Lenir de Assis

Lenir de Assis vem de uma família numerosa e muito unida. Nasceu em Guaravera, distrito de Londrina-PR. Aos oito anos mudou-se com todos para o Parque Ouro Branco, em Londrina, onde mora na mesma casa até hoje com o pai, seu Benedito.

A trajetória de Lenir é construída na defesa das causas sociais e na luta pela garantia de direitos daqueles e daquelas que mais precisam. O inconformismo com a injustiça social começou na adolescência e a levou para os grupos de jovens, pastorais sociais, comunidades eclesiais de base, movimentos sociais, sindicais, de mulheres.

Entrou para o Partido dos Trabalhadores pelo qual foi eleita vereadora quatro vezes (2008, 2012, 2020, 2024). Em 2022, foi eleita suplente de deputada federal, com 17.103 votos.

Fez graduação em Ciências Sociais, mestrado e doutorado em Sociologia, com tema sobre o Movimento Sem Terra, sempre na Universidade Estadual de Londrina. Mantém uma relação estreita com as universidades. Em todos os seus mandatos, foi representante da Câmara de Vereadores no Conselho Universitário da Universidade Estadual de Londrina.

Suas principais causas são educação pública gratuita e de qualidade, autonomia das universidades públicas, saúde pública, saúde mental, emprego e renda, moradia, cultura, meio ambiente, agricultura familiar e agroecologia, Reforma Agrária.

Atua em defesa, especialmente, das periferias, juventudes, negros e negras, idosos, mulheres, indígenas, pessoas LGBTQIAP+, trabalhadores e trabalhadoras.

É autora de mais de 400 projetos de lei, mais de 90 aprovados, alguns deles:

Lei Soluções Baseadas na Natureza, para o enfrentamento da crise climática;
Lei de Conscientização sobre a importância da vacina;
Lei Conscientização sobre a importância da doação de órgãos;
Lei de Combate ao desperdício de alimentos;
Lei de Regulamentação da doação de alimentos;
Lei do Programa de Apoio à Mulher em situações de violência doméstica e de vulnerabilidade socioeconômica;
Lei Medidas Permanentes de Compostagem;
Lei Brilho de Luna – condições diferenciadas nos hospitais para mães enlutadas;
Lei do Programa de Qualificação em Saúde Bucal de Deficientes;
Lei Semana da Economia Solidária;
Lei Programa de Coleta Seletiva nas Escolas
Lei que proíbe fracking (proteção do meio ambiente)
Lei de Medidas Permanentes de Prevenção de Doenças Infectocontagiosas em Bares e Restaurantes.
Lei que cria o dia municipal da lei Maria da Penha

Lindbergh Farias

Lindbergh Farias é filho da professora universitária Ana Maria Nóbrega Farias e do médico e professor universitário Luiz Lindbergh Farias e nasceu em João Pessoa, capital da Paraíba. Em 1987, com 18 anos, ingressou na faculdade de Medicina da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), época em que começou sua trajetória política como militante do PCdoB.

Após mudar-se para o Rio de Janeiro, em 1991, Lindbergh ingressou na União Nacional dos Estudantes (UNE) como secretário-geral. No ano seguinte, assumiu a presidência da entidade, liderando o movimento dos cara-pintada, que levou ao impeachment do então presidente da República Fernando Collor de Mello.

Em 1994, aos 24 anos, foi eleito deputado federal pelo PCdoB e, por seu desempenho no mandato, recebeu nota 10 do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP). Em 1996, é eleito presidente nacional da União da Juventude Socialista (UJS). Aderiu ao trotskismo em 1997 e ingressou no Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU).

Na Câmara dos Deputados, destacou-se na articulação das manifestações contra a privatização da Companhia Vale do Rio Doce e do Sistema Telebrás. Na venda da Vale, Lindberg participou do protesto em frente à Bolsa de Valores do Rio de Janeiro. No leilão das telefônicas, enfrentou a polícia na passeata.

Em 1998, Lindbergh tentou se reeleger deputado federal, sem sucesso. Mesmo obtendo 73 mil votos, não conseguiu uma vaga na Câmara porque o PSTU – legenda pela qual concorreu – não atingiu coeficiente eleitoral. Pelo mesmo motivo, em 2000, não pôde assumir o cargo de vereador, embora fosse o quarto mais votado do Rio de Janeiro, com 47 mil votos.

A convite de do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, decidiu, em 2001, filiar-se ao Partido dos Trabalhadores (PT). E nas eleições de 2002, elegeu-se deputado federal com 83 mil votos. Dois anos depois, disputou a prefeitura de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Tornou-se prefeito, com 65% dos votos, e foi reeleito, em 2008, permanecendo no cargo até 2010.

No dia 3 de outubro de 2010, Lindbergh Farias foi eleito senador pelo Rio de Janeiro, ficando em 1° lugar. No Senado Federal, destacou-se em debates sobre os direitos da pessoa com deficiência e nas discussões sobre as regras de partilha dos royalties do petróleo – motivo pelo qual escreveu o livro “Royalties do Petróleo: As Regras do Jogo”, publicado em 2011 pela editora Agir.

Lindbergh Farias foi eleito deputado federal nas eleições de 2022. Escolhido pela Bancada do PT na Câmara para ser o líder no exercício 2025/2026.

 

Rubens Pereira Júnior

Rubens Pereira e Silva Júnior é advogado formado pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), mestre em Direito Constitucional pelo Instituto Brasileiro de Direito Público (IDP).

Iniciou a carreira como Analista Judiciário do Tribunal de Justiça do Maranhão. Foi deputado Estadual no Maranhão por dois mandatos, nos períodos de 2006 a 2014. Em 2014, foi eleito deputado federal, e nas eleições de 2018 e de 2022 foi reeleito para mais um mandato na Câmara Federal.

Atualmente ele integra a Comissão Executiva Nacional do Partido dos Trabalhadores no cargo de vice-presidente nacional.

Miguel Ângelo

Miguel Ângelo é mestre em Políticas Públicas, advogado apaixonado por direito social, filho de Durval e Leir. Militante dos Direitos Humanos, advogado e mestre em Políticas Públicas, Miguel Ângelo iniciou sua caminhada na política ao lado pai, o ex- deputado estadual Durval Ângelo. Como subsecretário de Estado de Juventude (2015- 2016), reformulou o Conselho e aprovou o Plano Estadual. Integra o coletivo TRIBO/PT. Na Câmara, integra as comissões de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCCJ), e a de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial.

Camila Jara

É aluna do último semestre de Ciências Sociais na Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS). É idealizadora do “Coletivo Elas Podem” e liderança do “Movimento Acredito-MS” em Campo Grande.

Em 2020 se elegeu como vereadora da capital do estado, a mais jovem da Câmara, com 3.470 votos, sendo a única mulher na Câmara.

Em 2022 foi eleita deputada federal pelo Mato Grosso do Sul.