Elika Takimoto

Professora de Física do CEFET, mestre em História, doutora em Filosofia e escritora, fez de suas redes sociais uma verdadeira trincheira de resistência progressista. E, após o reconhecimento de sua luta pelo presidente Lula, colocou seu nome à disposição do Partido dos Trabalhadores e das Trabalhadoras, para a disputa eleitoral que se aproxima.

Claudete Costa

Claudete Costa é paulista, veio para o Rio de Janeiro aos 8 anos e foi parar na rua, onde morou por 2 anos, por causa da separação de seus pais. Foi pedinte, camelô e hoje é recicladora, profissão que exerce há 28 anos. Sobrevivente da chacina da Candelária, Claudete é mãe de 3 filhos. Perdeu um atropelado, aos 7 anos de idade. Luta por políticas públicas e garantia de direitos para as pessoas em situação de rua. É representante estadual e nacional dos catadores e catadoras de material reciclável do RJ.

Sylvia

Feminista-negra-socialista. É assim como Sylvia se identifica. Ela tem 36 anos, 23 deles vivenciados na militância por direitos de crianças, adolescentes, jovens e mulheres, do campo e da cidade. É jornalista formada pela UFPE, especialista em Direitos Humanos, pela UNICAP, e mestra em Gestão de Entidades não Lucrativas pela Universidad Complutense de Madrid. Esteve na Presidência da ONG Mirim Brasil, atuou em rede com outras organizações e movimentos, dentro e fora do Brasil. Foi Conselheira Estadual de Direitos Humanos de PE de 2015 a 2019. Participou de diversas conferências e contribuiu na construção de planos de política pública. Ela está acostumada a acessar e fazer parte de espaços de debates políticos, mas se vale da vivência na periferia, acumulada nas experiências pessoais e profissionais, para abrir diálogos e conectar diferentes classes em torno de pautas progressistas. Essa pernambucana arretada é incisiva em afirmar que não vê sentido em fazer e falar sobre política se não for colocando no centro a população historicamente excluída do processo de desenvolvimento. Foi assim que atuou até então e como pretende ingressar na Assembleia Legislativa, como deputada pelo Partido dos Trabalhadores.

Maria José do Sindicato

Milito no campo sindical e social em defesa da valorização do trabalhador e um SUS efetivo como patrimônio da humanidade, promovendo a inclusão e combatendo as injustiças e desigualdade social. Saio como candidata para ocupação e efetivação do espaço da mulher na política, seu empoderamento e consagração da representação em defesa das politicas públicas em toda sua plenitude. Além de resgatar o nosso pais, retomar a democracia e avançar com as politicas no combate às desigualdades e injustiças sociais, jurídicas e politicas, a exemplo das distorções com o tratamento com o ex-presidente Lula.

Márcia Lacerda

Pela importância de mais mulheres no parlamento, para defender os direitos das trabalhadoras e trabalhadores e dos mais pobres. Quero denunciar o golpe que está em curso e ajudar o partido a eleger a maior bancada petista possível. Meu mandato vai ser em defesa da mulher pernambucana, na buscar por uma saúde digna, no combate à violência contra a mulher, na valorização da agricultura familiar e pela construções de moradias populares.

Liana Cirne

Sou advogada, mestra e doutora em direito. Professora da Faculdade de Direito da UFPE. Fui advogada do Ocupe Estelita e dos Maracatuzeiros na luta contra censura da cultura popular. Sou defensora do carnaval de rua, atuei para derrubar os camarotes VIP do governo pagos com dinheiro público. Sou mãe do Pedro, feminista e colunista da Mídia Ninja, GGN e Revista Fórum. Quero contribuir para a renovação da política que tanto desejamos e para trazer a força das ruas para o mandato na Alepe. Como parlamentar, pretendo lutar para que as políticas estaduais de segurança pública priorizem a prevenção dos feminicídios, da violência doméstica e dos estupros, garantir a valorização e a preservação da nossa cultura popular, além de lutar por uma rede estadual de creches.

Dyanne Barros

Comecei minha construção no movimento de juventude e entrei no movimento estudantil, onde fui presidente do Diretório Acadêmico de Economia da UNICAP, Coordenadora Geral da UEP e atualmente estou diretora de Assistência Estudantil da UNE. Saio candidata porque eu acredito que a juventude precisa ocupar os espaços de poder e ter a ousadia de ir disputar as bases no atual cenário político, com tantos retrocessos nos direitos do povo. O PT tem um grande déficit em votos de juventude, e o principal e maior dos objetivos é reconquistar esses votos e o diálogo para mostrar que a juventude faz parte de todo o legado dos governos Lula e Dilma. As bandeiras que a gente defende visa priorizar as mulheres tanto em representatividade, quanto em direitos. A juventude no acesso a educação e ao mercado de trabalho. Universalização da cultura, valorizando a cultura local. Uma saúde de qualidade que coloque a saúde mental como prioridade no cuidado para combate de novas doenças.

Dulcicleide Amorim

Tenho forte desejo de mudança e de contribuição para o desenvolvimento do meu estado, buscando sempre fazer um lugar melhor para a atual e futuras gerações. Como parlamentar, pretendo defender políticas públicas que garantam para todas as famílias o acesso à saúde e à educação de qualidade, além de fortalecer a luta e o empoderamento da mulher, assegurando-lhe a presença em espaços e cargos de poder e de trabalho, com respeito à sua autonomia e liberdade de escolhas.