O Brasil registrou taxa de desemprego de 5,3% no trimestre encerrado em julho, o menor resultado da série histórica para o período. Os dados divulgados nesta quinta-feira, 27, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o índice caiu em relação aos 5,8% registrados no trimestre até abril e também ficou abaixo dos 5,6% apurados um ano antes.
O novo resultado confirma a trajetória de fortalecimento do mercado de trabalho durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Somente entre fevereiro e julho, 503 mil pessoas deixaram o desemprego. O contingente de desocupados recuou para 5,8 milhões, enquanto o país mantém o avanço do emprego formal e da renda dos trabalhadores.
A população ocupada chegou a 103,3 milhões de brasileiros, o maior número já registrado pelo IBGE. São 1 milhão de pessoas a mais trabalhando na comparação com o trimestre anterior e 899 mil novos ocupados em um ano. Os números ampliam a diferença entre o atual projeto de desenvolvimento e a herança deixada pela extrema direita, como mostram os indicadores que comprovam um Brasil melhor com Lula do que com Bolsonaro.
“Menor desemprego para o trimestre encerrado em julho na série histórica. Maior número de pessoas ocupadas já registrado: 103,3 milhões. O Brasil está pronto para mais!”, celebrou Lula.
Menor desemprego para o trimestre encerrado em julho na série histórica. Maior número de pessoas ocupadas já registrado (103,3 milhões). O Brasil está pronto para mais! pic.twitter.com/jPQ8djLjdb
— Lula (@LulaOficial) August 27, 2026
Mais emprego com direitos
O número de empregados no setor privado também atingiu o maior patamar da série histórica: 53,2 milhões de pessoas. Desse total, 39,4 milhões têm carteira assinada, outro recorde alcançado durante o governo Lula.
A retomada do emprego acompanha políticas que voltaram a colocar o desenvolvimento e o trabalhador no centro das decisões. Investimentos do Novo PAC, a reconstrução do Minha Casa, Minha Vida, a Nova Indústria Brasil, o estímulo ao crédito, a valorização do salário mínimo e o fortalecimento dos serviços públicos ajudam a movimentar a economia e ampliar as oportunidades.
A construção civil foi o setor que mais cresceu no trimestre, com a criação de 371 mil ocupações. Na comparação com o mesmo período de 2025, também houve expansão no transporte, com 321 mil trabalhadores a mais, e nas áreas de administração pública, educação, saúde e serviços sociais, que ganharam 438 mil ocupados.
Renda cresce e desalento recua
O rendimento médio real dos trabalhadores chegou a R$ 3.762, com crescimento de 3,3% em um ano. Já a massa de rendimentos, a soma de todo o dinheiro recebido pelas pessoas ocupadas, alcançou o recorde de R$ 383,5 bilhões, alta anual de 4,1%, ou R$ 15,1 bilhões a mais circulando na economia.
Também caiu o número de brasileiros que haviam desistido de procurar trabalho. A população desalentada recuou 14,1% em um ano e chegou a 2,3 milhões de pessoas. A taxa de subutilização da força de trabalho, por sua vez, diminuiu de 14,1% para 13% no mesmo intervalo.
Quando Jair Bolsonaro deixou o governo, o desemprego estava em 7,9% no trimestre encerrado em dezembro de 2022. Com Lula, o índice já caiu 2,6 pontos percentuais e o Brasil acumula recordes de ocupação, carteira assinada e renda. É o resultado de um governo que recuperou a economia sem abandonar quem mais precisa e reafirma, com números, que crescimento e inclusão social podem caminhar juntos.

