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Ministro destaca economia resiliente: ‘Não tem voo de galinha nos mandatos de Lula’

O ministro Dario Durigan, em reunião ministerial, sustenta que resultados da economia são consistentes e refletem empenho do governo em melhorar vida das pessoas.

O Brasil enfrenta com altivez os desafios da atualidade e a economia segue “pujante” apesar de todos os percalços políticos e adversidades, afirmou o ministro da Fazenda, Dario Durigan, na reunião ministerial realizada nesta quarta-feira, 3. “Não tem voo de galinha do Brasil nos mandatos do presidente Lula”, afirmou o coordenador da área econômica. 

O país, acrescentou,”não tem que abaixar a cabeça para ninguém” e seguirá, por determinação do presidente Lula, colocando a vida do povo brasileiro em primeiro lugar.Durigan se referiu ao recente episódio de taxação dos Estados Unidos a produtos brasileiros. O assunto foi abordado na reunião ministerial e pelo presidente Lula, que pediu à equipe a defesa intransigente da soberania. 

O Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial, disse o ministro, surpreenderam-se com o índice de crescimento do Produto Interno Bruto do Brasil, 1,1% no primeiro trimestre deste ano. O ministro disse que o governo enfrenta o ceticismo frequente do mercado e de analistas financeiros. “A economia bateu todos os recordes no primeiro trimestre de 2026, a projeção do mercado foi muito superada pelo resultado da economia brasileira”, destacou. Além do PIB, Durigan citou também a atração de investimentos: “A formação bruta de capital fixo cresceu 3,5%”.

Inflação estável

Durigan disse que a “inflação nunca esteve tão estável e sob controle”. O ministro projeta que o índice deve ficar abaixo de 5% ao fim de 2026. “Isso é fantástico”, reiterou, observando que a inflação baixa preserva o poder de compra das pessoas que mais precisam. 

A criação de 5 milhões de empregos formais, desde 2023, recordes na balança comercial, desemprego na mínima histórica e estabilidade social são conquistas fundamentais, destacou o ministro, e que foram obtidas com muito trabalho e seriedade.

Mesmo com os bons resultados, disse, é preciso reconhecer que “a vida das pessoas não é um mar de rosas”. “O governo reconhece os desafios e enfrenta, com trabalho, com brilho nos olhos, com projeto de país, sabendo o que temos que fazer.” 

Ele destacou que a orientação de Lula, de colocar os pobres no orçamento, tem sido seguida à risca. Citou, como exemplos, o Novo Desenrola, as alterações no MEI, a isenção de Imposto de Renda até R$ 5 mil e a política de controle do preço de combustíveis. 

Menos tributos

O ministro também afirmou que, atualmente, “o país paga menos tributo do que pagava no passado”. “Há justiça fiscal e justiça social. Quem hoje vive de salário, paga menos tributo.” Durigan ressaltou que esse foi um processo amparado em vários fatores, entre eles a geração de empregos com carteira assinada e o aumento de renda.

“É emprego formal que deixou de pagar Imposto de Renda, com a nossa lei aprovada no ano passado, que tem melhorado a renda com a valorização do salário mínimo. A renda nunca esteve tão alta de quem está empregado no país e o desemprego segue em mínima histórica. Nós estamos vendo a renda das famílias aumentar, o Brasil sair da extrema pobreza e atingir índices urbanos de muito alto desenvolvimento”, prosseguiu o ministro.

Durigan disse que desde 2023 os desafios foram muitos, lembrando que foi preciso lutar pela manutenção do regime democrático. Em 2024, listou, houve a calamidade no Rio Grande do Sul, com as enchentes, e o Governo Federal fechou o ano com dificuldades. Em 2025, a eleição nos Estados Unidos e o tarifaço de Trump geraram novos obstáculos e instabilidade. Agora, em 2026, a Guerra no Irã é outro enorme desafio que impacta a economia.

“Mesmo com todos esses desafios, nós, com liderança do presidente Lula, construímos um país forte, democrático, soberano e uma economia resiliente.”

Rede PT de Comunicação, com informações da Agência Gov.

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