Governantes e Parlamentares

Líder do PT na Câmara dos Deputados

Enio Verri

Paraná

Com formação política nas pastorais da Igreja Católica, é graduado e mestre em Economia pela Universidade Estadual de Maringá (UEM) e doutor em Integração da América Latina pela Universidade de São Paulo (USP). Antes do mandato de deputado federal, cumpriu dois mandatos na Assembleia Legislativa do Paraná, entre 2007 e 2014. Foi secretário de Fazenda e de Governo de Maringá, chefe de gabinete do Ministério do Planejamento e secretário de Planejamento do Paraná.

Presidenta Nacional do PT

Gleisi Hoffmann

Paraná

Gleisi Helena Hoffmann nasceu em Curitiba, Paraná, em 6 de setembro de 1965. É casada com o ex-ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, e mãe de João Augusto e Gabriela Sofia. Gleisi iniciou sua caminhada política ainda na adolescência, participando de grêmios estudantis, e integrou a União Metropolitana dos Estudantes Secundaristas. Em 2018 foi eleita para uma cadeira na Câmara dos Deputados com 212.513 votos, terceira maior votação do Estado do Paraná.

Fez parte da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas e filiou-se em 1989 ao Partido dos Trabalhadores (PT). É formada em Direito e tem especialização em Gestão de Organizações Públicas e Administração Financeira.

Sua experiência profissional concentra-se na gestão pública e na vida política. Gleisi já foi secretária de Estado no Mato Grosso do Sul e secretária de Gestão Pública no município de Londrina, no Paraná. Também integrou, em 2002, a equipe de transição de governo do presidente Lula, ao lado da então ministra Dilma Rousseff.

Com a vitória de Lula à Presidência da República, em 2002, foi convidada ao cargo de Diretora Financeira da Itaipu Binacional, onde aprimorou os seus conhecimentos em gestão pública.

Gleisi Hoffmann implementou diferentes medidas de caráter estruturante na empresa. Introduziu o conceito de gestão integrada de todos os sistemas financeiros de Itaipu; promoveu a adoção do pregão eletrônico nos lados brasileiro e paraguaio; e, em todos os momentos, valorizou a economicidade e modicidade das tarifas.

Gleisi fortaleceu as relações com o lado paraguaio da administração, o que culminou com a inclusão – por Notas Reversais entre os dois países – dos aspectos de meio ambiente e de responsabilidade social no perfil da empresa.

Teve, assim, papel decisivo na ampliação da missão da Itaipu Binacional, que incorporou a seu papel de geradora de energia também a dimensão de importante propulsora de desenvolvimento econômico.

Durante esse período, contribuiu para o desenvolvimento de vários projetos de cunho social, como o Projeto Casa Abrigo de Foz do Iguaçu. Por iniciativa de Gleisi, a Itaipu Binacional em parceria com a ONG Casa Família Maria Porta do Céu, implementou a Casa Abrigo para mulheres e seus dependentes vítimas de violência doméstica e em risco de morte.

Ela também foi idealizadora de outros programas, como o Programa de Proteção à Criança e ao Adolescente (PPCA), cujo foco principal é apoiar as ações e articular a rede de proteção à criança e ao adolescente na região fronteira Brasil/Paraguai, combatendo a prostituição infantil.

Ainda sob a gestão de Gleisi foi criado o Programa Saúde na Fronteira, para integrar as ações de saúde, principalmente os aspectos preventivos como vacinação infantil entre os dois países.

Gleisi Hoffmann também coordenou o Programa de Pró-Equidade de Gênero e Raça em Itaipu Binacional, que tem o objetivo de promover a igualdade de oportunidade entre homens e mulheres no âmbito das organizações públicas e privadas, e eliminar todas as formas de discriminação no acesso, como remuneração, ascensão e permanência no emprego.

Em 2010, Gleisi Hoffmann tornou-se a primeira mulher eleita para ocupar uma vaga no Senado pelo Paraná, com mais de 3 milhões de votos. Em junho de 2011, a presidenta Dilma Rousseff convidou-a a assumir a chefia da Casa Civil da Presidência da República, função que desempenhou até fevereiro de 2014, quando, então, retornou para sua vaga no Senado Federal.

Os direitos das mulheres estão entre as prioridades do mandato de Gleisi Hoffmann no Senado. Entre as matérias apresentadas por ela estão a proposta que viabiliza a aposentadoria das donas de casa, a reserva de 50% das vagas nos parlamentos para as mulheres e a que assegura a abertura de processo contra agressores de mulheres, sem necessidade que a vítima preste queixa. Mas o projeto mais comentado de Gleisi, aprovado em 2013, é o que extinguiu o pagamento de 14º e 15º salários aos senadores e deputados federais.

Ao longo de 2016, Gleisi presidiu a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado. Em fevereiro de 2017, foi eleita por unanimidade pela Bancada do PT para a função de líder dos senadores da legenda na Casa.

Em junho de 2017, foi eleita Presidenta Nacional do Partido dos Trabalhadores.

Filho de professores da rede pública estadual, Afonso Florence é mestre em História Social pela Universidade Federal da Bahia (UFBa). Foi diretor do Centro de Estudos Afro-Orientais (Ceao) e recebeu da Câmara Municipal de Salvador, em 2010, a Medalha Zumbi dos Palmares, por sua contribuição à luta contra o racismo, a discriminação e a intolerância.

Militante histórico do PT, Florence tem sua trajetória pautada nas lutas dos movimentos sociais. Entre 2007 e 2010, exerceu o cargo de secretário estadual de Desenvolvimento Urbano da Bahia, durante a primeira gestão do governo Jaques Wagner (PT).

Naquela função, desenvolveu a maior política pública de reforma urbana, habitação, água e saneamento da história do estado, além de coordenar programas para populações de baixa renda como o Casa da Gente e o Água Para Todos.

Em 2010, foi eleito para o primeiro mandato de deputado federal, obtendo 143.795 votos. No ano seguinte, licenciou-se do cargo para assumir o Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA), a convite da presidenta Dilma Rousseff. Fortaleceu a agricultura familiar e implantou a Política Nacional para povos e comunidades tradicionais.

Ainda à frente do MDA, Afonso participou da elaboração do Plano Brasil Sem Miséria e da Rede Brasil Rural; liderou o aperfeiçoamento do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF), em especial do Mais Alimentos; e criou o Pac 2 Máquinas, maior programa de distribuição de máquinas e equipamentos rurais.

Na Câmara Federal, conseguiu a extinção do 14º e do 15º salário pagos a deputados e senadores, presidiu a Comissão Especial da PEC nº 215, que culminou no arquivamento da proposta e na defesa dos interesses das comunidades tradicionais, e conquistou a aprovação do marco regulatório das Organizações Não-Governamentais (ONGs), e do piso nacional dos Agentes de Saúde e Endemias.

Foi ainda presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa das Populações Extrativistas e dos Povos e Comunidades Tradicionais e coordenador da Frente Parlamentar em Defesa da Agroecologia e Produção Orgânica.

Em 2014 foi reeleito ao cargo de deputado federal obtendo mais de 83 mil votos. Em 2016, ele foi escolhido líder do PT na Câmara e assumiu a função até o ano de 2017, quando foi substituído por Carlos Zarattini (PT-SP).

O deputado estadual Airton Faleiro, do Pará, foi eleito para exercer o primeiro mandato como deputado federal com 106.965 votos. Líder sindical e de movimentos sociais há mais de duas décadas, Faleiro foi o primeiro coordenador do Movimento Pela Sobrevivência da Transamazônica e Região do Xingu. Ele ainda foi vice-presidente e presidente da Federação dos Trabalhadores da Agricultura do Pará (Fetagri) e diretor da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag).

Em 2002 se elegeu pela primeira vez deputado estadual, com 23.571 votos. Na Assembleia Legislativa, foi articulador e interlocutor do desenvolvimento sustentável do Pará junto ao Governo Lula. Nos anos de 2007 a 2010 exerceu a liderança do Governo Ana Júlia, na Assembleia Legislativa.

Alencar Santana

São Paulo

Advogado, com especialização em Direito Constitucional, Alencar Santana Braga foi eleito deputado Federal por São Paulo com 67.892 mil votos. A trajetória política começou no movimento estudantil, em 1992, aos 16 anos de idade. Em 1998, filiou-se ao Partido dos Trabalhadores. Aos 28 anos foi eleito vereador mais jovem do PT pelo município de Guarulhos, em 2004.

Nesse mesmo período, exerceu a função de líder do governo na gestão do prefeito Elói Pietá. Nas eleições de 2008, teve seu mandato de vereador renovado com quase o dobro dos votos que obteve no primeiro pleito. Em 2010 foi eleito o deputado estadual com 154.272 votos e reeleito como deputado estadual mais votado do PT em São Paulo, nas eleições de 2014.

Alexandre Padilha

São Paulo

Médico formado pela Universidade de Campinas (Unicamp), especializado em Infectologia pela USP, Alexandre Rocha Santos Padilha é o novo reforço da Bancada do PT na Câmara dos Deputados na próxima Legislatura. O quarto deputado mais votado na bancada petista de São Paulo, com 87.576 votos, Padilha trará para o Legislativo a experiência que acumulou desde a sua atuação no movimento estudantil na década de 90. Filiado ao PT, ele traz na bagagem a coordenação da campanha do ex-presidente Lula em 1989 e 1994. No Executivo, Padilha assumiu em 2011, a Secretaria de Relações Institucionais e foi ministro da Coordenação Política do Governo Lula.

Na gestão da presidenta Dilma Rousseff, foi ministro da Saúde e se destacou como o principal responsável pela implantação do Programa Mais Médicos. Na Prefeitura de São Paulo, na gestão de Fernando Haddad, exerceu o papel de secretário de Saúde do Município. No PT, Padilha exerce atualmente a função de vice-presidente Nacional do PT.

Arlindo Chinaglia

São Paulo

Arlindo Chinaglia Júnior, natural de Serra Azul, SP, formou-se médico pela Universidade de Brasília (UNB) e especializou-se em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo (USP). Foi presidente da Associação dos Médicos Residentes do Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo (AMERIAMSPE) e, por três vezes, do Sindicato dos Médicos do Estado de São Paulo (SIMESP), além de vice-presidente da Federação Nacional dos Médicos (FNM).

No início dos anos 80, participou da fundação do Partido dos Trabalhadores (PT), somando-se a lideranças sindicais de expressão nacional, como Luiz Inácio Lula da Silva, e também da fundação da Central Única dos Trabalhadores (CUT), da qual foi presidente no estado de São Paulo (1988/1989).

Em 1990, entra na vida política institucional ao ser eleito deputado estadual. Foi eleito para seu primeiro mandato de deputado federal em 1995. Na Câmara dos Deputados, exerce a presidência da Comissão de Fiscalização e Controle.

Em 2004, é escolhido pelos Líder da Bancada do PT na Câmara. No mandato da prefeita Marta Suplicy, em São Paulo (SP), exerceu ainda o cargo de Secretário de Implementação das Subprefeituras.

Durante seus cinco mandatos consecutivos como Deputado Federal, Arlindo Chinaglia destacou-se sempre por sua liderança e capacidade de diálogo. Foi eleito pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP), por 15 vezes seguidas, um dos “Cabeças do Congresso”.

Em 2007 e 2008, foi eleito, entre os 513 deputados e 81 senadores, o parlamentar mais influente do Congresso Nacional. E, em 2013, o terceiro mais influente. O presidente Lula escolheu Arlindo Chinaglia para ser seu Líder de Governo na Câmara dos Deputados e exercer um papel decisivo na aprovação das principais conquistas do país, tais como: o Bolsa Família, o Prouni e a Política de Valorização do Salário Mínimo.

Por seu trabalho, Arlindo Chinaglia foi eleito presidente da Câmara dos Deputados em 2007/2008 e colocou na pauta de votação importantes projetos de interesse da sociedade, como a aprovação de emendas do PAC (Programa de Aceleração de Crescimento) e a licença maternidade de seis meses, além de tornar mais produtiva e eficiente as votações no Congresso.

Foi presidente da mais importante Comissão Especial do Pré-Sal na Câmara dos Deputados e relator do Orçamento Geral da União. A presidenta Dilma Rousseff também escolheu Arlindo Chinaglia para ser seu Líder de Governo, cargo que exerceu até maio de 2014, quando foi eleito vice-presidente da Câmara e do Congresso Nacional.

Reeleito nas eleições de 2014, Chinaglia inicia em 2015 o sexto mandato como deputado federal.

Benedita da Silva

Rio de Janeiro

Benedita da Silva construiu sua vida pública envolvida nas lutas em favor das comunidades empobrecidas do Rio de Janeiro, sua cidade natal. Moradora do morro Chapéu Mangueira durante 57 anos, iniciou sua trajetória na Associação de Favelas do Estado do Rio de Janeiro.

Foi voluntária e alfabetizava adultos e jovens na favela do Chapéu Mangueira pelo método Paulo Freire. Nunca deixou de estudar e, aos 40 anos, concluiu os cursos de Serviço Social e de Estudos Sociais.

Em 1979, filiou-se com entusiasmo na criação do Partido dos Trabalhadores, pois via ali a oportunidade das mulheres, negras e pobres lutarem de forma organizada por direitos.

Em 1982, já articulada com os movimentos de mulher, negro e comunitário, foi eleita a primeira vereadora do PT e também a primeira mulher negra a ocupar uma cadeira na Câmara de Vereadores da cidade do Rio de Janeiro.

A eleição para deputada federal em 1986 foi o reconhecimento do trabalho em defesa da mulher, da igualdade racial, da trabalhadora doméstica, das minorias, dos direitos humanos e das comunidades faveladas. Assumiu o mandato, que também era constituinte, com a determinação de incluir na nova Constituição democrática os direitos desses segmentos discriminados.

Foi um luta árdua incluir os direitos das trabalhadoras domésticas, muitos dos atuais direitos da mulher e garantir o direito das mulheres presidiárias de permanecerem com os seus filhos durante a amamentação. Lutou pela igualdade racial, pela titulação das terras de quilombos, entre outras bandeiras. Foi suplente da Mesa Diretora da Câmara na Constituinte.

Benedita da Silva manteve a coerência em todos os mandatos e cargos que assumiu. Assim, foi na condição de vereadora, deputada federal, senadora, vice-governadora, governadora, ministra de Desenvolvimento Social do primeiro Governo de Lula, e secretária estadual de Assistência Social e Direitos Humanos do Rio de Janeiro.

Em 2002, quando governou o estado do Rio de Janeiro, numa decisão inédita, nomeou 20% de negros para o primeiro escalão. Implantou a lei cotas na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

Ao ser eleita novamente deputada federal, em 2010, foi escolhida para ser a relatora da Proposta de Emenda Constitucional que ampliou os direitos trabalhistas das trabalhadoras domésticas, uma categoria com cerca de 7 milhões de pessoas. Foi uma oportunidade que a honrou, pois essa é uma luta que ela vem travando desde o início de sua vida política.

Do movimento comunitário do Chapéu Mangueira aos mandatos políticos que exerceu e continuou exercendo, passando pelo engajamento em defesa da igualdade racial, dos direitos da mulher e da inclusão social e de uma trajetória que reflete as lutas de todos aqueles que são excluídos, e lutam por uma sociedade socialmente mais justa e democrática.

Beto Faro

Pará

Agricultor familiar e filiado ao PT desde 1987, Beto Faro acumulou larga experiência na militância sindical. Presidiu o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Bujaru, a Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetagri-PA) e a Central Única dos Trabalhadores do Pará.

Destacou-se na luta pela consolidação do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF) e de outras políticas públicas para a população rural.

Elegeu-se deputado federal em 2006, mas chegou a assumir o mandato no final da legislatura anterior, em janeiro de 2007, quando ainda era suplente.

Na Câmara dos Deputados, foi vice-líder do PT e vice-presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural. Em 2010, foi o mais votado entre os candidatos do PT, alcançando a reeleição com 169.504 votos.

No governo Lula, ocupou o cargo de Superintendente Regional do INCRA no Pará entre 2003 e 2004. Iniciou a nova legislatura como membro titular da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural e suplente da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, além de ser novamente vice-líder da bancada petista.

Em 2014 foi reeleito e inicia em 2015 o seu terceiro mandato na Câmara dos Deputados.

Carlos Veras

Pernambuco

Agricultor e natural do município pernambucano de Tabira, Carlos Veras – atual presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT-PE) – foi eleito para a Câmara dos Deputados com 72.005 votos. Veras começou sua trajetória política aos 18 anos como presidente da Associação Rural de Poço de Dantas. Depois assumiu outros postos de comando no movimento sindical e de agricultores. Foi coordenador do Complexo das Cooperativas do Sertão; secretário-geral da Cooperativa de Crédito Ecosol-Pajeú; tesoureiro da Agência de Desenvolvimento Solidário da CUT (ADS-CUT); vice-presidente da Central na gestão 2009-2012 e presidente no período de 2012/2015.

Sua gestão à frente da CUT se destacou como uma ação democrática e participativa junto aos sindicatos e aos movimentos sociais, estudantil, negro e das mulheres. Também militou em nome da reforma agrária e da reforma política, convocando a classe trabalhadora para se manter unida e defender seus direitos contra o ajuste fiscal do governo.

Carlos Zarattini

São Paulo

Carlos Zarattini é economista formado pela Universidade de São Paulo (USP), especializado em Engenharia de Transportes, e luta desde os treze anos por um Brasil democrático, soberano e socialmente justo.

Participou da reorganização dos estudantes secundaristas na década de 70 e trabalhou como gráfico na Editora Abril e na “Folha de S.Paulo”, período no qual fez parte Oposição Sindical dos Gráficos.

Filiado ao PT desde 1987, teve sua primeira atividade parlamentar em 1995, quando assumiu uma vaga de vereador na Câmara Municipal de São Paulo, na qual ganhou notoriedade ao elaborar e garantir a aprovação da proposta que estabeleceu o Bilhete Único do sistema de transporte público.

Em 1998, foi eleito deputado estadual e atuou com ênfase na área de Educação. Na gestão de Marta Suplicy na prefeitura de São Paulo, foi Secretário Municipal de Transportes e, mais tarde, comandou a Secretaria de Sub-Prefeituras. Foi membro do Diretório Nacional (1997-2003) do PT e exerceu outros cargos de direção em nível estadual e municipal.

Elegeu-se deputado federal em 2006 e foi o autor da Lei da Tarifa Social de Energia Elétrica, beneficiando milhares de famílias em todo o país.

Reeleito em 2010 com mais de 200 mil votos, na legislatura 2011-2015 foi vice-líder da bancada do PT e atuou com ênfase nas comissões de Minas e Energia e de Relações Exteriores e Defesa Nacional.

Coordenou os grupos de trabalho de Negociação dos Royalties e do Código Penal Militar. Presidiu a comissão especial de Aplicação dos Recursos dos Royalties (PL 0323/07) e a Frente Parlamentar da Defesa Nacional.

Em dezembro de 2016, foi eleito Líder do PT na Câmara de Vereadores.

Célio Moura

Tocantins

 Natural de Arapuá (MG), e radicado no município de Araguaína (TO), Célio Alves de Moura foi eleito o primeiro deputado federal da história do partido no estado com 18.167 votos. Militante histórico do PT em Tocantins, Célio Moura é advogado e já foi candidato a prefeito de Araguaína.

Deputado Paulo Guedes

Minas Gerais

Natural de São João das Missões (MG), Paulo Guedes foi eleito para a Câmara dos Deputados com 176.841 votos. Exerceu três mandatos na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, cargo para o qual foi eleito em 2014 com 164.831 votos, a maior votação no estado. Ex-vereador por três mandatos no município de Manga, Norte de Minas, Guedes também foi coordenador estadual do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs-MG).

O petista foi candidato a prefeito de Montes Claros, em 2012. Após iniciar a disputa com 1,8% das intenções de voto, Guedes venceu o primeiro turno com 50.902 votos, quase 29% do eleitorado. No segundo turno, teve 82.478 votos, ou 44%, e ficou em segundo lugar no pleito. A convite do governador de Minas, Fernando Pimentel, comandou recentemente a Secretaria de Desenvolvimento e Integração do Norte e Nordeste de Minas Gerais (Sedinor).

Paulo Guedes é professor, casado e pai de três filhos. Nasceu no município de Manga, no Norte de Minas, onde começou sua vida política, aos 20 anos de idade. Foi vereador por três mandatos e presidente da Câmara em duas oportunidades. Entre 2001 e 2004, atuou como presidente da Associação dos Vereadores da Área Mineira da Sudene (Avams) e, entre 2002 e 2004, como diretor da União de Vereadores de Minas Gerais (Uvemig). Em 2003, assumiu a Coordenadoria Estadual do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs-MG) e realizou ações importantes de convivência com seca na região.

 

Elvino Bohn Gass

Rio Grande do Sul

Bohn Gass nasceu no município de Santo Cristo, noroeste do Rio Grande do Sul. Filho de agricultores familiares, desde cedo ajudou os pais na pequena propriedade.

Graduou-se em Estudos Sociais, com licenciatura em História, pela Unijuí e Pós-Graduação em Gestão Social pela UFRGS.

Fundador do PT, sempre integrou direções partidárias em nível local e estadual. Fundador da CUT, integrou sua direção nacional. Bohn Gass atuou também no movimento estudantil e na Pastoral da Juventude.

A história de lutas e a experiência o conduziram, em 2010, ao cargo de Secretário Nacional Agrário do Partido dos Trabalhadores. No movimento sindical, presidiu o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santo Cristo por duas vezes (1986-1989 e 1992-1995).

Em 1996, elegeu-se vereador em Santo Cristo. No mesmo ano, renunciou à vaga de vereador para assumir, como suplente, a vaga do deputado estadual. Foi reeleito deputado estadual em 1998, 2002 e 2006, com votação em mais de 250 municípios gaúchos.

Na Alergs, teve atuação marcante e foi líder da bancada petista, além de ter presidido a Comissão de Agricultura e coordenado as frentes parlamentares em defesa da extensão rural e da economia popular e solidária.

Em seu primeiro mandato na Câmara dos Deputados, Bohn Gass, se destacou na luta em defesa da agricultura familiar. Presidiu a Comissão Especial que elaborou o novo Código Florestal que garantiu critérios diferenciados para o agricultor familiar.

Foi relator do projeto de lei de criação da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural -Anater. Entre os projetos apresentados está o que prevê redução de impostos a quem fizer uso racional de água e energia elétrica e o que prevê a preferência de pagamento dos créditos ao agricultor familiar em caso de falência da empresa.

Erika Kokay

Distrito Federal

Erika Kokay é natural de Fortaleza (CE) e reside em Brasília desde 1975. Deu os primeiros passos na política em 1976, ao ingressar na Universidade de Brasília (UnB) e participar do movimento estudantil. Em 1977 ajudou a organizar uma greve histórica, reprimida pela polícia que invadiu a UnB, resultando na sua expulsão e na das lideranças do movimento, sem direito de defesa.

Mudou-se em 1978 para São Paulo, onde ingressou no curso de História da USP, não chegando a concluí-lo. Na USP, organizou e liderou uma passeata com mais de 20 mil estudantes contra a ditadura militar, marco histórico da luta pelo retorno à democracia.

Depois da Anistia, ganhou o direito de retornar à UnB e concluiu o curso de Psicologia em 1988. No movimento sindical, organizou em 1985 a primeira greve dos funcionários da Caixa em 124 anos de existência da empresa. Foi presidenta do Sindicato dos Bancários de Brasília por dois mandatos, secretária-geral da Confederação Nacional dos Bancários e presidenta da CUT-DF.

Eleita deputada distrital em 2002 e 2006, seus dois mandatos na Câmara Legislativa do DF foram marcados pelo forte apoio às demandas dos movimentos populares. Presidiu as comissões de Direitos Humanos e de Defesa do Consumidor na CLDF e teve atuação decisiva na apuração das denúncias de corrupção relacionadas ao escândalo da Caixa de Pandora, envolvendo políticos do Distrito Federal.

Em 2011 inicia sua trajetória na Câmara dos Deputados, mantendo como uma de suas principais áreas de atuação a defesa dos direitos humanos, em todas as suas dimensões e agora em âmbito nacional, mas sem jamais esquecer as questões afetas ao Distrito Federal. Desde o início, integrou as comissões de Direitos Humanos e Minorias e de Seguridade Social e Família.

Erika Integrou também comissões de Finanças e Tributação, Desenvolvimento Urbano, Legislação Participativa e de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado. Participou ainda das comissões especiais destinadas a discutir: o direito à educação sem uso de castigos corporais (presidente); reforma política; a autonomia da Defensoria Pública do Distrito Federal (relatora); a criação de Carreira do Policiamento de Trânsito; Carreira Única de Médico de Estado; a redução da maioridade penal; a regulamentação das terras indígenas; o Estatuto da Família, a criação da Perícia Oficial de Natureza Criminal; a que institui o piso salarial para vigilantes; a que discute a revisão do Estatuto do Desarmamento, entre muitas outras.

Presidiu a Comissão Parlamentar de Inquérito que apurou denúncias de exploração sexual de crianças e adolescentes, tendo feito diligências e oitivas em diversas partes do país, inclusive de prefeitos e outros ocupantes de importantes cargos públicos, que levaram muitos envolvidos à prisão. Além disso, Erika participou de diversas Frentes Parlamentares entre as quais se destacam a Frente Parlamentar Mista de Enfrentamento às DST/HIV/AIDS e a Frente Parlamentar Mista de Direitos Humanos da Criança e do Adolescente.

Entre projetos de lei, propostas de emenda à Constituição, requerimentos e outras iniciativas, Erika apresentou cerca de 600 proposições e relatou dezenas de outras.

Em 2014 foi reeleita para a Câmara com 92.558 votos, a terceira maior votação no Distrito Federal.

Frei Anastácio

Paraíba

Antônio Ribeiro, mais conhecido como Frei Anastácio, foi eleito com 91.408 votos. Atualmente exerce o quarto mandato de deputado estadual pelo estado da Paraíba. Iniciou sua trajetória política organizando movimentos de trabalhadores rurais, na década 70, no litoral sul paraibano. Posteriormente, ajudou a fundar a Comissão Pastoral da Terra (CPT).

Em seu longo histórico de militante social ligado à Igreja Católica – na ala progressista da teologia da libertação – atuou principalmente em defesa da reforma agrária e da agricultura familiar.

Helder Salomão

Espírito Santo

Helder Ignacio Salomão nasceu em Córrego Alto Moacir, município de Colatina (ES), hoje município de Governador Lindenberg. Filho dos trabalhadores rurais Nadir e Demétrio. Aos dez anos, em 1975, mudou-se para a cidade de Cariacica (ES) com o objetivo de continuar seus estudos.

Casado com a professora Vera e pai de dois filhos, Sofia e Pedro, Helder iniciou sua militância nas Comunidades Ecleciais de Base e nos movimentos sociais, em 1980. No ano de 1982, filiou-se ao Partido dos Trabalhadores (PT). Formado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG) e especialista em Planejamento Educacional pela Universidade Salgado de Oliveira (UNIVERSO). É professor de Filosofia desde 1988.

Seu primeiro mandato eletivo foi de vereador na cidade de Cariacica (ES) de 1993 a 1996. Em 2002, foi eleito deputado estadual do Espírito Santo.

Em 2004, venceu as eleições para prefeito da cidade de Cariacica, e se tornou o primeiro prefeito da história a ser reeleito na cidade (2005-2012). Deixou o governo com aprovação recorde na história do município.

Como prefeito, Helder foi 18 vezes premiado pela sua eficiente gestão e pelo apoio às micro e pequenas empresas. O que o levou a ser eleito por três vezes consecutivas Prefeito Empreendedor do Estado e por uma vez o Prefeito Empreendedor do Brasil.

Foi vice-presidente para Assuntos da Micro e Pequena Empresa e do Empreendedor Individual da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), vice-presidente do Conselho Metropolitano de Desenvolvimento da Grande Vitória (COMDEVIT) e coordenador da Região Metropolitana da Grande Vitória da Associação dos Municípios do Espírito Santo (AMUNES).

Participou de duas Missões Técnicas Internacionais do Sebrae Nacional para intercâmbio de experiências com países europeus sobre políticas de apoio à micro e pequena empresa na Espanha, Itália, Inglaterra e Escócia.

Foi secretário de Assistência Social e Direitos Humanos do Espírito Santo de fevereiro de 2013 a março de 2014.

Disputou as eleições de 2014 para o mandato de deputado federal e foi eleito com 83.967 votos.

Henrique Fontana

Rio Grande do Sul

Henrique Fontana Júnior nasceu no dia 18 de janeiro de 1960, em Porto Alegre (RS). Formado em Administração de Empresas e em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), inicia o quinto mandato como deputado federal, reeleito em 2014 com 128.981 votos.

Na legislatura 2011-2015 foi líder do Governo Dilma na Câmara Federal, relator da Comissão Especial da Reforma Política, presidente da Frente Parlamentar Mista para o Desenvolvimento da Indústria Têxtil e de Confecção e vice-presidente da Frente Parlamentar em Defesa do Trânsito Seguro.

Também ocupou o cargo de líder do governo na Câmara, entre 2008 e 2010, durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva

Henrique Fontana foi eleito vereador da capital gaúcha em 1992, ano em que Tarso Genro sucedeu Olívio Dutra na Prefeitura. Em 1996 foi reeleito vereador e se tornou secretário municipal da Saúde na gestão de Raul Pont. Candidato a deputado federal pela primeira vez em 1998, teve expressiva votação e ingressou na bancada PT na Câmara Federal.

Em seu primeiro mandato, destacou-se como debatedor de temas nacionais e articulador do governo do Rio Grande do Sul junto ao governo federal e ao Congresso Nacional.

Foi membro da Comissão de Seguridade Social e entre os projetos apresentados por ele na Câmara estão as propostas de realização de um plebiscito para decidir o ingresso ou não do Brasil na Alca; de ampliação dos recursos para a saúde, com a correção da tabela do SUS; de criação de uma CPI para investigar irregularidades nos planos de saúde; de regulamentação da publicidade de medicamentos; e outro sobre a redução de danos entre usuários de drogas injetáveis.

Em 2002, foi reeleito deputado federal. Com a vitória do presidente Lula, Henrique passou a mostrar habilidade já na vice-liderança da bancada do PT e, posteriormente, na liderança do Partido, durante a crise de 2005, função que ocupou até o início de 2007.

A desenvoltura do líder chamou a atenção do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), que o escolheu entre os parlamentares mais destacados do Congresso. Em 2008 e 2009, foi eleito pelos parlamentares como o segundo deputado mais destacado do Congresso Nacional. Pela sua atuação, recebeu também prêmios do site Congresso em Foco (especializado em cobertura política).

Na reeleição de Lula em 2006, Henrique ampliou sua votação e foi eleito para o terceiro mandato federal consecutivo. Como Líder do Governo na Câmara, entre 2008 e 2010, teve papel destacado em votações de projetos importantes para o desenvolvimento do país, como o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o Minha Casa Minha Vida, bem como nos debates sobre o pré-sal. Na eleição de 2010, foi mais uma vez reconduzido à Câmara dos Deputados, após obter mais de 130 mil votos.

João Daniel

Sergipe

João Daniel tem uma história de vida ligada às lutas populares. Filho de pequenos agricultores, desde cedo compreendeu o valor da terra para o povo do campo e a necessidade de ampliar as conquistas dos trabalhadores.

Já aos 17 anos, João Daniel iniciou a militância política na Pastoral da Juventude e nas Comunidades Eclesiais de Base da Igreja Católica. Saiu do interior de Santa Catarina para integrar o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), com a tarefa de fundar o Movimento naquele Estado. Depois, seguiu organizando o MST em outras regiões do país até chegar ao Nordeste.

Em Sergipe, fincou raiz. No estado há cerca de 20 anos, João Daniel participou das articulações iniciais do MST, junto com lideranças da Diocese de Própria; do Pólo Sindical; do Comitê de Apoio a Luta pela Terra; da Central Única dos Trabalhadores (CUT), do Partido dos Trabalhadores (PT) e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Durante essa trajetória, João Daniel vivenciou despejos violentos, sofreu ameaças, foi preso, torturado. Manteve-se firme, organizando o povo, seguindo a caminhada.

Com essa firmeza de ideal, o MST em Sergipe, sob a liderança de João Daniel, consolidou-se como um Movimento de referência nacional, e hoje é, proporcionalmente, o estado com o maior número de famílias sem terra mobilizadas em acampamentos e assentamentos.

À luta e à organização do MST somam-se as experiências de outros movimentos sociais urbanos e rurais, de moradia, juventude,pequenos agricultores, cooperativas, sindicatos, ou seja, uma força popular que caracteriza João Daniel como uma das mais importantes lideranças políticas do Estado de Sergipe.

Em 2010, atendendo ao seu partido e aos movimentos sociais, candidatou-se pela primeira vez a deputado estadual. Nas urnas teve a resposta da população e foi eleito com 29.936 votos, o sexto deputado mais votado em Sergipe naquela ocasião.

João Daniel cumpriu o mandato de deputado estadual na Assembleia Legislativa de Sergipe de 2011 a 2014, para o qual foi eleito com quase 30 mil votos. No parlamento estadual, exerceu um dos mandatos mais participativos da história, com ações voltadas para as principais necessidades do povo, visando a melhoria das condições de vida dos trabalhadores e toda população.

Novamente, em 2014, foi desafiado a partir para um mandato federal. O deputado João Daniel chega à Câmara após ter sido eleito com 52.959 votos. Ele foi o único escolhido do Partido dos Trabalhadores em Sergipe para o mandato de 2015/2018.

Jorge Solla

Bahia

Nascido em Salvador, no bairro de Baixa de Quintas, Jorge Solla é graduado em Medicina pela Universidade Federal da Bahia (1984), Mestre em Saúde Coletiva pela Universidade Federal da Bahia (1993) e Doutor pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2009). Solla é casado com a enfermeira Marília Fontoura há 26 anos e tem dois filhos.

Foi Secretário Municipal de Saúde de Vitória da Conquista (1999 a 2002), Secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde do Ministério da Saúde (2003 a 2005) e Secretário da Saúde do Estado da Bahia (2007 a janeiro de 2014).

É médico pesquisador da Universidade Federal da Bahia e autor de inúmeros livros e artigos sobre gestão da saúde. Iniciou sua militância política em 1979 durante o Congresso de Reconstrução da União Nacional dos Estudantes (UNE), tendo sido presidente do Diretório Acadêmico de Medicina e diretor do Diretório Central dos Estudantes da UFBA.

Participou da fundação do Partido dos Trabalhadores na Bahia, sempre militando na área de saúde, lutando pelo fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS). Teve atuação no movimento sindical e na direção estadual do PT. Nos últimos 15 anos, tem se dedicado a atuar em gestão da saúde em administrações petistas.

À frente da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia, construiu cinco novos hospitais, contemplando diversas regiões da Bahia e disponibilizando mais de 1.400 novos leitos hospitalares; disponibilizou novos leitos de UTI, triplicando o número existente na rede SUS no Estado; criou o Programa Saúde em Movimento, que realizou mais de 140 mil cirurgias de catarata e 400 mil consultas oftalmológicas; triplicou o número de Centro de Especialidades Odontológicas (CEO); criou o programa de Rastreamento de Câncer de Mama que já beneficiou mais de 150 mil mulheres; promoveu a expansão do SAMU 192, hoje atendendo mais de 10 milhões de baianos.

Programa de Internação Domiciliar, hoje com 26 equipes e mais de mil pacientes atendidos por mês; beneficiou mais de 90 mil pessoas com o Programa Medicamento em Casa; entregou mais de mil novos postos de Saúde da Família em toda a Bahia; recriou a Bahiafarma, depois de 18 anos fechada; ampliou em mais de 127% o número de Centros de Atenção Psicossocial (CAPs); construiu o Hospital do Subúrbio, primeira Parceria Público Privada (PPP) hospitalar do Brasil e inaugurou 18 Unidades de Pronto Atendimento (UPA 24h), atendendo diversas regiões do estado.

Eleito deputado federal em 2014, continuará, na Câmara, sua luta em prol do fortalecimento do SUS e da saúde em geral, bem como de áreas e temáticas afins.

José Airton é advogado e engenheiro civil, com mestrado em Direito Público. Foi eleito para o quarto mandato de deputado federal pelo PT do Ceará nas eleições de 2018. Foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores no Ceará, vereador de Aracati (CE), primeiro prefeito de Icapuí (CE), tendo exercido dois mandatos, e também vereador de Fortaleza (CE).

Começou sua militância política na universidade, participando e sendo presidente e vice-presidente respectivamente do Centro Acadêmico Unificado das Engenharias, Civil, Mecânica e Elétrica. Participou da Pastoral Universitária, tendo lá contribuído para a fundação do Partido dos Trabalhadores, em 1980, atuando junto ao ex-presidente Lula desde os primórdios do partido.

Os excelentes resultados das gestões em Icapuí (município que ajudou a emancipar), uma das primeiras cidades administrada pelo PT no Brasil, o levaram a concorrer ao governo do estado duas vezes. Na segunda vez, em 2002, agrupou importantes aliados. Numa campanha jamais vista na história do Ceará, levou a disputa para o segundo turno, fato inédito no estado, na inesquecível campanha É LULA LÁ E JOSÉ AIRTON CÁ!

Foi diretor da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Como deputado federal foi relator da Lei da Pesca e da Criação do Ministério da Pesca e Aquicultura e presidente da Comissão Mista Especial do Congresso Nacional para apreciar a chamada de MP da Seca. Também foi o autor do Projeto de Lei que define o dia 12 de abril – data em que o grande Chico Anysio nasceu, como o Dia Nacional do Humorista. José Airton também apresentou o Projeto de Lei – 6406/09 que criou a profissão de comerciário e comerciária, definindo a jornada de trabalho dos empregados no comércio e instituindo o Dia do Comerciário, celebrado em 30 de outubro.

Atuante como Secretário Geral da Frente Parlamentar Mista de Pesca e Aquicultura, vice-presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Livro, da Leitura e da Biblioteca no Congresso Nacional, membro titular da Comissão de Turismo, atua em prol da criação da Zona Franca no Semiárido Nordestino, na Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Municípios Brasileiros – FMB, Frente Parlamentar Mista, do Agronegócio e Agricultura Familiar, Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Bancos Públicos, Frente Parlamentar Mista em Defesa do Banco do Nordeste, Frente Parlamentar Mista da Educação, Frente Parlamentar em Defesa da Regularização Fundiária, Frente Parlamentar Mista pela Reforma Política, Frente Parlamentar em Defesa da Escola Pública e em Respeito ao Profissional da Educação, Frente Parlamentar Mista em Defesa da Indústria Marítima Brasileira, Frente Parlamentar em Defesa dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, Frente Parlamentar em Defesa dos Policiais Militares e Bombeiros Militares, Frente Parlamentar em Defesa do Trânsito Seguro, Frente Parlamentar Mista de Combate à Fome no Brasil, Frente Parlamentar em Defesa da Petrobras, Frente Parlamentar Mista em Prol do Semiárido ( FPM PRÓ-SEMI), Frente Parlamentar do Congresso Nacional em Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência, Frente Parlamentar em Defesa do Programa Mais Médicos, Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Consumidores de Energia Elétrica, Frente Parlamentar Mista em Defesa da Soberania Nacional, Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Direitos dos Povos Indígenas, Frente Parlamentar Mista Brasil-África com Participação Popular de Enfrentamento ao Racismo, Frente Parlamentar Mista em Defesa da Previdência Social, Frente Parlamentar em Defesa da Marinha Mercante e da Indústria Naval Brasileira, Frente Parlamentar Mista pela Criação da Indústria de Petróleo e Gás no Brasil, Frente Parlamentar Mista em Defesa da Soberania Nacional.

É municipalista e destaca-se como um dos parlamentares que mais conseguiu garantir recursos para o Governo do Estado e os municípios cearenses, sempre priorizando as áreas da saúde, educação, infraestrutura e turismo, sendo um grande aliado e defensor da classe trabalhadora.

José Nobre Guimarães é advogado e ocupa pela terceira vez consecutiva o cargo de Deputado Federal.

Foi  Líder da Bancada do PT na Câmara dos Deputados em 2013, conduzindo os 89 deputados federais na aprovação do programa Mais Médicos e do marco regulatório do setor portuário (MP dos Portos). Antes, coordenou a bancada do Nordeste, em 2012, e atuou como vice-líder do Governo Dilma Rousseff na Câmara, em 2011.

No seu primeiro mandato como deputado federal, entre 2007 e 2010, foi vice-líder da bancada do PT e, também nesta época, coordenou a Bancada do PT nas comissões de Finanças e Tributação da Câmara e Mista de Orçamento do Congresso Nacional.

Guimarães é um dos mais atuantes parlamentares na defesa do projeto petista e do crescimento do País e do Nordeste. Relatou projetos importantes na Câmara, como a Medida Provisória 527/11, que criou o Regime Diferenciado de Contratações (RDC), para as obras da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016, e teve papel decisivo na aprovação da Política de Valorização do Salário Mínimo.

A militância do deputado Guimarães, no entanto, não começou na Câmara dos Deputados. Sua estreia foi no Centro dos Estudantes Secundaristas do Ceará (CESC). Depois dirigiu o Centro Acadêmico Clóvis Beviláqua, do curso de Direito, da Universidade Federal do Ceará, onde se formou.

Guimarães tem uma trajetória de luta no movimento sindical e no Comitê Brasileiro pela Anistia. Como bancário, esteve na linha de frente da histórica greve de 1979. Teve também forte participação na Campanha pelas Diretas Já, no Ceará, em 1983.

Filiou-se ao PT em 1985 e, no mesmo ano, coordenou a campanha vitoriosa de Maria Luiza à prefeitura de Fortaleza. Presidiu o PT cearense de 1991 a 2000 e coordenou as campanhas de Lula em 1989 e 2002.

Assumiu o mandato de deputado estadual em 2000 e foi reeleito em 2002. Na Assembleia Legislativa do Ceará, Guimarães participou das principais comissões da Casa e foi o relator-geral do Orçamento do estado em 2004.

José Guimarães chegou à Câmara dos Deputados em 2006, com o respaldo de ter sido o deputado federal mais votado do PT do Ceará. Em 2010, foi o segundo deputado federal mais votado no seu estado e o mais votado do PT, com 210,3 mil votos distribuídos por todos os 184 municípios cearenses.

Em 2014, Guimarães alcançou a marca de segundo deputado mais votado em todo território nacional,  reeleito com o voto e apoio de 209.032 cearenses. e ficou entre os 30 mais sufragados em todo País.

Eleito para exercer o mandato de deputado federal com 197.270 votos, foi  deputado estadual do Amazonas, é economista e bacharel em direito, com pós-graduação em Gerência Financeira Empresarial. O petista já foi professor universitário de Economia, ex-presidente do Conselho Regional de Economia AM/RR e desde 1989 presta Consultoria Econômica para empresas do Pólo Industrial de Manaus.

Participação Política

Desde 1995, é filiado ao PT, e colaborador desde a sua fundação, em 1980. Foi membro do Diretório Estadual e membro do Diretório Municipal em Manaus e, em três gestões, foi secretário de Finanças, coordenando a aquisição da sede própria do PT. Também concorreu à presidência do PT Manaus, em 2001 e em 2009, e do PT Amazonas, em 2007.

José Ricardo concorreu, pela primeira vez, uma eleição como candidato a vereador em 1996, quando ficou como quarto suplente. Em 2000, candidatou-se pela segunda vez, ficando como terceiro suplente; e em 2002, concorreu como candidato a deputado estadual, terminando em primeiro suplente. Em 2004, ele elegeu-se vereador, disputando novamente as eleições em 2006, como deputado estadual, terminando como segundo suplente. Em 2008, José Ricardo elegeu-se, pela segunda vez, vereador de Manaus/PT; e em 2010, venceu a eleição para deputado estadual, conquistando mais de 38,3 mil votos.

Mandato de muitas lutas.

Na Câmara Municipal de Manaus, ele já atuou como líder do PT, presidindo ainda a Comissão dos Direitos Humanos e a Comissão de Legislação Participativa.

Dentre as suas principais defesas e lutas, destacam-se: na área do transporte – projeto da meia-passagem, transparência da tarifa de ônibus, licitação e melhoria do sistema de transporte; na área da educação – projetos para bibliotecas, emendas no orçamento para construção de escolas, denúncias de falta de merenda, luta pelo PCCS dos professores e cobrança pela melhoria da qualidade na educação; na área da moradia – cobrança por uma política habitacional do Município, por meio do Programa Minha Casa, Minha Vida; na questão da água – questionamento na Justiça sobre o reajuste da água e sobre a falta de água para a população; e na área da saúde – luta pela melhoria no atendimento básico.

Joseildo Ramos está no segundo mandato de deputado estadual pelo Partido dos Trabalhadores (PT). Natural de Alagoinhas/BA, é engenheiro  agrônomo formado pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e servidor de carreira do Banco do Nordeste (BNB). Em 2000, foi eleito prefeito da cidade onde nasceu. Seu governo resgatou a credibilidade da administração pública, promovendo o desenvolvimento de Alagoinhas com a melhoria de todos os indicadores sociais e econômicos.

A gestão de Joseildo na prefeitura é referência em todo o país por ter adotado ferramentas de participação popular como o orçamento participativo. No governo municipal, foi pioneiro na criação do Plano Municipal de Saneamento Ambiental, o primeiro do país e feito também com a participação dos moradores do município.

Joseildo foi reeleito e deixou o cargo em 2008 com mais de 82% de aprovação. Após a passagem pela prefeitura, atuou no Governo da Bahia ao lado do então secretário de Relações Institucionais, Rui Costa, auxiliando no trabalho de integração entre municípios e governo estadual. Em 2010, foi eleito para o primeiro mandato de deputado estadual com mais de 50 mil votos.  Foi vice-líder do partido na Assembleia, relator da CPI da Telefonia e presidente do colegiado mais importante da Casa, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), cargo que ocupa até hoje.

Reeleito deputado com mais de 43 mil votos em 2014, Joseildo é membro da Comissão de Meio Ambiente, Seca e Recursos Hídricos e uma das vozes mais atuantes em defesa dos trabalhadores na Assembleia. Atua no fortalecimento dos Territórios de Identidade, no campo da agricultura familiar, educação, saúde e infraestrutura.

Como parlamentar, tem iniciativas como a implantação de cotas para negros e índios na realização de concursos públicos pelo estado da Bahia. Seu texto foi incorporado ao Estatuto da Igualdade Racial e já vigora no estado. O combate ao trabalho escravo também é luta do seu mandato. É iniciativa de Joseildo a Lei 13.221/2015, sancionada pelo governador Rui Costa e que determina a punição das empresas envolvidas na exploração de trabalho análogo à escravidão na Bahia. A Perda de incentivos fiscais e cassação do registro do ICMS são algumas das punições previstas. É de sua autoria também a Lei 13.444/2015 que obriga os postos a informar o combustível mais vantajoso para o consumidor. De acordo com a iniciativa, os proprietários de postos e revendedoras de combustíveis são obrigados a fixar placa em seus estabelecimentos indicando a diferença em abastecer com álcool e gasolina. Joseildo tem 57 anos e é pai de cinco filhos; Brenda, Breno, Adriana, Geórgia e Ana Cecília.

Leonardo Monteiro

Minas Gerais

A trajetória política do Deputado Federal Leonardo Monteiro é motivo de orgulho para todo o estado de Minas Gerais. Formado em Direito pela Faculdade de Direito do Vale do Rio Doce (Fadivale) de Governador Valadares, é, também, Técnico em Química com Especialização em Meio Ambiente.

Assim como o presidente Lula, sua atuação política teve origem no movimento sindical. Foi na Celulose Nipo Brasileira (Cenibra), em Belo Oriente, onde trabalhou por 19 anos, que iniciou sua militância. Uma trajetória político-sindical marcada por lutas e conquistas.

Leonardo Monteiro foi um dos responsáveis pela implantação, em 1978, do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Papel e Celulose (Sinticel). Em 1982 foi eleito presidente do Sindicato, cargo que ocupou até 1985.

Nos anos 90, organizou os sindicatos dos Bancários, Comerciários, Trabalhadores na Alimentação, Gráficos, Saúde, Metalúrgicos e Servidores Públicos Municipais e idealizou a reestruturação do espaço físico da União Operária, em Governador Valadares. Atuou junto à criação da Federação Interestadual de Trabalhadores na Indústria de Papel e Celulose.

Em 1992, motivado pelo Partido dos Trabalhadores e por sindicalistas, Leonardo Monteiro sai candidato a vereador em Governador Valadares, vence as eleições e é reeleito por duas vezes, em 1996 e 2000. Foi um dos vereadores mais atuantes na cidade.

Foi secretário e vice-presidente da Câmara Municipal e, em 2000, foi eleito presidente. Implantou os Gabinetes de Vereadores e os projetos Câmara Itinerante, Câmara Escolar, Vereador Estudante e o Fórum Permanente Buscando Soluções.

Em 2003, assume seu primeiro mandato de Deputado Federal, quando passou a representar o povo mineiro em Brasília. Sua luta agora é por todo o Estado, que reconhece a atuação do parlamentar e o reelege em 2006, 2010 e em 2014. Através de projetos apresentados aos Ministérios e aos órgãos do Governo Federal, Leonardo Monteiro logo começou a trazer benefícios para as regiões do Vale do Rio Doce, Vale do Suaçuí, Vale do Jequitinhonha, Guanhães, Vale do Mucuri, Vertentes e Norte de Minas.

São exemplos disso a duplicação e iluminação da BR-116 no trecho urbano de Valadares, a duplicação da BR-381 (Fernão Dias Norte), a instalação dos Institutos Federais de Ciência e Tecnologia (Araçuaí, Pirapora, Almenara e Governador Valadares), os cursos da Universidade Aberta do Brasil (em convênio com universidades como UFMG, UFOP, UFLA e UFJF).

Leonardo Monteiro tem atuado na implementação de ações importantes para a melhoria da qualidade de vida de milhares de pessoas, contribuindo para o fortalecimento dos programas sociais do Governo Federal (como o Bolsa Família e o Minha Casa, Minha Vida), e assumindo o compromisso de trabalhar pelo desenvolvimento, com geração de trabalho e renda, com a agricultura familiar e camponesa e com a preservação do meio ambiente.

Mas a grande bandeira do deputado é garantir a expansão da rede federal de educação em Minas Gerais, apoiando a criação da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFJM); a implantação de um campus da Universidade Federal de Ouro Preto, no Vale do Aço (com cursos em Ipatinga e Timóteo); e do campus da Universidade Federal de Juiz de Fora em Governador Valadares.

Luizianne de Oliveira Lins, cearense de Fortaleza, nasceu em 18 de novembro de 1968. Jornalista e professora universitária, é filha de mãe professora e pai militar. Cresceu na Capital, bairro da Maraponga, e possui três irmãos e um filho.

Deputada Federal pelo Partido dos Trabalhadores (PT), eleita para a legislatura 2015/2019, foi prefeita de Fortaleza por duas gestões (2005/2012). Ocupa, desde 2015, a relatoria da Comissão de Combate à Violência contra a Mulher do Congresso Nacional.

Na Câmara, criou a Frente Parlamentar Mista em Defesa das Políticas Públicas de Juventude e é membro das comissões de Desenvolvimento Urbano, Turismo, Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência, Comissão de Turismo e Comissão de Cultura.

Pelo Partido dos Trabalhadores, foi vereadora de Fortaleza (1996/2002) e deputada estadual (2002/ 2004). Jornalista formada pela Universidade Federal do Ceará (UFC), é professora concursada do mesmo curso desde 1995, hoje licenciada.

Iniciou sua militância política nos corredores da UFC, no movimento estudantil. Foi presidente do Centro Acadêmico de Comunicação Social da UFC (1989/1990) e presidente do Diretório Central dos Estudantes da UFC (1991/1992). Em 1993, foi diretora da União Nacional dos Estudantes (UNE).

Filiada ao Partido dos Trabalhadores desde 1989, foi secretária estadual de Juventude (1992/1994), secretária estadual de Mulheres (1995/1997), presidente do PT Fortaleza (1999/2001) e presidente do Diretório Estadual (2010/2013).

Foi ainda servidora pública da Empresa Municipal de Limpeza e Urbanização de Fortaleza (1988/ 1998) e trabalhou como pesquisadora, supervisora e vice-coordenadora do Instituto de Pesquisas Datafolha. Foi conselheira fiscal do BNDES (2013/2014).

Marcon

Rio Grande do Sul

Dionilso Marcon, natural de Rondinha, norte do Rio Grande do Sul, é o único deputado gaúcho que mora num assentamento rural. Filho de pequeno agricultor, desde jovem se destacou na luta pelos trabalhadores do campo. Acampado por quatro anos e meio, foi assentado em 1994 no assentamento Capela, em Nova Santa Rita, onde reside atualmente.

Seu mandato é um espaço de representação dos trabalhadores do campo e da cidade, de luta, de transformação da sociedade e de resistência, sempre com base nos ideais construídos desde o primeiro mandato.

Iniciou sua trajetória política em 1987, na Pastoral da Juventude da Paróquia de Ronda Alta e integrou a diretoria do Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR). Posteriormente, ampliando sua luta, foi integrante da direção estadual do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), no Rio Grande do Sul. Também foi presidente da Cooperativa Central dos Assentamentos do RS (COCEARGS)

Em 1998, foi eleito deputado estadual no Rio Grande do Sul e reeleito por mais dois mandatos. Enquanto deputado estadual, foi líder da bancada do PT. Presidiu, por duas vezes, a Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, atuando na defesa dos direitos das minorias, da liberdade de organização dos trabalhadores e dos movimentos sociais.

Durante os 12 anos de atuação no parlamento gaúcho, foi voz ativa na denúncia contra o latifúndio e fomentou políticas em benefício das comunidades pobres. Nos seus três mandatos consecutivos, Marcon sempre esteve presente nas lutas dos trabalhadores do campo e da cidade.

Seu trabalho parlamentar é reconhecido pelos trabalhadores devido ao compromisso com as lutas sociais, pelo apoio ao movimento sindical, os movimentos negro e quilombola, dos aposentados e dos servidores públicos.

Em 2010, foi eleito deputado federal e apresentou mais de 20 projetos de lei. Estabeleceu o Orçamento Participativo nas Emendas Parlamentares do seu mandato. Foi reeleito em 2014 para mais um quadriênio na Câmara dos Deputados.

Seu mandato sempre lutou pela democratização do acesso à terra no Brasil e por uma ampla política de Reforma Agrária, associada à qualificação dos assentamentos. Com relação à reforma urbana, sempre esteve presente nas lutas, apoiando as reivindicações dos trabalhadores.

Marcon é muito atuante na agricultura familiar, trabalhando para ampliar recursos na produção, o custeio e o investimento nas pequenas propriedades rurais. Seu mandato também ajudou no fortalecimento da política de ampliação do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) que atuou em parceria com o programa Fome Zero, entidades sociais e o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea).

Também apoiou a valorização dos servidores da segurança pública, defendendo salários dignos e melhores condições de trabalho para os profissionais da área.

Margarida Salomão

Minas Gerais

Mineira de Juiz de Fora, Margarida Salomão é professora universitária, graduada em Letras pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), mestre em Linguística pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pós-doutora na mesma área pela University of California (EUA).

Atualmente, é deputada federal pelo Partido dos Trabalhadores de Minas Gerais, no qual é filiada desde 2002. Reeleita em 2014, é a deputada majoritária de Juiz de Fora. Em 2010, quando tentou o primeiro pleito, também alcançou a maior votação na cidade. Assumiu seu primeiro mandato em 2013.

Na Câmara, é membro titular da Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação e Informática, da Comissão Especial do Fator Previdenciário e do Centro de Estudos e Debates Estratégicos da Casa.

A parlamentar se dedica a temas nacionais como Reforma Política e Democratização dos Meios de Comunicação, além de questões ligadas à Educação, à Ciência e à Tecnologia. Também atua na representação da Zona da Mata mineira e Campo das Vertentes, focando no desenvolvimento econômico das regiões. Margarida sustenta uma aliança histórica com os movimentos populares e tem estabelecido uma forte articulação com lideranças comunitárias e sindicais.

Foi secretária municipal de Administração e de Governo da Prefeitura de Juiz de Fora entre os anos de 1983 e 1988 e reitora da Universidade Federal de Juiz de Fora por dois mandatos, de 1998 a 2006. Também foi dirigente nacional da Associação Nacional de Dirigentes de Instituições Federais de Ensino Superior.

Maria do Rosário

Rio Grande do Sul

Maria do Rosário Nunes nasceu em Veranópolis, cidade da região nordeste do Rio Grande do Sul. Pedagoga formada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), mestre em Educação e Violência Infantil e doutoranda em Ciência Política pela mesma universidade.

Começou a militância no movimento estudantil secundarista, em Porto Alegre (RS), e foi como professora da rede pública municipal e estadual que obteve notoriedade no movimento sindical. Eleita vereadora da capital gaúcha por dois mandatos, Rosário presidiu as comissões de Educação e de Direitos Humanos e também foi líder do PT e do governo municipal na Câmara Municipal.

Filiada ao PT desde 1994, foi eleita deputada estadual em 1998 e presidiu a Comissão de Cidadania e Direitos Humanos na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul em 1998.

Em 2002, elegeu-se deputada federal, sendo reeleita em 2006, 2010 e 2014. Na Câmara Federal, foi relatora da CPI Mista que investigou as redes de exploração sexual de crianças e adolescentes e presidiu a Comissão de Educação e a Comissão Especial da Lei Nacional de Adoção. Também foi coordenadora da Frente Parlamentar de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente.

Maria do Rosário coordenou ainda o programa de governo nas áreas de Direitos Humanos, Educação e Políticas para as Mulheres na primeira eleição presidencial de Dilma Rousseff (2010).

Em 2011, licenciou-se do mandato para assumir a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, sendo a primeira mulher a ocupar a pasta.

Como ministra de Direitos Humanos teve atuação de destaque na afirmação de direitos para todas as pessoas, trabalhando sempre com os temas Memória e Verdade, Pessoas com Deficiência, Idosos, Diversidade Religiosa, LGBT, Crianças e Adolescentes, Igualdade Racial, entre tantos outros. Nesse período integrou e presidiu diversos conselhos nacionais.

Marília Arraes

Pernambuco

Após seu terceiro mandato como vereadora de Recife (PE), Marília Arraes chega à Câmara dos Deputados para reforçar a bancada feminina no Parlamento federal. Segunda candidata mais bem votada em seu estado, ela obteve 193.108 votos. Neta do ex-governador Miguel Arraes, Marília nasceu e cresceu em um ambiente de intensa atividade política. Formou-se em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco, onde se engajou no movimento estudantil, debatendo gênero e a pluralidade de direitos. Aos 24 anos, elegeu-se pelo PSB vereadora do Recife com 9.533 votos, sendo a parlamentar mais nova na 15ª legislatura.

Durante o biênio 2009/2010, atuou como presidente da Comissão de Políticas Públicas da Juventude. Em 2011, tornou-se a primeira mulher a presidir a Comissão de Legislação e Justiça. Em 2012, reelegeu-se vereadora com 8.841 votos. Logo após as eleições, assumiu a Secretaria Municipal de Juventude e Qualificação Profissional. Em fevereiro de 2016, oficializou sua desfiliação do PSB. No mesmo ano, foi eleita com 11.872 votos, uma das maiores votações da atual legislatura e uma das mais expressivas entre os parlamentares do PT.

Merlong Solano Nogueira nasceu no dia 17 de setembro de 1958, no interior do Piauí, município de Inhuma, mas reside em Teresina desde os nove anos de idade. Filho de Chiquinho David e Maria Amélia, tem 4 irmãs e 4 irmãos. É casado com Lizete Dias, com quem tem 3 filhos: Janaína, Rodrigues Neto e Mateus.

Ainda estudante, iniciou a luta pelo ideal de um Brasil solidário, em que haja igualdade de oportunidades para todos, o que o levou a militar junto aos movimentos sociais e sindicais. De 1976 a 1978 integrou o grupo de jovens OÁSIS, orientado pelo padre Costinha, conforme os princípios da Teologia da Libertação. Foi membro do Centro Acadêmico de Economia, em 1979; fundador e presidente do Centro Acadêmico de História, em 1980. Foi também no ano de 1980 que Merlong Solano filiou-se ao Partido dos Trabalhadores.

Graduado em Economia e História, Mestre em História Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, assumiu o magistério em 1991 como professor efetivo do curso de História da Universidade Federal do Piauí. Como gestor público, foi secretário de Estado de Planejamento do Piauí entre 2003 e 2006; secretário de Estado de Governo de 2006 a 2007, cargo que voltou a ocupar de 2015 a 2019. Foi diretor-presidente da Agespisa de 2007 a 2010; e secretário estadual das Cidades de 2011 a 2013. Merlong Solano assumiu mandato de deputado estadual em 2010.

Natália Bonavides

Rio Grande do Norte

Vereadora mais bem votada da história do PT no Rio Grande do Norte – detém também o título de ser a primeira mulher petista a ocupar uma cadeira na Câmara Municipal de Natal. Chega agora à Câmara do Deputados como a segunda candidata mais bem votada do seu estado e a primeira entre os candidatos petistas, com um total 112.998 votos. Tem um trabalho atuante voltado à defesa dos movimentos sociais, do serviço público de qualidade, das mulheres, dos direitos humanos dos grupos mais vulneráveis e do direito à cidade.

É Advogada popular, com mestrado em Direito Constitucional pela UFRN, tendo atuando como advogada do MST, do Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB), do Movimento de População em Situação de Rua e atuou politicamente junto à Marcha Mundial de Mulheres. Também participou do Movimento pela Humanização do Parto em Natal, advogou para o Sindicato dos Servidores Municipais de Natal e integrou a elaboração do projeto do Centro de Referência em Direitos Humanos da UFRN.

Advogado, fundador do Partido dos Trabalhadores, Nelson Pellegrino, dedicou mais de vinte anos de sua vida à defesa dos direitos humanos. Presidiu o PT da Bahia em 1992 e foi deputado estadual por dois mandatos.

Na Assembleia da Bahia, liderou a bancada petista, participou da CPI da Corrupção (que investigou a empreiteira OAS e suas ligações com a oligarquia comandada por ACM) e presidiu a Comissão de Direitos Humanos por sete anos (1992-1998).

Em 1999 assumiu o primeiro mandato de deputado federal e presidiu a Comissão de Direitos Humanos e Minorias em 2001.

Reeleito deputado federal em 2002, Pellegrino liderou o PT em 2003, quando a bancada petista encarou o desafio de comandar o governo federal e ser, pela primeira vez, a maior da Câmara, tendo ainda entre seus integrantes o presidente da Casa, João Paulo Cunha.

Novamente eleito deputado federal em 2006, em 2009, licenciou-se do mandato para assumir a Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos da Bahia, a convite do governador Jacques Wagner (PT). Em sua primeira experiência administrativa, Pellegrino assumiu a pasta com a responsabilidade de combater o crime organizado e implementar uma nova concepção de segurança pública no estado.

Reeleito em 2010, Pelegrino presidiu a Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional e a Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência (CCAI) no ano de 2013.

Novamente eleito deputado federal em 2014, licenciou-se do mandato para assumir o cargo de Secretário de Turismo do Estado da Bahia, no governo Rui Costa (PT). No entanto, em 2016, ele retornou e reassumiu o mandato.

Nilto Tatto

São Paulo

Nascido em Frederico Westphaelen, no Rio Grande do Sul, Nilto Tatto,  migrou para São Paulo em 1978, fixando-se com a família  na Zona Sul da Capital (Capela do Socorro), onde ingressou nas Comunidades Eclesiais de Base, Pastoral da Juventude, e movimentos sociais.

Essa atuação o aproximou das lutas sindicais a partir do final dos anos 1970, levando-o a integrar o Partido dos Trabalhadores (PT), desde de a sua fundação, em 1980.

Foi líder estudantil no início da década de 1980, período em que cursou Estudos Sociais na Faculdade Osec. Lecionou na rede pública e se especializou em Administração para Organizações do Terceiro Setor, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Entre 1983 e 1994, administrou o Centro Ecumênico de Documentação e Informação (CEDI). Instituição que assessorava movimentos operários, camponês, indígena e de educação popular.

Atuou na capacitação administrativa para o Conselho Nacional dos Seringueiros, em Rio Branco (AC), na época liderado por Chico Mendes, e para a União das Nações Indígenas em São Paulo e no Acre, coordenado por Ailton Krenak.

Em 1987, participou da fundação da Espaço de Formação Assessoria e Documentação, organização da sociedade civil, localizada no bairro Cidade Dutra, com atuação na área de educação e meio ambiente. Na Espaço atuou como voluntário até 1994, e assessorou diversos movimentos sociais, com destaque para o Movimento de Alfabetização de Jovens e Adultos (Mova-SP), e contribuiu com na articulação de iniciativas em defesa dos mananciais de São Paulo.

Com o encerramento das atividades do CEDI, em 1994, participou da fundação do Instituto Socioambiental (ISA), do qual foi secretário executivo a partir de 1999. Também coordenou ações e projetos de assessoria e capacitação em gestão administrativa para diversas organizações indígenas, como Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (Foirn),  Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab), e a Associação Terra Indígena do Xingu (Atix).

Entre 1999 e 2001, coordenou o Projeto de Manejo Florestal Xikrin do Cateté desenvolvido pelo  ISA com o povo Xicrin do Cateté, no município de Parauapebas (PA). Foi o primeiro projeto de manejo florestal em Terra Indígena no Brasil.

Em 2004 passou a coordenar o Programa Vale do Ribeira do ISA – função que ocupou até março de 2014 – com o desafio de dar visibilidade à luta das comunidades quilombolas e de articular a implantação de políticas voltadas à manutenção da rica diversidade da região que possuí menor IDH do Estado.

Em 2009, Nilto Tatto recebeu o Prêmio Dorothy Stang de Direitos Humanos, na categoria humanidade, por sua atuação em projetos de alternativas econômicas sustentáveis e geração de renda junto às comunidades quilombolas no Vale do Ribeira.

Ao longo de sua trajetória, ministrou palestras em diversas partes do Brasil, Europa, África, América Central e Estados Unidos, tendo também, atuado junto a comunidades tradicionais de Angola.

Foi eleito deputado federal em 2014, com 101.196 votos. Na Câmara Federal, tem pautado sua atuação em temas como garantia de direitos das comunidades tradicionais (quilombolas, ribeirinhos, indígenas, caiçaras), luta pela reforma agrária, agricultura familiar, unidades de conservação; redução do uso de agrotóxicos, estímulo a agroecologia. Enfim, tem centrado sua atenção as questões socioambientais.

Em 2017, presidiu a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Foi membro da Comissão de Direitos Humanos e Minorias. Integrou a Comissão de Desenvolvimento Urbano e a Comissão Mista do Orçamento. Além de comissões especiais como: PEC 215 (terras indígenas), PEC 15907 (que destina recursos da Cide-combustíveis para o financiamento de projetos de mitigação de impactos socioambientais decorrentes da produção de biocombustíveis). PL 82715 (Lei de Cultivares), PL 161096 (Mineração em Terras Indígenas), Subcomissão Permanente em Defesa dos Animais, dentre outras. Teve atuação destacada como membro titular da CPI Funai/Incra, inclusive na elaboração do Relatório Alternativo ao apresentado pela base governista.

Como relator do PL 6.268/16 (PL da Caça), recomendou o arquivamento da proposta que visa liberar a caça de animais silvestres no Brasil.

Nilto Tatto, é o relator da Comissão Especial para a criação da Política Nacional de Redução de Agrotóxicos, prevista no Projeto de Lei 6670/16, que visa adotar medidas que estimulem a redução do uso de agrotóxicos e promovam práticas sustentáveis como a agricultura orgânica e a agroecologia.

Em 2019, coordenou a Frente Parlamentar Ambientalista da Câmara Federal. É titular da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, da qual foi presidente em 2017, além de integrar as Comissões de Legislação Participativa e do Trabalho, Administração e Serviço Público.

Também compõe o Grupo de Trabalho de um novo marco de Licenciamento Ambiental e diversas Frentes Parlamentares, com destaque para Defesa dos Povos Indígenas, em Defesa das Comunidades Quilombolas, das Organizações da Sociedade Civil, dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, em Defesa da Reforma Urbana e dos Movimentos de Luta por Moradia, e da Infraestrutura Viária e Mobilidade Urbana.

Em 2017, Nilto Tatto foi eleito Secretário Nacional de Meio Ambiente e Desenvolvimento do PT

Foi reeleito em 2018, com 124.281 votos.

Coerente com sua trajetória, Nilto Tatto dedica seus esforços, diariamente, à construção de um Brasil mais justo e sustentável.

 

 

 

 

 

 

 

Odair Cunha

Minas Gerais

Odair Cunha (MG)

Odair Cunha tem 41 anos, é formado em Direito e deputado federal pelo Partido dos Trabalhadores de Minas Gerais. Viveu sua infância e adolescência no Sul de Minas, no município de Boa Esperança. Iniciou sua militância política em 1999 e foi eleito deputado federal pela primeira vez em 2002. Desde então dedica-se a trabalhar pelo desenvolvimento dos municípios mineiros, assim como por mais inclusão social e oportunidade para todos.

A sua trajetória política é marcada por uma expressiva ascensão, fruto do reconhecimento pelo trabalho que desempenhou em Minas Gerais nos 12 anos de parlamento, período no qual ocupou importante funções. Atuou como Terceiro-Secretário da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados; foi vice-líder do Governo na Câmara e no Congresso Nacional; presidente da Comissão Especial destinada a debater a gestão do Funcafé; membro titular das Comissões Especiais da Reforma Tributária e de Políticas Públicas para a Juventude, relator da Medida Provisória que criou o Programa Bolsa Família, entre outras atribuições.

Em 2013, Odair Cunha foi eleito presidente estadual do Partido dos Trabalhadores. No ano seguinte, teve a importante missão de ser um dos coordenadores da campanha vitoriosa de Fernando Pimentel ao Governo de Minas Gerais. Momento também em que Odair Cunha foi reeleito para o 4° mandato de deputado federal, com 201.782 votos, sendo o segundo deputado mais votado pelo partido no estado e quarto mais votado de Minas Gerais.

Em 2015, a convite do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, Odair se licenciou da Câmara dos Deputados para assumir a Secretaria de Estado de Governo (Segov), uma das mais importantes secretarias da administração estadual. Odair foi titular da pasta até o início de abril de 2018.

Como secretário, Odair Cunha foi responsável por articular e coordenar a ação política do Governo com prefeitos, Assembleia Legislativa e Congresso Nacional, além de participar efetivamente, junto ao governador Fernando Pimentel, da tomada de importantes decisões que envolvem o funcionalismo público e órgãos do Estado. Odair fez parte do Conselho Técnico-Administrativo da Empresa de Assistência e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (EMATER), do Conselho Curador da Fundação João Pinheiro (FJP), da Câmara de Orçamento e Finanças, além de participar de Comissões.

Ao lado do governador Fernando Pimentel, Odair atuou em diversas conquistas e avanços para o estado, como: a criação dos Fóruns Regionais de Governo; criação do SAMU Macro Sul; implantação do primeiro curso de Medicina da UEMG; aumento do efetivo das polícias civil e militar; entre outras.

Padre João

Minas Gerais

O Deputado Padre João iniciou seu primeiro Mandato na Assembleia Legislativa em 2002, sendo eleito com 47.243 votos. Em 2006, foi reeleito deputado estadual com 53.175 votos.

Foi líder do Bloco PT/PCdoB/PMDB na Assembleia Legislativa, membro efetivo das Comissões de Administração Pública e de Constituição e Justiça.

O deputado Padre João foi, ainda, membro efetivo das Comissões Interestadual Parlamentar de Estudos para o Desenvolvimento da Mineração e Preservação Ambiental (CIPE da Mineração); Interestadual Parlamentar de Estudos para o Desenvolvimento Sustentável da Bacia Hidrográfica do Rio Doce (CIPE Rio Doce) e da Comissão de Ética e Decoro Parlamentar. Foi vice-presidente do Diretório Estadual do Partido dos Trabalhadores de Minas Gerais.

O deputado Padre João destacou-se na Assembleia Legislativa pelo trabalho voltado para o desenvolvimento regional sustentável, defesa da Agricultura Familiar, do acesso à terra, da geração de trabalho e renda, do meio ambiente e da segurança alimentar e nutricional.

É de sua autoria a Lei 15.456/2005, que determina incentivo do Estado para as microdestilarias de álcool e beneficiamento dos produtos derivados da cana-de-açúcar , e da Lei 15.012/2004, que assegura direitos às famílias atingidas pela construção de barragens hidrelétricas em Minas Gerais.

Em 2010 – conforme deliberação da X Assembleia Geral do Mandato, realizada em Ponte Nova em 2008 – Padre João concorreu ao cargo de deputado federal. Consagrou-se vitorioso com 111.651 votos, obtidos em 760 municípios mineiros.

Padre João foi presidente do Diretório Municipal do PT de Ouro Branco por dois mandatos. Nas eleições municipais de 2000, concorreu à prefeitura de Ouro Branco, quando o partido elegeu os primeiros vereadores do PT no município.

Padre João é natural de Urucânia e chegou em Ouro Branco em 1994, quando assumiu a assessoria da Pastoral Carcerária, da Pastoral da Saúde e da Pastoral da Criança e do Menor, da Região Oeste da Arquidiocese de Mariana. Desde 1995, quando foi ordenado, ficou responsável pela Paróquia São José Operário, desligando-se da Paróquia no início da campanha eleitoral em 2002.

Em 2001, recebeu o título de cidadão honorário de Ouro Branco. Também neste ano coordenou o 1º Fórum Social pela Vida da Arquidiocese de Mariana, realizado em Ouro Branco.

A história de Padre João junto à igreja mostra o seu envolvimento em causas sociais o que o tornou uma liderança política regional.

Atuou na formação dos Conselhos Municipal de Saúde, de Educação e da Criança e do Adolescente de Ouro Branco. Lutou ao lado das associações de bairro, contribuindo para a conquista de melhores moradias para os moradores do Bairro São Francisco.

Em parceria com Associação Comunitária São Francisco de Assis (Asfa), fundou a Horta Comunitária do bairro. Coordenou a construção do Sopão, alimentando centenas de crianças, gestantes e recém-nascidos, além de conseguir recursos permanentes para manutenção da Creche local.

Patrus Ananias

Minas Gerais

Patrus Ananias de Sousa é advogado, especialista em poder legislativo, mestre em direito processual, professor na faculdade mineira de Direito da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais e pesquisador da escola do legislativo da Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

De 1989 a 1992, exerceu o mandato de vereador em Belo Horizonte, onde foi relator da Lei Orgânica do Município.

Entre 1993 e 1996, foi prefeito de Belo Horizonte. Em 2002, elegeu-se deputado federal, exercendo o mandato em 2003.

Em 2004, durante a gestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, assumiu o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, onde, dentre outros programas sociais, foi responsável pela implementação do Bolsa Família, permanecendo no cargo até março de 2010.

Em 2014 foi eleito deputado federal. Em janeiro de 2015 foi nomeado ministro do Desenvolvimento Agrário do governo Dilma Rousseff. Patrus foi exonerado do cargo após o golpe contra a presidenta eleita em maio de 2016, quando retornou à Câmara e reassumiu o mandato.

O deputado federal Paulo Fernando dos Santos, conhecido como Paulão, é ex-presidente  da CUT,  do Sindicato dos   Urbanitários,  ex–vereador  por  Maceió e deputado estadual por três mandatos consecutivos.

Paulo Pimenta

Rio Grande do Sul

Pimenta é jornalista e técnico agrícola formado pela UFSM. É o deputado federal mais votado do PT/RS na Câmara Federal, pela segunda vez consecutiva.

Pimenta iniciou sua trajetória no Movimento Estudantil, na luta pela redemocratização do País. Em 1985, Pimenta assumiu a presidência do DCE da UFSM, e no ano seguinte foi vice-presidente da União Estadual de Estudantes do Rio Grande do Sul – UEE/RS.

Foi eleito vereador em Santa Maria em 1988 e reeleito em 1992. Chegou à Assembleia Legislativa do RS em 1998. Vice-prefeito de Santa Maria de 2000 a 2002, Pimenta foi eleito deputado federal em sua primeira disputa para a Câmara e no mesmo ano em que os brasileiros elegeram Lula Presidente para dar início à transformação do Brasil em um país mais justo.

Foi reeleito em 2006, 2010 e 2014. No Governo da Presidenta Dilma Rousseff, entre 2012 e 2013, foi Presidente da Comissão Mista de Orçamento, a mais importante do Congresso Nacional.

Na Câmara Federal, Pimenta foi também Presidente da CPI do Tráfico de Armas; relator da CPI da Violência Urbana no Brasil; Presidente da Comissão de Legislação Participativa; e coordenador da Bancada Gaúcha do Congresso Nacional.

Em pesquisa realizada no Congresso, Pimenta obteve nota máxima entre os parlamentares que melhor utilizam as redes sociais para prestar de contas do seu mandato à sociedade brasileira.

Iniciou em 2015 o seu quarto mandato na Câmara dos Deputados.

Paulo Teixeira

São Paulo

Paulo Teixeira é graduado pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP). Foi eleito deputado estadual em 1994 e 1998. Exerceu os cargos de Secretário Municipal de Habitação e Desenvolvimento Urbano do Município de São Paulo (2001-2004) e Diretor-Presidente da Companhia Metropolitana de Habitação de São Paulo – COHAB (2003-2004). Em 2004 foi eleito vereador da cidade de São Paulo. Desde 2007 exerce o mandato de deputado federal, eleito consecutivamente em 2006 e 2010. Na Câmara dos Deputados, foi líder do PT na casa em 2011.

Pedro Uczai

Santa Catarina

PEDRO FRANCISCO UCZAI

O professor universitário e deputado federal Pedro Uczai é Graduado em Estudos Sociais, Filosofia e Teologia, possui mestrado em História do Brasil. Tem 12 livros publicados. Foi professor da Universidade do Oeste Catarinense, a Unoesc, aonde ocupou funções na gestão como Coordenador de Curso, Chefe de Departamento, Coordenador do Centro de Memória do Oeste (CEOM) e Pró-reitor de Pesquisa e Extensão. Atualmente Pedro Uczai é professor licenciado da Universidade Pública Comunitária Regional de Chapecó, a Unochapecó.

A trajetória política de Pedro Uczai emerge da luta dos movimentos sociais e das pastorais, incentivada pelo “Mestre e Aprendiz do Povo”, Bispo Dom José Gomes (in memoriam). Em sua primeira experiência eleitoral a um cargo público, em 1994, tornou-se deputado estadual nos anos de 1997 e 1998. Na Assembleia Legislativa, Pedro Uczai, articulou e liderou uma grande mobilização da comunidade acadêmica nas Universidades Comunitárias de Santa Catarina para regulamentar o ARTIGO 170 da Constituição Estadual.

A luta resultou numa conquista histórica para os estudantes universitários catarinenses: as bolsas de estudos do ARTIGO 170. Depois de quase 20 anos da regulamentação do ARTIGO 170 já foram garantidas mais de 392 mil bolsas de estudos no Estado de Santa Catarina e investidos cerca de R$ 800 milhões.

Quando foi prefeito de Chapecó, Pedro Uczai, fez uma gestão inovadora. Realizou o Congresso da Cidade, planejando o desenvolvimento organizado e sustentável do município pelo período de 20 anos. Articulou a implantação do Campus do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) em Chapecó, o primeiro no interior do país no governo do ex-presidente Lula; garantiu as condições necessárias para a instalação do Campus da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) em Chapecó; e nos mais de 100 anos de história do município de Chapecó foi o prefeito que construiu o único hospital municipal até os dias atuais: o Hospital Materno Infantil atualmente denominado Hospital da Criança.

Pedro Uczai foi uma das principais lideranças que trabalharam para viabilizar a implantação da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) com o Campus Sede em Chapecó. A Universidade Federal da Fronteira Sul é uma oportunidade para que os jovens construam um futuro melhor a partir da educação. Muitos destes jovens são de Itapiranga. Mais de 90% dos estudantes da UFFS são oriundos das escolas públicas da região oeste catarinense.

Em 2011, Pedro Uczai, tomou posse para o seu primeiro mandato parlamentar na Câmara dos Deputados e se transformou numa das maiores lideranças do estado na articulação de políticas públicas de educação junto ao governo federal da então presidenta Dilma Rousseff (PT). Reeleito deputado federal em 2014 e 2018 é titular da Comissão de Educação. Integrou a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados no biênio 2017/2019.

Pedro Uczai foi o relator da lei 12.881/13 que estabeleceu o marco legal das universidades, que regulamenta o funcionamento das Instituições Comunitárias de Educação Superior (ICEs). Em Santa Catarina existem, hoje, 16 Instituições de Ensino Superior Públicas Comunitárias que atendem cerca de 150 mil alunos em 53 municípios. Pedro Uczai ainda foi o autor do Programa de Estímulo à Reestruturação Financeira das Instituições de Ensino Superior, o PROIES, que transformou 90% das dívidas de universidades de todo o país em bolsas de estudos.

Outra grande luta do deputado junto com muitas lideranças catarinenses foi a conquista de novos cursos de medicina nas Universidades Federais em Santa Catarina. Já foram implantadas 80 vagas no curso de medicina na Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) Campus de Chapecó e estão em fase de implantação 60 vagas no Campus da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) no Campus de Araranguá e outras 60 vagas no Campus de Curitibanos.

Em Brasília, o deputado federal Pedro Uczai também é um grande articulador de recursos para os municípios catarinenses, estimulando o desenvolvimento e a melhoria da qualidade de vida da população local. Já conseguiu viabilizar mais de R$ 350 milhões em recursos para obras, ações e políticas públicas atendendo diretamente 200 municípios catarinenses. Também foi o único parlamentar catarinense que votou contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 06/2019), a chamada Reforma da Previdência.

TRAJETÓRIA DE VIDA PÚBLICA
1995-1997 – Pró-reitor de pesquisa, extensão e pós-graduação da UNOESC
1997-1999 – Deputado Estadual
1999-2000 – Deputado Estadual (2º vice-presidente da Assembleia Legislativa)
2001-2002 – Vice-prefeito de Chapecó
2002-2004 – Prefeito de Chapecó
2007-2011 – Deputado Estadual
2009-2010 – Presidente da Comissão de Educação, Cultura e Desporto ALESC
2011-2015 – Deputado Federal SC
2015 – 2019 – Deputado Federal SC
2017 – 2019 – Membro da Mesa Diretora Biênio
2019 – 2023 – Deputado Federal SC

Professora Rosa Neide

Mato Grosso

Baiana do Município de Amargosa, Rosa Neide Sandes de Almeida é professora, formada em pedagogia e Mestre em Educação pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Desde 1980 atuou como professora da Educação Básica e partir de 1992 como professora do nível superior, com foco nas Didáticas de Ensino. De 2007 a 2010 ocupou o cargo de secretária Adjunta de Políticas Educacionais. Exerceu no período de 2010 a 2011 o cargo de secretária de Estado de Educação de Mato Grosso. E reassumiu o cargo de secretária de Educação entre 2013 e 2014. Rosa Neide exerce, de 2010, a presidência do Fórum Estadual de Educação.

Reginaldo Lopes

Minas Gerais

Reginaldo Lázaro de Oliveira Lopes, nascido no dia 2 de abril de 1973, em Bom Sucesso, Minas Gerais. Filho de trabalhadores rurais é o quarto em uma família de sete irmãos.

Economista, pós-graduado em Gestão de Pequenas e Microempresas pela Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), atualmente Reginaldo Lopes exerce o cargo de deputado federal pelo quarto mandato consecutivo. Foi reeleito em 2014 com mais de 310 mil votos, a maior votação de federal em Minas Gerais e a maior do PT em todo o país.

Presidiu o Partido dos Trabalhadores do Estado de Minas Gerais (PT-MG) por dois mandatos.

Na Câmara, liderou importantes iniciativas, sendo autor e presidente de inovadoras comissões parlamentares: Políticas Públicas para a Juventude, Enfrentamento ao Crack e outras drogas e Reforma do Ensino Médio. Foi relator do Novo Fies.

É autor da Lei de Acesso à Informação, sancionada pela Presidenta Dilma, que representa uma das maiores conquistas do país na luta contra a corrupção, e da Lei do Preço Mínimo do Leite, fundamental para a melhoria da vida no campo.

Nesta legislatura (2015-2019), Reginaldo Lopes pretende dedicar atenção especial aos idosos e avançar nas Políticas de planejamento para o envelhecimento populacional do Brasil.

Lutar pelo fim do extermínio da população jovem negra e pobre, e trabalhar pelo avanço do Brasil no rumo de uma nova sociedade do conhecimento, baseada na inovação tecnológica.

Rejane Dias

Piauí

Rogério Correia

Minas Gerais

Mineiro de Belo Horizonte, Rogério Correia é filho de Marília da Glória Correia Baptista, professora primária e do ensino médio na rede estadual, e de Geraldo de Moura Baptista, comerciário e líder sindical. Seus pais o influenciaram nas lutas populares, pelo exemplo de vida simples e correta de trabalhadores e pela dedicação à família.

Passou parte da infância em São João do Manhuaçu, na Zona da Mata, terra de sua mãe e referência para sua atuação nas áreas rurais. Aos 19 anos, começou a militar nos movimentos populares e sindicais, contra as injustiças sociais.

Professor de Matemática e Física, lecionou na rede estadual por dez anos e vivenciou os conflitos enfrentados pelos educadores.

É casado com Carla Prates. Seus filhos, Júlia, Vitor e Tiago, assim como seus três irmãos, Marcelo, Geraldo e Mônica, estão unidos e engajados, por meio do Partido dos Trabalhadores (PT), em busca da concretização dos ideais populares.

Rubens Otoni

Goiás

Rubens Otoni tem sua trajetória política ligada aos movimentos sociais, na luta por democracia e justiça social.

Participou da fundação do Partido dos Trabalhadores e foi membro da sua primeira Comissão Executiva Nacional. Em Goiás, presidiu o PT em quatro ocasiões.

Exerceu dois mandatos de deputado estadual (1992-1994 e 1999-2002) que lhe deram amplo destaque pelos mecanismos de participação popular presentes no seu trabalho.

Na Câmara Federal, ele iniciou, em 2015, seu quarto mandato expressando o respeito e a credibilidade do povo goiano no seu trabalho parlamentar.

Na Câmara Federal, além de contribuir com a elaboração de políticas estratégicas do Governo Federal como o Biodiesel, o ProUni, o SAMU e os institutos de ensino profissionalizante, Rubens Otoni tem se dedicado ao debate da Reforma Política como forma de aperfeiçoar o sistema político e eleitoral do nosso Pais.

Rui Falcão

São Paulo

Mineiro de Pitangui, Rui Goethe da Costa Falcão retorna à Câmara dos Deputados, após 18 anos, com uma votação expressiva, sendo o mais votado entre os deputados eleitos pelo PT paulista, com 158.389 votos. Jornalista e advogado, Rui Falcão tem sua trajetória pautada em várias frentes de batalhas. No parlamento, exerceu quatro mandatos como deputado estadual na Assembleia Legislativa do estado de São Paulo e em 2000 assumiu uma cadeira na Câmara dos Deputados ao ser eleito como deputado federal, mas se licenciou do cargo para assumir a Secretaria de Governo da cidade de São Paulo, na administração de Marta Suplicy. Filiado ao PT desde 1982, presidiu o Diretório Municipal do partido em São Paulo entre os anos de 1989 e 1992. Exerceu o cargo de presidente do Diretório Nacional do PT em 1994.

Em 2011, o partido o escolheu para substituir o presidente do PT, José Eduardo Dutra que havia se afastado do cargo por motivo de saúde. Em 2013 foi eleito presidente Nacional do PT, função que exerceu até junho de 2017. Rui Falcão exerceu também o cargo de secretário de Governo da cidade de São Paulo e coordenou a campanha de Dilma Rousseff à presidência da República em 2010.

No seu primeiro mandato como deputado federal, de 2011 a 2014, Valmir Assunção foi parceiro da presidenta Dilma Rousseff nos principais desafios e projetos no Congresso, como na luta pela implantação do programa Mais Médicos, que beneficiou mais de 50 milhões de brasileiros, mas começou a ser desmontado pelo governo golpista de Michel Temer após o golpe.

A criação das novas universidades na Bahia – a Universidade Federal do Sul da Bahia e a Universidade do Oeste da Bahia – também teve papel destacado de Valmir, atuando para que as unidades contemplassem o maior número possível de municípios e jovens baianos.

Sempre ligado às questões que envolvem a reforma agrária, Valmir foi um dos protagonistas da aprovação da Medida Provisória 636/2013, que se tornou a lei 13.001/2014 e possibilitou que cerca de um milhão de agricultores tivessem acesso à renegociação e à remissão de dívidas.

Valmir apresentou o PL 2730/2011, que aperfeiçoava as relações conveniais entre a administração pública e as ONGs. O projeto é resultado das discussões da bancada do PT e aliados e contribuiu para o grupo de trabalho do Governo Federal, montado para discutir um marco regulatório de mesma finalidade. Todo esse esforço resultou na aprovação do PL 7168/2014, que trata deste tema.

No enfrentamento à violência contra as mulheres, Valmir propôs o projeto de lei 7614/2014, que proíbe o acesso ao serviço público àqueles que praticarem crime de violência doméstica e familiar contra a mulher e veda a participação em licitações e na prestação de serviços públicos.

Outros projetos de lei de Valmir Assunção:

PL – 2857/2011 – Inscrição do nome de Carlos Marighela no livro dos heróis da nação.
PL – 1814/2011 – Estabilidade de vinculo dos dirigentes estudantis. Nenhuma universidade poderá expulsar um dirigente estudantil no cumprimento de sua função.
PL – 2577/2011 – Proibição da cobrança de assinatura básica do serviço de telefonia fixa

Vander Loubet

Mato Grosso do Sul

Vander Luiz dos Santos Loubet nasceu em Porto Murtinho, em 22 de janeiro de 1964. Mudou-se para Campo Grande em 1981, ainda adolescente, para estudar e batalhar por uma vida melhor.

Os primeiros passos na política começaram no movimento estudantil secundarista (no Colégio Mace) e universitário (na Fucmat, atual UCDB). Foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores (PT) em Mato Grosso do Sul, em 1982.

Como funcionário do banco Banorte, ingressou no Sindicato dos Bancários de Campo Grande e Região, onde defendeu os direitos dos trabalhadores do setor bancário.

Em 1995, foi eleito foi presidente do Diretório Municipal do PT da Capital.

Entre 1999 e 2002, foi secretário estadual de Governo e secretário estadual de Infraestrutura, Obras e Habitação, período no qual participou efetivamente na elaboração e na execução dos programas, obras e ações que modernizaram e transformaram Mato Grosso do Sul e seus municípios.

Em 2001, foi eleito presidente do Diretório Regional do PT do estado.

Em 2002, disputou sua primeira eleição, sendo eleito deputado federal com 101 mil, o mais votado da história de Mato Grosso do Sul até então. Em 2006, foi reeleito com 118 mil votos, outro recorde. Em 2010, consolidou sua aprovação junto aos eleitores e foi reeleito com pouco mais de 116 mil votos.

Em 2014, foi reeleito pela população de MS para cumprir seu quarto mandato como deputado federal.

Vicentinho

São Paulo

O sonho de viver numa sociedade melhor e fazer valer os direitos dos trabalhadores fez de um simples trabalhador sindicalizado lutar, acreditar e vencer as dificuldades do dia-a-dia. Foi assim que Vicentinho iniciou a sua carreira sindical na região do Grande ABC paulista.

Vicentinho filiou-se ao Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema em 1977 e a partir desta data não se desviou, um segundo sequer, do objetivo de ver a classe trabalhadora vencer todos os obstáculos. Após a sua participação nas grandes greves foi eleito, em 1981, vice-presidente do então Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo e Diadema.

Como dirigente, participou de decisões históricas nas conquistas das Comissões de Fábricas e na mudança do caráter das CIPAS (Comissão Interna de Acidentes de Trabalho). Em 1983, dirigiu com outros companheiros, a greve geral e de solidariedade aos petroleiros (primeira greve geral após o golpe de 1964).

No mesmo ano foi cassado pela ditadura militar e o sindicato sofreu intervenção federal. Participou da fundação da Central Única dos Trabalhadores (CUT), sendo eleito Presidente da primeira CUT Regional no Brasil, a CUT ABC. No ano seguinte participou como dirigente da retomada do Sindicato e foi reeleito primeiro secretário.

Em 1987, foi eleito Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema, com 87% dos votos e reeleito em 1990 com 92% dos votos. Em 1992, coordenou, ao lado da bancada de trabalhadores, o mais importante acordo do setor automotivo, chamado de “Câmara Setorial”.

Em 1993, coordenou a fundação do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC (foi eleito seu primeiro presidente com 95% dos votos) com uma nova proposta de idéias, uma nova era, sob o lema “Sindicato Cidadão”. Construir o diálogo com o capital sem abrir mão de princípios, mantendo relações constantes com a sociedade. Um ano após, em 1994, foi eleito Presidente da CUT Nacional.

Em 1997, foi reeleito presidente da CUT Nacional, terminando seu mandato em julho do ano 2000. Foi presidente-fundador do Instituto Sindical Interamericano pela Igualdade Racial (INSPIR), composto por três centrais sindicais brasileiras (CUT, Força Sindical e CGT), pela Central Norte Americana (AFL – CIO) e pela ORIT (Organização Regional Interamericana dos Trabalhadores). Em 1998, foi eleito suplente do Senador Eduardo Suplicy.

Como dirigente e líder sindical, foi um dos fundadores do PT. Eleito deputado federal em 2002, com 254.221 votos, e reeleito em 2006, com 97.477 votos. Em 2010 obteve 141.068 e, em 2014, foi reeleito para o quarto mandato com 89.001 votos.

Vicentinho foi eleito pelo DIAP (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar), por cinco anos consecutivos, um dos 100 parlamentares mais atuantes do Congresso Nacional. Na Câmara, já presidiu a Comissão da Reforma Trabalhista; a Comissão da Redução da Jornada de Trabalho e Comissão sobre a Crise – Geração de Empregos e Serviços, além de sempre atuar na Comissão Permanente do Trabalho, Administração e Serviço Público.

Integrou da CPI do Trabalho Escravo e foi membro da Câmara de Negociação de Desenvolvimento Econômico e Social. Foi presidente da Frente Parlamentar Pró-Guardas Municipais, membro da Frente Parlamentar em Defesa da Igualdade Racial e dos Quilombos e coordenador da Frente Parlamentar Pela Saúde e Segurança no Trabalho.

Em 2014 foi eleito, por unanimidade, Líder da PT. Tornou-se o único líder partidário negro no parlamento brasileiro.

Waldenor Pereira é natural de Caculé (BA), região centro sul da Bahia. É economista e professor licenciado da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), com pós-graduação em Programação e Orçamento Público pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Também possui Diploma de Estudos Avançados em Gestão Pública pela Universidade Complutense de Madrid, Espanha.

Foi reitor da UESB por dois mandatos e presidiu o Fórum de Reitores das Universidades Estaduais da Bahia. Militou no movimento estudantil, sendo diretor do Grêmio Estudantil da Escola Normal (IEED) e do Centro dos Estudantes Universitários e Secundaristas de Vitória da Conquista (CEUSC). Nesta cidade, presidiu a Comissão Diocesana de Justiça e Paz e teve participação decisiva na fundação da Central Única dos Trabalhadores (CUT), da Associação dos Docentes da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (ADUSB) e do PT.

Waldenor Pereira foi eleito deputado estadual no ano de 2002 e reeleito em 2006. Na Assembleia Legislativa, foi líder do governo Jaques Wagner entre 2007 e 2010.

Elegeu-se para o primeiro mandato de deputado federal em 2010 e atuou com foco nas áreas de Educação, Agricultura Familiar, Orçamento e Desenvolvimento Regional. Atuou como titular na Comissão Especial de Reforma Política, presidente da Comissão especial da Lei de Responsabilidade Educacional, vice-líder do PT e coordenador do Núcleo de Educação do partido no Congresso Nacional.

Graças à experiência e ao prestígio acumulado ao longo de sua vida pública, Waldenor Pereira foi duas vezes titular da Comissão Mista de Orçamento da União (CMO), sendo relator setorial da área temática de Educação para o Orçamento de 2013 e da área temática de Infraestrutura para o orçamento de 2015.

Zé Carlos

Maranhão

Formou-se em Engenharia Civil pela Universidade Estadual do Maranhão. Iniciou sua carreira profissional na Stela Engenharia em 1978, passando ainda pela Companhia de Habitação do Estado do Maranhão no período de 1979 a 1982.

Logo depois, iniciou sua carreira na Caixa Econômica Federal (CEF). Em 1983, era chefe do Setor de Fiscalização de Obras, e, em 1995, ocupou o cargo de Gerente de Mercado no Escritório de Negócios em São Luís. Em 2000, assumiu a Superintendência Regional da CEF no Maranhão. Deixou a superintendência em 2011, quando foi eleito deputado estadual.

Em 2014, concorreu à uma vaga de deputado federal, elegendo-se com 90.531 votos, único deputado federal eleito pelo Partido dos Trabalhadores representando o Estado Maranhão.

Na Câmara dos Deputados, a atuação do deputado Zé Carlos prioriza defender, no plano nacional, importantes projetos que visam contribuir para a melhoria da qualidade de vida do povo brasileiro e principalmente do Maranhão. O parlamentar faz parte de diversos grupos de trabalhos e comissões, em busca do desenvolvimento e aprovação de leis que possam mudar positivamente a vida dos brasileiros.

Ele é suplente na Comissão da Agricultura Pecuária e Abastecimento e é titular na Comissão da Educação. Zé Carlos também é membro do Núcleo Agrário do PT na Câmara, grupo de parlamentares petistas voltado exclusivamente a temas diretamente relacionados ao campo e à agricultura.

Zé Neto

Bahia

Essa história começa lá nos anos 80, quando Zé Neto demonstrou com garra seu compromisso político e social e se envolveu com o movimento estudantil universitário na defesa do ensino público de qualidade, passando pelo Diretório Central dos Estudantes e pela presidência do Diretório Acadêmico de Direito da Universidade Federal da Bahia.

Após concluído o curso de Direito, a vontade de buscar melhorias para a sua cidade, Feira de Santana, levou Zé Neto, em 2000, a conquistar espaço na Câmara de Vereadores da Princesa do Sertão, o que o tornou o primeiro vereador pelo Partido dos Trabalhadores (PT) no município.

Após dois anos, o parlamentar ganhou espaço na Assembleia Legislativa da Bahia (44. 931 votos), passando a trabalhar não mais apenas por sua terra natal, mas por todo o estado.

Em 2010, tendo sido reeleito com 81.223 votos, Zé Neto tornou-se, mais uma vez, primeiro do PT, desta vez em número de votos, para seguir lutando por um estado mais justo, com mais diálogo e compreensão.

Zé Neto chega à Câmara dos Deputados como o terceiro candidato mais bem votado do Partido dos Trabalhadores, com 129.196 votos.

Zeca Dirceu

Paraná

Zeca Dirceu nasceu em Umuarama, Paraná. É filho de Clara Becker e do ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu. Graduou-se em Ciências da Computação pela Universidade Paranaense (Unipar) em 2002. Desde criança, sempre acompanhou o pai nas reuniões do Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores, quando passou a conviver com a política.

Foi Secretário de Indústria e Comércio de Cruzeiro do Oeste (PR) em 2001 e, entre 2003 e 2004, coordenou regionalmente as ações da Secretaria de Estado do Trabalho, Emprego e Promoção Social do Paraná (SETP).

Elegeu-se prefeito de Cruzeiro do Oeste em 2004 com 72% dos votos e foi reeleito quatro anos depois com apoio de 70% do eleitorado.

Tornou-se vice-presidente da Associação dos Municípios do Paraná (AMP) em 2009, quando passou a defender e articular as bandeiras municipalistas em Brasília.

Como prefeito de Cruzeiro do Oeste já foi premiado diversas vezes, entre eles o Prêmio Amigo da Criança pela Fundação ABRINQ em 2005 – 2006, Prêmio Nacional Terra Fértil da Emater em 2008, Prêmio Paraná Sorridente do Ministério da Saúde e Prefeito Empreendedor do Sebrae, ambos em 2009.

Em 2010 deixou a prefeitura de Cruzeiro do Oeste para concorrer a uma vaga de deputado federal, quando foi eleito com quase 110 mil votos, sendo o segundo deputado mais votado do PT no Paraná. É Coordenador na Frente Parlamentar em defesa da Indústria Têxtil e na de Frente Parlamentar em defesa da Indústria Brasileira de Bebidas. Ocupa o cargo de vice-líder do PT na Câmara dos Deputados, posição que já ocupou por três vezes na casa.

Em sua trajetória como parlamentar Zeca Dirceu foi condecorado diversas vezes por levantar a bandeira municipalista em seu primeiro mandato, recebendo títulos de cidadão honorário em várias cidades do seu estado. Como parlamentar foi eleito o deputado federal mais atuante no “Melhores do Ano” realizado pela VS Pesquisas e Promoções em 2013, e Premiado como Sócio Emérito da Associação Brasileira dos Municípios pelos resultados alcançados no Paraná em 2014.

Agora inicia o segundo mandato como deputado federal após receber mais de 155 mil votos, tornando-se o candidato mais votado do Partido dos Trabalhadores no Paraná, ocupando a oitava posição no ranking de deputados eleitos na unidade federativa, e sendo o sétimo dos parlamentares eleitos a nível nacional em 2014.

Atualmente o deputado Zeca Dirceu defende não só a causa municipalista, mas também é engajado nas questões de saúde e educação do Paraná, bem como apoia a reforma política, a democratização dos meios de comunicação e a valorização da juventude no meio político.