de comando interino de Eduardo Pazuello no ministério, a pandemia deixou um rastro de destruição no país: são 4.349.723 contaminações e 132.125 mortos, ante 220 mil casos e 14,9 mil mortes em 15 de maio, quando o general assumiu a pasta interinamente