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Na guerra contra o crime organizado, Governo Lula fortalece a Polícia Federal

Decreto autoriza contratação de 1 mil novos policiais federais

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assumiu o compromisso de equipar a Polícia Federal (PF) para que ela tenha papel central no enfrentamento ao crime organizado transnacional e no fortalecimento do Estado Democrático de Direito. Entre as medidas mais recentes, o petista assinou decreto, no fim de abril, determinando a contratação de 1 mil novos agentes, sendo que, em dezembro de 2025, outros 1 mil já haviam ingressado na corporação.

A previsão é de que 100% dos cargos vagos na PF estejam preenchidos até o fim do mandato do presidente.

Em vídeo publicado na rede social X, ao lado do ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, e do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, Lula justificou o decreto. Ele ainda pediu a Lima e Silva que “fizesse uma convocação” de todos os policiais e delegados afastados de suas funções para que regressem à PF.

“Vamos apenas lembrar que, em dezembro do ano passado, nós autorizamos a entrada de mil companheiros da Polícia Federal, entre delegados e agentes, do primeiro concurso. E agora eu estou assinando o decreto fazendo com que sejam chamados mais mil”, contabilizou Lula. “Nós assumimos um compromisso de fazer uma guerra contra o crime organizado e nós precisamos dos policiais em serviço e não em outro serviço”, completou.

O ministro da Justiça e o diretor-geral da PF também assinaram o decreto. Segundo Lima e Silva, a decisão do presidente é adequada para o enfrentamento às facções. “Essa é uma medida fundamental, que expressa o compromisso do senhor com o verdadeiro e efetivo combate ao crime organizado”, elogiou.

Já Rodrigues disse que as novas contratações representam “um avanço extraordinário” para a PF. “O senhor vai permitir que a gente amplie a nossa atuação nas regiões fronteira, em portos e aeroportos, na defesa do nosso patrimônio ambiental, dos nossos biomas”, agradeceu.

Entre os 1 mil novos contratados da PF, estão 630 agentes, 160 escrivães, 120 delegados, 69 peritos e 21 papiloscopistas.

Somente em 2025, a corporação retirou o valor recorde de mais de R$ 9,5 bilhões do crime organizado ao apreender bens ilícitos e bloquear contas bancárias. Operações como a “Carbono Oculto”, a maior de nossa história do Brasil, chegaram ao andar de cima das organizações e sufocaram suas estruturas financeiras.

Da Rede PT de Comunicação

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