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Nordeste lidera retomada do emprego e confirma força das políticas do Governo Lula

Os nove estados nordestinos abriram 34.433 vagas formais de trabalho em junho

O Nordeste retomou a posição de destaque na geração de empregos com carteira assinada no Brasil. Os números mais recentes do Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) mostram que a região vive um de seus melhores momentos no mercado de trabalho. O resultado decorre da combinação entre investimentos públicos, fortalecimento da economia e políticas do governo do presidente Lula voltadas à valorização da produção, da infraestrutura e da renda das famílias.

De acordo com números do Novo Caged divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), os nove estados nordestinos abriram 34.433 vagas formais de trabalho em junho. O resultado coloca o Nordeste como o segundo maior gerador de empregos formais do país no mês, respondendo por quase um quarto (23,7%) de todas as oportunidades geradas no Brasil, que somaram 145,1 mil novos postos.

No acumulado dos primeiros seis meses de 2026, o Nordeste já soma 132.547 novos postos formais de trabalho. O desempenho reflete a escolha do Governo Lula de voltar a investir onde o povo mais precisa, revertendo anos de abandono e desmonte das políticas regionais promovidos pelas gestões anteriores.

O desempenho regional acompanha o cenário nacional. De janeiro a junho, o Brasil criou 921,6 mil empregos com carteira assinada, mantendo o mercado de trabalho aquecido e ampliando o número de trabalhadores protegidos pela legislação trabalhista. Apenas em junho, foram abertas mais de 145 mil novas vagas formais em todo o país.

A trajetória do emprego no Nordeste em 2026 mostra uma aceleração contínua. Foram criadas 10,8 mil vagas em janeiro, 14,4 mil em fevereiro, 27,5 mil em março e 34,4 mil em junho, o melhor resultado mensal do ano.

O setor de serviços foi decisivo para o avanço da região Nordeste, gerando 17.549 vagas em junho, mais da metade de todo o saldo regional. A construção civil, o comércio, a indústria e a agropecuária também contribuíram para o resultado positivo, refletindo o impacto de uma economia que voltou a crescer de forma mais equilibrada e com geração de oportunidades.

Bahia lidera geração de postos; Piauí também se destaca

A força do trabalho nordestino se espalha por todo o território:

Bahia: lidera o ranking regional de criação de vagas no semestre, com 55.594 novos postos formais, mantendo a posição de locomotiva econômica do Nordeste.

Ceará e Pernambuco: ocupam a segunda e a terceira posições no acumulado de 2026, com 24.531 e 21.411 vagas criadas, respectivamente.

Maranhão e Piauí: registraram forte dinamismo, com 15.322 e 11.700 postos formais abertos entre janeiro e junho. O Piauí anotou a maior variação relativa da região, de 3,18%, mostrando o vigor da economia piauiense.

Alagoas: fechou o mês de junho com saldo positivo e a criação de 2.773 vagas, confirmando a reação do mercado de trabalho local.

Brasil ultrapassa marca de 48 milhões de carteiras assinadas

O desempenho do Nordeste acompanha a expansão do mercado de trabalho nacional sob a gestão do presidente Lula. Em todo o Brasil, o primeiro semestre de 2026 terminou com 921,6 mil novos empregos com carteira assinada, elevando o estoque total de vínculos formais a um patamar histórico superior a 48 milhões de trabalhadores.

Além da oferta de vagas, a remuneração média dos brasileiros que ingressaram no mercado formal subiu para R$ 2.404,34 em junho, com ganho real que fortalece a economia a partir da base da pirâmide.

Ao garantir trabalho digno, salário valorizado e investimentos estratégicos para o Nordeste, o Governo Lula demonstra que o crescimento econômico do país só acontece quando inclui e transforma a vida do povo brasileiro.

Rede PT de Comunicação, com informações do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE)

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