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Lula no Uol: “Primeiro discutir o Brasil, depois candidaturas”

Lula no Uol: “Primeiro discutir o Brasil, depois candidaturas”

"Não sei se vou ser candidato. Isso depende do contexto político, do partido, da sociedade. Eu sem dúvida estarei à disposição se for pra derrotar o Bolsonaro", afirmou Lula. "Mas acho que temos que discutir o Brasil e depois discutirmos candidaturas", advertiu o ex-presidente. Lula concedeu entrevista ao jornalista Kennedy Alencar, Uol, nesta quinta-feira, 18. Assista a íntegra da entrevista

PT vai ao Supremo contra novos decretos de armas de Bolsonaro

PT vai ao Supremo contra novos decretos de armas de Bolsonaro

Editados na véspera do carnaval, eles elevam o limite de armas que cada pessoa pode ter, dificultam o rastreamento e flexibilizam critérios de aptidão para possuir ou portar armamentos. O partido pede a suspensão imediata das quatro medidas, por violarem a Constituição e atentarem contra a segurança e a vida dos cidadãos

‘Campanha da Fraternidade 2021’ critica negacionismo e denuncia necropolítica

‘Campanha da Fraternidade 2021’ critica negacionismo e denuncia necropolítica

No texto-base da Campanha deste ano, os bispos fazem críticas à forma como o governo Bolsonaro enfrenta a pandemia de Covid-19 e a sua negação da ciência. A iniciativa também reforça o combate à cultura da violência contra mulheres, negros, indígenas e população LGBTQI+ e a existência de uma "necropolítica" no país que nega a humanidade do outro e incita o ódio e a divisão

Lava Jato teve colaboração dos EUA para atacar o ‘alvo’ Lula

Lava Jato teve colaboração dos EUA para atacar o ‘alvo’ Lula

As novas revelações mostram que, desde 2015, a “Lava Jato” tinha Lula como alvo pré-definido e promovia “operações” com o objetivo de constranger pessoas para que falassem algo sobre o ex-presidente. Para atingir seus objetivos, a “Lava Jato” recebeu fora dos canais oficiais “informações” das agências norte-americanas para promover a quebra do sigilo fiscal de familiares de Lula, sem a observância do procedimento previsto em lei

Revelações sobre ‘tuítes’ do general Villas Bôas exigem reação das instituições democráticas

Revelações sobre ‘tuítes’ do general Villas Bôas exigem reação das instituições democráticas

Em matéria publicada neste domingo, 14, o jornal Folha de S. Paulo informa que "ao menos três ministros do governo Bolsonaro e o atual chefe da Força souberam da nota", o que torna ainda mais grave o ocorrido. Postagens foram feitas às vésperas do julgamento de HC de Lula pelo STF, em abril de 2018. "Villas Bôas confessa que o Exército intimidou o STF e outras instituições para garantir a eleição de Bolsonaro", advertiu o senador Rogério Carvalho (PT-SE). "Isso é gravíssimo e exige reação das instituições democráticas", cobrou a deputada federal (PR) e presidenta do PT, Gleisi Hoffmann

PT no Senado apresenta projetos para sustar decretos que liberam mais armas

PT no Senado apresenta projetos para sustar decretos que liberam mais armas

PT no Senado apresenta projetos para tornar sem efeito decretos presidenciais que vão armar ainda mais a população. “Apresentamos quatro projetos de decreto legislativos para sustar os efeitos deste desmando de Bolsonaro, que quer impor sua cultura de morte ao Brasil. Os decretos do presidente representam verdadeiro e injustificado retrocesso no enfrentamento da violência no país”, anuncia o líder do PT, senador Paulo Rocha (PA)

Ministro impede MP de “carimbar” valores de acordos e condenações

Ministro impede MP de “carimbar” valores de acordos e condenações

O que motivou ação do PT e do PDT junto ao STF foi o absurdo acordo firmando entre a Petrobrás e a Força-Tarefa da Lava Jato em Curitiba, que pretendia "administrar" R$ 2,5 bilhões. Segundo Eugênio Aragão, ex-ministro da Justiça e sócio do Aragão e Ferraro Advogados, escritório responsável pela ação, "a decisão do Ministro Alexandre de Moraes representa a correção de rumos de uma prática inconstitucional"