Irmã Ceição é natural de Mossoró, cidade na qual cresceu e se criou. Nasceu no bairro Bom Jardim e também viveu parte da vida na zona rural Sítio Alagoinha. É filha de uma mãe dona de casa e de um pai eletricista e tem 9 irmãos. Casada e mãe de três filhos, Irmã Ceição atualmente cursa direito. Ligada à comunidade evangélica de Mossoró, já atuou em diversos projetos sociais. Juntamente com o seu esposo, advogado, desenvolve uma parceria que auxilia pessoas de baixa renda que não têm o devido acesso à justiça a alcançarem a efetiva proteção jurisdicional. Defende várias pautas relativas ao povo potiguar, como legalização de imóveis/fundiária, qualidade da educação, dignidade da prestação de serviços da saúde pública, representação evangélica, combate à corrupção, combate aos preconceitos entre outros.
Candidatura: Deputada Estadual
Rosângela do Côco
Mulheres e desenvolvimento comunitário.
Professora Vilani
Previdência, defesa das estatais, direitos humanos e mulheres.
Professora Teresinha
Mulheres, previdência, defesa das estatais e meio ambiente.
Nega Ana
Mulheres, periferia, arte e cultura de rua.
Hilda Furacão
Mulheres e desenvolvimento comunitário.
Erika Loka
Juventude, mulheres e cultura.
Elzivone
Elzivone se propõe a lutar pelos direitos das mulheres, das crianças e por inclusão social.
Alice Oliveira
A candidatura de Alice Oliveira é pautada, especialmente, pela luta LGBT e das mulheres indígenas.
Solange Duailibe
Solange Dualibe é de Araguaçu (TO), onde cedo revelou sua vocação social e política como filha do vereador Osmar Duailibe e como primeira-dama da cidade por ocasião do primeiro mandato do seu esposo Raul Filho, com quem tem três filhos e dois netos. Jornalista graduada pela Universidade Federal do Tocantins (UFT), candidatou-se pela primeira vez em 2002, sendo eleita deputada estadual com a maior votação já obtida na história de Palmas. Foi reeleita em 2006, bem como em 2010. Hoje exerce o quarto mandato no Legislativo estadual tocantinense. Desenvolveu um relevante trabalho social quando primeira-dama de Palmas (2005 a 2012) e também à frente da Secretaria Municipal de Assistência Social, no ano de 2005. Compôs a Mesa Diretora no cargo de vice-presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Tocantins, em 2009, fato até então inédito a uma mulher.
Professora Terezinha
Paraense, nascida em Belém, mudou para Palmas em 1997 e logo se identificou com o estado em fase de desenvolvimento. Assim como outras mulheres guerreiras, luta na busca de melhorias para a cidade, para o estado e para as famílias. Graduada em Filosofia pela Universidade Federal do Tocantins. Como professora, defende melhorias na educação. Enquanto Conselheira (suplente) Municipal de Saúde defende uma saúde de qualidade para as pessoas. Tem, ao longo dos anos, desenvolvido trabalhos de Ação Social dentro da Igreja na qual frequenta. Sua luta se volta para a criação de projetos que contemplem as demandas de mulheres negras, chefes de família e vítimas de violência.
Profª Clea
Portuense, mãe de três filhos. É formada em História e Pedagogia. Concursada na Educação Municipal de Porto Nacional desde 1998 e também na rede Municipal de Palmas. Sua militância iniciou no ano de 2003. Filiou-se no Sintet e, desde então, iniciou uma luta incansável para assegurar os direitos dos profissionais da educação básica. Foi secretária geral na diretoria regional do Sintet e no ano de 2011 assumiu a Secretaria de Assuntos Municipais. Como profissional em Porto Nacional, foi por dois mandatos, presidente do Conselho Municipal de Educação. Supervisora da educação do campo e mais recentemente, superintendente educacional. É filiada ao PT desde 2008 e faz parte do diretório municipal em Porto Nacional. Luta incansavelmente pela implantação da lei do piso salarial. Clea se orgulha muito da sua luta