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‘Campanha da Fraternidade 2021’ critica negacionismo e denuncia necropolítica

‘Campanha da Fraternidade 2021’ critica negacionismo e denuncia necropolítica

No texto-base da Campanha deste ano, os bispos fazem críticas à forma como o governo Bolsonaro enfrenta a pandemia de Covid-19 e a sua negação da ciência. A iniciativa também reforça o combate à cultura da violência contra mulheres, negros, indígenas e população LGBTQI+ e a existência de uma "necropolítica" no país que nega a humanidade do outro e incita o ódio e a divisão

Negacionismo de Trump e Bolsonaro aumentou mortes por Covid-19

Negacionismo de Trump e Bolsonaro aumentou mortes por Covid-19

"Em vez de galvanizar a população dos EUA para lutar contra a pandemia, o presidente Trump rejeitou publicamente sua ameaça”, diz a publicação Lancet, que analisou a atuação do ex-presidente desde 2017 e concluiu que 40% das vítimas fatais poderiam ter sido salvas. No Brasil, Bolsonaro repetiu o negacionismo do líder americano e o país já ultrapassou 234 mil mortes. Com medidas de isolamento, projeções indicavam 70 mil óbitos. “Estamos em 230 mil mortos. Significa dizer que dois terços das pessoas que vieram a óbito”, acusa o ex-prefeito Fernando Haddad. Último pedido de impeachment feito pela oposição baseia-se em 15 crimes contra a vida cometidos por Bolsonaro

Gleisi Hoffman: a pauta da população versus a pauta do governo

Gleisi Hoffman: a pauta da população versus a pauta do governo

"Em recente ato falho, o Ministério da Economia enunciou o projeto em suas redes sociais: é preciso tirar o Estado do povo brasileiro", alertou a presidenta nacional do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann (PR). "É por esta razão que a base do governo na Câmara quer avançar na pauta neoliberal, em vez de garantir auxílio emergencial e mais recursos para o SUS e as demais políticas de combate à pandemia e recuperação econômica", adverte

Solidariedade e luta pela renda emergencial marcam “Fora, Bolsonaro!” neste sábado

Solidariedade e luta pela renda emergencial marcam “Fora, Bolsonaro!” neste sábado

Pelo terceiro final de semana consecutivo, militantes das frentes populares, partidos de oposição, centrais sindicais e movimentos sociais tomam as ruas e as periferias de capitais e cidades brasileiras para protestar contra o governo Bolsonaro. Desta vez, o objetivo central da mobilização nacional é levar solidariedade e apoio à população mais vulnerável que sofre com os efeitos da pandemia e da crise econômica que aflige o Brasil

Sem auxílio emergencial, caos vai se instalar no País, afirma presidente da CUT

Sem auxílio emergencial, caos vai se instalar no País, afirma presidente da CUT

Para Sérgio Nobre, há saídas para manter o benefício que Bolsonaro não quer continuar pagando. CUT e entidades parceiras lançaram a campanha auxílio emergencial até o fim da pandemia. “É mentira essa história de que não tem dinheiro, de que o país vai quebrar, porque o benefício é investimento para combater a pandemia e melhorar a economia”, ressalta o líder dos trabalhadores

Sábado é ‘Dia Nacional de Solidariedade’ ao povo e luta pela renda emergencial

Sábado é ‘Dia Nacional de Solidariedade’ ao povo e luta pela renda emergencial

A mobilização é iniciativa dos partidos de Oposição, frentes populares, centrais sindicais e movimentos sociais. “Sábado é o dia de de prestar solidariedade ao povo e de lutar por renda emergencial. Então, na sua cidade procure se organizar com os movimentos sociais, com as igrejas para estar nas periferias, principalmente das grande cidades, levar solidariedade ao povo", convoca a presidenta do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann (PR). "E, é claro, nunca esquecer: Fora, Bolsonaro!”, lembra