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‘Quanto custa não fazer o que precisa ser feito?’, questiona Lula sobre ações na saúde

Presidente Lula entre profissionais do Hospital Universitário do Ceará.

Em visita às instalações do Hospital Universitário do Ceará (HUC), em Fortaleza, nesta sexta-feira, 31, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o país vive uma verdadeira “revolução na saúde” e reafirmou o compromisso do Governo Federal com o Sistema Único de Saúde (SUS).

Lula fez um apelo direto aos trabalhadores da saúde para que haja acolhimento e empatia no atendimento à população mais vulnerável: “O único pedido que faço a vocês é que nunca fiquem de cara feia para uma pessoa que chega doente. Tratar uma pessoa com amor e carinho já é 50% da cura. Quem chega ao hospital está no momento mais difícil da vida e precisa ser acolhido com respeito e dignidade”.

O presidente também rebateu a lógica fiscalista que classifica investimentos na saúde e no bem-estar social como gasto. “Sempre que a gente vai cuidar das pessoas mais pobres, aparece alguém dizendo que não tem dinheiro ou que custa muito caro. A pergunta que precisamos fazer é: quanto custa não fazer aquilo que precisa ser feito?”, questionou.

Ele também exaltou a continuidade das políticas públicas voltadas à população de baixa renda no Ceará ao longo das últimas duas décadas, citando as gestões de Cid Gomes (PSB), Camilo Santana (PT) e Elmano de Freitas (PT).

“O Nordeste não precisa pedir favor a ninguém. Tem gente inteligente, homens e mulheres capacitados. O que o Nordeste precisa é de oportunidade e respeito. Durante muito tempo perguntaram por que tudo ia para o Sudeste e nada vinha para cá. Hoje, mostramos que quando colocamos condições iguais para todo mundo, o povo desenvolve seu potencial e faz a diferença”, concluiu Lula.

O presidente foi acompanhado dos ministros da Educação, Leonardo Barchini, da Saúde, Alexandre Padilha, e da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães.

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