Com Lula, turismo dispara, leva setor a marcas históricas e consolida confiança popular

Impulsionado por políticas de estímulo, aprovação da população à gestão do governo cresce 20% e chega 55%; Turismo celebra crescimento recorde de viajantes nacionais e estrangeiros

Geovana Albuquerque / Agência Brasília

No governo Lula, brasileiros e estrangeiros redescobrem e desfrutam das maravilhas do país

O turismo brasileiro vive um de seus momentos mais promissores, consolidando-se como um dos setores de maior aprovação da administração federal. Segundo levantamento da AtlasIntel/Bloomberg, a avaliação positiva da área saltou de 35% na gestão de Jair Bolsonaro para impressionantes 55% no governo Lula, demonstrando o impacto direto das políticas públicas e iniciativas de estímulo implementadas desde 2023.

O sucesso é fruto de um esforço coordenado para fortalecer o setor, incluindo a ampliação da conectividade aérea, investimentos robustos em infraestrutura e programas de incentivo inovadores. Iniciativas como o desconto de 15% em hospedagem para mulheres viajantes solo e para professores, o apoio à comercialização pelo Feirão do Turismo e o programa “Conheça o Brasil: Voando e Realiza” têm sido cruciais para o novo cenário.

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O ministro do Turismo, Celso Sabino, reforça o papel estratégico da pasta: “O salto mostra que os brasileiros reconhecem os avanços que estamos construindo juntos. Nunca se investiu tanto em ampliar a conectividade, valorizar nossos destinos e gerar emprego e renda por meio do setor”, declarou, após o governo divulgar os resultados do turismo.

Recordes e mais brasileiros viajando

O cenário positivo é amplamente corroborado por dados de pesquisas e indicadores do setor. O estudo Nexus – Pesquisa e Inteligência de Dados, encomendada pelo Ministério do Turismo, revela que 55 milhões de brasileiros realizaram pelo menos duas viagens desde 2023, um crescimento consistente no turismo doméstico. A frequência de viagens também disparou: 63% dos turistas mantiveram ou aumentaram suas idas a destinos no atual governo, com um em cada quatro brasileiros – cerca de 18 milhões de pessoas – viajando ainda mais pelo país.

A pesquisa Nexus também aponta uma melhora percebida na qualidade das viagens por quase um terço dos viajantes frequentes, reflexo do aumento do orçamento familiar destinado ao turismo. Mais da metade dos entrevistados (55%) afirma ter ampliado seus gastos com viagens, impulsionados pela maior acessibilidade em passagens, hospedagens e alimentação, e pela alta da renda. Cerca de 74 milhões de brasileiros reconhecem os avanços no turismo desde 2023.

Chegada histórica de estrangeiros e geração de empregos

O Brasil não atrai apenas mais brasileiros, mas também turistas de todo o mundo. Entre janeiro e julho deste ano, o país recebeu um recorde histórico de 5.952.254 turistas estrangeiros, um crescimento de 47,5% em relação ao mesmo período do ano passado. Os visitantes injetaram nada menos do que R$ 26,4 bilhões (equivalente a US$ 4,883 bilhões) na economia nacional, em despesas com hospedagem, alimentação, transporte, lazer e compras. No primeiro semestre, os argentinos lideraram a lista de visitantes internacionais, seguidos por chilenos e norte-americanos.

A movimentação nos aeroportos brasileiros também reflete esse boom: de janeiro a julho, 57 milhões de passageiros circularam em voos nacionais, um aumento de 8% em comparação ao ano anterior.

O crescimento do turismo se traduz diretamente em geração de empregos. Nos primeiros sete meses deste ano, o Brasil registrou a criação de 121.377 empregos formais em atividades ligadas ao turismo, o maior número desde o início da atual gestão do governo Lula.

Com duas pesquisas de grande credibilidade revelando o mesmo diagnóstico, o turismo se consolida como um setor estratégico da economia nacional e um símbolo da aprovação e confiança na gestão do presidente Lula, reforçando que o compromisso do governo com o desenvolvimento e a inclusão social permeia todos os setores da economia. Não é à toa que a meta de 8,1 milhões de turistas estrangeiros, prevista para 2027, deverá ser alcançada já em 2025, dois anos antes do previsto.

Da Redação, com Secom e Agência Brasil

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