Artigo: Pedalada de Paulo Guedes é uma esperteza daninha
Usar Dilma para criticar ministro da Economia revela desonestidade intelectual, afirma Guido Mantega
Usar Dilma para criticar ministro da Economia revela desonestidade intelectual, afirma Guido Mantega
Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Getúlio Vargas para famílias com renda entre um e 2,5 salários mínimos acumula alta de 4,54% em 12 meses, ante 3,62% do índice geral. Com salto de mais de 10%, arroz e feijão somem da mesa das famílias. Dieese também divulgou nesta terça-feira (6) relatório registrando alta de preços da cesta básica, entre agosto e setembro, em todas as 17 capitais pesquisadas.
Em nota, a ex-presidenta da República rebate 'Valor Econômico', que citou na edição de segunda-feira o temor do 'risco Dilma' soprado por fontes do setor financeiro para criticar gastos sociais e defender a manutenção de Paulo Guedes. "Defendem com unhas e dentes a manutenção do ministro da Economia enquanto ele deixá-los livres da tributação de suas fortunas, garantir que seus dividendos continuem intocados e, enfim, que seus ganhos de capital sejam assegurados", aponta
CUT e demais entidades convocam filiados a massificar o uso de ferramentas virtuais para mudar a MP do governo que reduz pela metade o valor do auxílio emergencial. Líderes da Bancada do PT e da Minoria na Câmara dos Deputados anunciam obstrução da pauta até que ocorra a votação
José Guimarães acusa o Palácio do Planalto e o Ministério da Fazenda de promoverem uma gambiarra fiscal, com pedalada e calote bilionário com o país. "É um desrespeito a contratos, um ataque frontal à Constituição e clara demagogia eleitoral", critica o líder da Minoria na Câmara
Sem analisar o mérito de questionamento o Congresso, que adverte Petrobrás sobre necessidade de autorização legislativa para vender subsidiárias, seis ministros do STF dão aval à manobra de Paulo Guedes e Bolsonaro. “O que está em jogo não é apenas o futuro da Petrobrás, mas a autonomia energética do país”, lamenta Jean Paul Prates, presidente da Frente Parlamentar
A deterioração no mercado de trabalho atinge hoje nada menos do que 52 milhões de brasileiros. “E o que o governo vai fazer? Mais ajuste fiscal?”, questiona Gleisi. “Só tem um caminho para proteger o povo da fome e o Brasil da crise: livrar o país das amarras fiscais, acabar com o teto de gastos e fazer o que os EUA fizeram em 1933, um ‘New Deal’”. Especialistas prevêem uma piora no quadro. Com Lula, desemprego estava abaixo de 10%, e com Dilma chegou a 4,2% em 2014
Julgamento no STF prossegue nesta quinta, com novas mobilizações nas redes contra venda das refinarias
Em artigo, o economista Claudio Puty mostra que governo dos EUA tem várias frentes de intervenção no mundo, em particular na América Latina, inspiradas por uma espécie de nova Doutrina Monroe
Em menos de dois anos, e submetidos ao mercado e aos interesses dos bancos, Bolsonaro e Guedes destruíram a economia e o emprego no país. A taxa de desemprego chegou a 13,8%, no trimestre de maio a julho, atingindo 13,1 milhões de trabalhadores. É a maior taxa da série histórica, iniciada em 2012 pelo IBGE
Em artigo, o deputado federal Merlong Solano (PT-PI), defende alerta para a gravidade da crise social e defende regulamentar o imposto sobre grandes fortunas, entre outras medidas para enfrentar a calamidade na economia
"Em vez de combater a realidade via previsões apocalípticas de juro e câmbio, seria mais saudável discutir qual deve ser a nova regra fiscal, mantendo controle de despesa, mas não necessariamente o congelamento real de gasto em curso", defende o economista Nelson Barbosa. Na semana passada, 31 senadores apresentaram a PEC 36/2020, que cria espaço fiscal temporário em 2021-22 e propõe nova regra fiscal para 2023 em diante