Pandemia

  • Brasil bate mais um recorde e ultrapassa a Itália em número de casos de Covid-19. País está ameaçado pela condução desordenada por parte de quem deveria coordenar ações contra crise sanitária. Subnotificação dos números de casos e mortes e baixa testagem camuflam situação que, mesmo a partir de números oficiais, já é trágica: país já bateu 15 mil mortos
  • Banco Central afirma que crédito no orçamento já está liberado, mas o pagamento dos benefícios em dinheiro vivo pode causar problemas ao sistema bancário. Já Bolsonaro lava as maõs e culpa o povo: “São sete milhões em análise. É muita gente que deu o golpe”. E mais: “Tem erro também do próprio interessado”.
  • No Senado Federal, projeto prevê a centralização e planejamento dos leitos de UTI no SUS, para assegurar acesso universal ao tratamento dos pacientes da Covid-19. “Nós vamos precisar dos leitos do setor privado e do setor público. Do contrário, será uma pandemia seletiva. Matar os pobres e proteger os ricos”, adverte o senador Rogério Carvalho (SE), líder da bancada do PT no Senado.
  • Estudo conduzido nos EUA sobre uso droga, o maior já feito no mundo, aponta ineficácia e risco de pacientes desenvolverem problemas cardíacos. Em nova jogada da roleta russa imposta ao povo brasileiro, presidente afirma que como não há cura para o coronavírus, utilização da droga pode ser um “alento” para óbitos no país. Mas reconheceu: “pode dar certo, pode não certo”.
  • Em meio ao jogo de empurra entre Presidência, ministérios e bancos, atraso no pagamento da segunda parcela chega a 16 dias, e terceira parcela também está indefinida. Trabalhadores da Caixa exigem mais clareza por parte do governo
  • Américas já superam a Europa em número de infectados. Com 180 mil casos e novo recorde diário de 881 mortes, Brasil ultrapassa França e Alemanha e já é sexto no ranking mundial da doença. El País aponta ameaça do epicentro brasileiro a países vizinhos
  • Manifestação acontece nesta quarta-feira, 17h, em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília. “Em defesa da vida, da democracia e da Constituição”, o ato é organizado pela Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD), Advogados pela Democracia, Justiça e Cidadania (ADJC) e pelos Advogados Públicos pela Democracia (APD).