Jorge Solla

Nascido em Salvador, no bairro de Baixa de Quintas, Jorge Solla é graduado em Medicina pela Universidade Federal da Bahia (1984), Mestre em Saúde Coletiva pela Universidade Federal da Bahia (1993) e Doutor pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2009). Solla é casado com a enfermeira Marília Fontoura há 26 anos e tem dois filhos.

Foi Secretário Municipal de Saúde de Vitória da Conquista (1999 a 2002), Secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde do Ministério da Saúde (2003 a 2005) e Secretário da Saúde do Estado da Bahia (2007 a janeiro de 2014).

É médico pesquisador da Universidade Federal da Bahia e autor de inúmeros livros e artigos sobre gestão da saúde. Iniciou sua militância política em 1979 durante o Congresso de Reconstrução da União Nacional dos Estudantes (UNE), tendo sido presidente do Diretório Acadêmico de Medicina e diretor do Diretório Central dos Estudantes da UFBA.

Participou da fundação do Partido dos Trabalhadores na Bahia, sempre militando na área de saúde, lutando pelo fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS). Teve atuação no movimento sindical e na direção estadual do PT. Nos últimos 15 anos, tem se dedicado a atuar em gestão da saúde em administrações petistas.

À frente da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia, construiu cinco novos hospitais, contemplando diversas regiões da Bahia e disponibilizando mais de 1.400 novos leitos hospitalares; disponibilizou novos leitos de UTI, triplicando o número existente na rede SUS no Estado; criou o Programa Saúde em Movimento, que realizou mais de 140 mil cirurgias de catarata e 400 mil consultas oftalmológicas; triplicou o número de Centro de Especialidades Odontológicas (CEO); criou o programa de Rastreamento de Câncer de Mama que já beneficiou mais de 150 mil mulheres; promoveu a expansão do SAMU 192, hoje atendendo mais de 10 milhões de baianos.

Programa de Internação Domiciliar, hoje com 26 equipes e mais de mil pacientes atendidos por mês; beneficiou mais de 90 mil pessoas com o Programa Medicamento em Casa; entregou mais de mil novos postos de Saúde da Família em toda a Bahia; recriou a Bahiafarma, depois de 18 anos fechada; ampliou em mais de 127% o número de Centros de Atenção Psicossocial (CAPs); construiu o Hospital do Subúrbio, primeira Parceria Público Privada (PPP) hospitalar do Brasil e inaugurou 18 Unidades de Pronto Atendimento (UPA 24h), atendendo diversas regiões do estado.

Eleito deputado federal em 2014, continuará, na Câmara, sua luta em prol do fortalecimento do SUS e da saúde em geral, bem como de áreas e temáticas afins.

Leonardo Monteiro

A trajetória política do Deputado Federal Leonardo Monteiro é motivo de orgulho para todo o estado de Minas Gerais. Formado em Direito pela Faculdade de Direito do Vale do Rio Doce (Fadivale) de Governador Valadares, é, também, Técnico em Química com Especialização em Meio Ambiente.

Assim como o presidente Lula, sua atuação política teve origem no movimento sindical. Foi na Celulose Nipo Brasileira (Cenibra), em Belo Oriente, onde trabalhou por 19 anos, que iniciou sua militância. Uma trajetória político-sindical marcada por lutas e conquistas.

Leonardo Monteiro foi um dos responsáveis pela implantação, em 1978, do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Papel e Celulose (Sinticel). Em 1982 foi eleito presidente do Sindicato, cargo que ocupou até 1985.

Nos anos 90, organizou os sindicatos dos Bancários, Comerciários, Trabalhadores na Alimentação, Gráficos, Saúde, Metalúrgicos e Servidores Públicos Municipais e idealizou a reestruturação do espaço físico da União Operária, em Governador Valadares. Atuou junto à criação da Federação Interestadual de Trabalhadores na Indústria de Papel e Celulose.

Em 1992, motivado pelo Partido dos Trabalhadores e por sindicalistas, Leonardo Monteiro sai candidato a vereador em Governador Valadares, vence as eleições e é reeleito por duas vezes, em 1996 e 2000. Foi um dos vereadores mais atuantes na cidade.

Foi secretário e vice-presidente da Câmara Municipal e, em 2000, foi eleito presidente. Implantou os Gabinetes de Vereadores e os projetos Câmara Itinerante, Câmara Escolar, Vereador Estudante e o Fórum Permanente Buscando Soluções.

Em 2003, assume seu primeiro mandato de Deputado Federal, quando passou a representar o povo mineiro em Brasília. Sua luta agora é por todo o Estado, que reconhece a atuação do parlamentar e o reelege em 2006, 2010 e em 2014. Através de projetos apresentados aos Ministérios e aos órgãos do Governo Federal, Leonardo Monteiro logo começou a trazer benefícios para as regiões do Vale do Rio Doce, Vale do Suaçuí, Vale do Jequitinhonha, Guanhães, Vale do Mucuri, Vertentes e Norte de Minas.

São exemplos disso a duplicação e iluminação da BR-116 no trecho urbano de Valadares, a duplicação da BR-381 (Fernão Dias Norte), a instalação dos Institutos Federais de Ciência e Tecnologia (Araçuaí, Pirapora, Almenara e Governador Valadares), os cursos da Universidade Aberta do Brasil (em convênio com universidades como UFMG, UFOP, UFLA e UFJF).

Leonardo Monteiro tem atuado na implementação de ações importantes para a melhoria da qualidade de vida de milhares de pessoas, contribuindo para o fortalecimento dos programas sociais do Governo Federal (como o Bolsa Família e o Minha Casa, Minha Vida), e assumindo o compromisso de trabalhar pelo desenvolvimento, com geração de trabalho e renda, com a agricultura familiar e camponesa e com a preservação do meio ambiente.

Mas a grande bandeira do deputado é garantir a expansão da rede federal de educação em Minas Gerais, apoiando a criação da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFJM); a implantação de um campus da Universidade Federal de Ouro Preto, no Vale do Aço (com cursos em Ipatinga e Timóteo); e do campus da Universidade Federal de Juiz de Fora em Governador Valadares.

José Ayrton Cirilo

José Airton é advogado e engenheiro civil, com mestrado em Direito Público. Foi eleito para o quarto mandato de deputado federal pelo PT do Ceará nas eleições de 2018. Foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores no Ceará, vereador de Aracati (CE), primeiro prefeito de Icapuí (CE), tendo exercido dois mandatos, e também vereador de Fortaleza (CE).

Começou sua militância política na universidade, participando e sendo presidente e vice-presidente respectivamente do Centro Acadêmico Unificado das Engenharias, Civil, Mecânica e Elétrica. Participou da Pastoral Universitária, tendo lá contribuído para a fundação do Partido dos Trabalhadores, em 1980, atuando junto ao ex-presidente Lula desde os primórdios do partido.

Os excelentes resultados das gestões em Icapuí (município que ajudou a emancipar), uma das primeiras cidades administrada pelo PT no Brasil, o levaram a concorrer ao governo do estado duas vezes. Na segunda vez, em 2002, agrupou importantes aliados. Numa campanha jamais vista na história do Ceará, levou a disputa para o segundo turno, fato inédito no estado, na inesquecível campanha É LULA LÁ E JOSÉ AIRTON CÁ!

Foi diretor da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Como deputado federal foi relator da Lei da Pesca e da Criação do Ministério da Pesca e Aquicultura e presidente da Comissão Mista Especial do Congresso Nacional para apreciar a chamada de MP da Seca. Também foi o autor do Projeto de Lei que define o dia 12 de abril – data em que o grande Chico Anysio nasceu, como o Dia Nacional do Humorista. José Airton também apresentou o Projeto de Lei – 6406/09 que criou a profissão de comerciário e comerciária, definindo a jornada de trabalho dos empregados no comércio e instituindo o Dia do Comerciário, celebrado em 30 de outubro.

Atuante como Secretário Geral da Frente Parlamentar Mista de Pesca e Aquicultura, vice-presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Livro, da Leitura e da Biblioteca no Congresso Nacional, membro titular da Comissão de Turismo, atua em prol da criação da Zona Franca no Semiárido Nordestino, na Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Municípios Brasileiros – FMB, Frente Parlamentar Mista, do Agronegócio e Agricultura Familiar, Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Bancos Públicos, Frente Parlamentar Mista em Defesa do Banco do Nordeste, Frente Parlamentar Mista da Educação, Frente Parlamentar em Defesa da Regularização Fundiária, Frente Parlamentar Mista pela Reforma Política, Frente Parlamentar em Defesa da Escola Pública e em Respeito ao Profissional da Educação, Frente Parlamentar Mista em Defesa da Indústria Marítima Brasileira, Frente Parlamentar em Defesa dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, Frente Parlamentar em Defesa dos Policiais Militares e Bombeiros Militares, Frente Parlamentar em Defesa do Trânsito Seguro, Frente Parlamentar Mista de Combate à Fome no Brasil, Frente Parlamentar em Defesa da Petrobras, Frente Parlamentar Mista em Prol do Semiárido ( FPM PRÓ-SEMI), Frente Parlamentar do Congresso Nacional em Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência, Frente Parlamentar em Defesa do Programa Mais Médicos, Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Consumidores de Energia Elétrica, Frente Parlamentar Mista em Defesa da Soberania Nacional, Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Direitos dos Povos Indígenas, Frente Parlamentar Mista Brasil-África com Participação Popular de Enfrentamento ao Racismo, Frente Parlamentar Mista em Defesa da Previdência Social, Frente Parlamentar em Defesa da Marinha Mercante e da Indústria Naval Brasileira, Frente Parlamentar Mista pela Criação da Indústria de Petróleo e Gás no Brasil, Frente Parlamentar Mista em Defesa da Soberania Nacional.

É municipalista e destaca-se como um dos parlamentares que mais conseguiu garantir recursos para o Governo do Estado e os municípios cearenses, sempre priorizando as áreas da saúde, educação, infraestrutura e turismo, sendo um grande aliado e defensor da classe trabalhadora.

José Guimarães

José Nobre Guimarães é advogado e ocupa pela terceira vez consecutiva o cargo de Deputado Federal.

Foi Líder da Bancada do PT na Câmara dos Deputados em 2013, conduzindo os 89 deputados federais na aprovação do programa Mais Médicos e do marco regulatório do setor portuário (MP dos Portos). Antes, coordenou a bancada do Nordeste, em 2012, e atuou como vice-líder do Governo Dilma Rousseff na Câmara, em 2011.

No seu primeiro mandato como deputado federal, entre 2007 e 2010, foi vice-líder da bancada do PT e, também nesta época, coordenou a Bancada do PT nas comissões de Finanças e Tributação da Câmara e Mista de Orçamento do Congresso Nacional.

Guimarães é um dos mais atuantes parlamentares na defesa do projeto petista e do crescimento do País e do Nordeste. Relatou projetos importantes na Câmara, como a Medida Provisória 527/11, que criou o Regime Diferenciado de Contratações (RDC), para as obras da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016, e teve papel decisivo na aprovação da Política de Valorização do Salário Mínimo.

A militância do deputado Guimarães, no entanto, não começou na Câmara dos Deputados. Sua estreia foi no Centro dos Estudantes Secundaristas do Ceará (CESC). Depois foi o Centro Acadêmico Clóvis Beviláqua, do curso de Direito, da Universidade Federal do Ceará, onde se formou.

Guimarães tem uma trajetória de luta no movimento sindical e no Comitê Brasileiro pela Anistia. Como bancário, esteve na linha de frente da greve histórica de 1979. Teve também forte participação na Campanha pelas Diretas Já, no Ceará, em 1983.

Filiou-se ao PT em 1985 e, no mesmo ano, coordenou a campanha vitoriosa de Maria Luiza à prefeitura de Fortaleza. Presidiu o PT cearense de 1991 a 2000 e coordenou as campanhas de Lula em 1989 e 2002.

Assumiu o mandato de deputado estadual em 2000 e foi reeleito em 2002. Na Assembleia Legislativa do Ceará, Guimarães participou das principais comissões da Casa e foi relator-geral do Orçamento do Estado em 2004.

José Guimarães chegou à Câmara dos Deputados em 2006, com o respaldo de ter sido o deputado federal mais votado pelo PT do Ceará. Em 2010, foi o segundo deputado federal mais votado no seu estado e o mais votado do PT, com 210,3 mil votos distribuídos por todos os 184 municípios cearenses.

Em 2014, Guimarães alcançou a marca de segundo deputado mais votado em todo território nacional, reeleito com o voto e apoio de 209.032 cearenses. e ficou entre os 30 mais sufragados em todo o país.

Em 14 de abril de 2026, José Guimarães tomou posse como ministro-chefe Da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, em substituição a Gleisi Hoffmann.

Luiz Couto

Filho de agricultores sem terra, Luiz Couto nasceu em Soledade, pequena cidade encravada no cariri paraibano. Mudou-se para João Pessoa em busca de melhores oportunidades para estudar.

Graduou-se em Filosofia na Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e cursou Teologia no Instituto de Teologia do Recife/PE, ordenou-se padre em 1976 e logo se aproximou dos seguidores da Teologia da Libertação, corrente que defende mudanças progressistas na Igreja Católica.

Entrou para o quadro docente da UFPB, onde chefiou o Departamento de Filosofia e foi diretor do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes da UFPB. Integrou o Conselho Universitário da UFPB e os conselhos estaduais de Defesa da Criança e do Adolescente e de Defesa dos Direitos do Homem e do Cidadão.

Filiou-se ao PT em 1985 e presidiu o diretório municipal de João Pessoa e o diretório estadual da Paraíba.

Apesar das pressões das alas conservadoras da igreja, Couto é favorável ao uso de camisinha e combate fortemente a intolerância e o preconceito contra homossexuais.

Por conta de suas denúncias contra os grupos de extermínio, Luiz Couto é alvo constante do crime organizado, fato que já o obrigou a viver sob proteção policial e ainda hoje exige precauções com a sua segurança.

Foi deputado estadual duas vezes e desde 2003 é deputado federal, sempre eleito com o apoio dos movimentos sociais e setores progressistas da Paraíba.

Na Câmara dos Deputados foi relator da CPI que investigou os grupos de extermínio no Nordeste, presidiu por duas vezes a Comissão de Direitos Humanos e Minorias e atuou ainda como titular da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Eleito em 2010, para o terceiro mandato, Luiz Couto continuou atuando no combate à corrupção, ao crime organizado, à exploração sexual de crianças e adolescentes, à intolerância e ao preconceito. Foi agraciado pelo Prêmio Congresso em Foco por 04 vezes.

Recebeu também o maior prêmio de Direitos Humanos, concedido pela Secretaria Nacional de Direitos Humanos da Presidência da República. O prêmio consiste na mais alta condecoração do governo brasileiro às pessoas que desenvolvem ações de destaque nas áreas de promoção e defesa dos Direitos Humanos.

Em 2014 foi reeleito para o quarto mandato para continuar defendendo as bandeiras históricas já elencadas em seus diversos mandatos e dará prioridade às profundas reformas de que o Brasil Necessita.

Luiz Couto foi eleito deputado federal nas eleições de 2022.

Carlos Zarattini

Economista formado pela Universidade de São Paulo e especialista em Engenharia de Transportes, Carlos Zarattini (PT/SP) está no seu 5º mandato na Câmara dos Deputados e ocupa o cargo de vice-líder do governo Lula. Em 2022, o parlamentar foi reeleito com 147.349 mil votos.

Foi vereador, deputado estadual e secretário de Transporte em São Paulo. É filiado ao Partido dos Trabalhadores desde 1987 e sua trajetória é marcada por lutas e vitórias em defesa da Democracia, Soberania Nacional e de Leis que ajudaram a reduzir o custo de vida das famílias brasileiras.

Militante sindical, Zarattini teve relevante participação na luta por direitos dos gráficos e dos metroviários em São Paulo. Foi eleito secretário-geral do Sindicato dos Metroviários por duas vezes e participou da luta por significativas conquistas da sua categoria como o adicional de periculosidade elétrica, a redução da jornada de trabalho para 36 horas e reajustes salariais.

Como vereador, foi autor e aprovou o projeto de Lei que instituiu o Bilhete Único na Capital Paulista, proposta que completou 20 anos e até hoje ajuda a reduzir os gastos dos moradores da periferia com transporte. Atuou como secretário dos Transportes e das Subprefeituras na Prefeitura de São Paulo deixando um legado de boas conquistas como a reestruturação do sistema de transporte público da cidade, criou o sistema de escolar gratuito, o chamado ‘Vai e Volta’, regulamentou o sistema de fretamento de táxis e ampliou os quadros operativos da Companhia de Engenharia de Tráfego.

Enquanto deputado estadual, aprovou o Projeto de Lei 404/1999, que estipulou o limite máximo de 35 alunos por sala de aula. Já como deputado federal é sinônimo de luta, trabalho e compromisso com o povo. Sua experiência parlamentar, capacidade de diálogo e articulação fazem dele uma referência no Parlamento. Foi eleito por 11 vezes um dos 100 parlamentares mais influentes do Congresso.Em 2017, foi eleito líder da bancada do PT na Câmara e nos anos de 2019 e 2020 foi designado líder da Minoria no Congresso Nacional.

Zarattini relatou importantes projetos de lei para o combate à corrupção, como é o caso do PL nº 6826/2010, que originou a Lei Anticorrupção 12.846/2013, e o PL nº 10887/18 que alterava a Lei de Improbidade Administrativa. Aprovada na Câmara e no Senado, a nova LIA (Lei nº 14.230/2021) garante o combate à corrupção na Administração Pública e dá maior segurança jurídica aos gestores. Ele ainda é autor do PL nº 1202/2007 sobre regularização do Lobby que já foi aprovado na Câmara e agora tramita no Senado Federal.

Para baixar o custo de vida das famílias de baixa renda, Zarattini apresentou e aprovou a Lei da Tarifa Social de Energia Elétrica (12.212/10), que beneficia mais de 11 milhões de brasileiros, e da Lei do Auxílio Gás (1.234/21), que garante desconto de, no mínimo, 50% para os mais pobres na compra do botijão de gás a cada dois meses, uma proposta que beneficia mais de 5 milhões de famílias.

Foi autor de emenda na Lei 14.071/20 que ampliou para 40 o número de pontos na Carteira Nacional de Habitação para efeitos da suspensão do direito de dirigir para motoristas profissionais.É autor do importante projeto de lei 3.422/21 que visa prorrogar por mais de 50 anos a Lei de Cotas nas Universidades.

Em 1 de fevereiro de 2023, Zarattini assumiu pela 5ª vez o cargo de deputado federal. O norte do seu novo mandato será contribuir com o governo do presidente Lula na recondução do Brasil ao crescimento econômico, com geração de emprego e renda e respeito aos direitos sociais e aprovar Leis que garantam moradias populares, alimentação mais saudável para população e encabeçar lutas antirracistas.

Arlindo Chinaglia

Arlindo Chinaglia Júnior, natural de Serra Azul, SP, formou-se médico pela Universidade de Brasília (UNB) e especializou-se em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo (USP). Foi presidente da Associação dos Médicos Residentes do Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo (AMERIAMSPE) e, por três vezes, do Sindicato dos Médicos do Estado de São Paulo (SIMESP), além de vice-presidente da Federação Nacional dos Médicos (FNM).

No início dos anos 80, participou da fundação do Partido dos Trabalhadores (PT), somando-se a lideranças sindicais de expressão nacional, como Luiz Inácio Lula da Silva, e também da fundação da Central Única dos Trabalhadores (CUT), da qual foi presidente no estado de São Paulo (1988/1989).

Em 1990, entra na vida política institucional ao ser eleito deputado estadual. Foi eleito para seu primeiro mandato de deputado federal em 1995. Na Câmara dos Deputados, exerce a presidência da Comissão de Fiscalização e Controle.

Em 2004, é escolhido pelos Líder da Bancada do PT na Câmara. No mandato da prefeita Marta Suplicy, em São Paulo (SP), exerceu ainda o cargo de Secretário de Implementação das Subprefeituras.

Durante seus cinco mandatos consecutivos como Deputado Federal, Arlindo Chinaglia destacou-se sempre por sua liderança e capacidade de diálogo. Foi eleito pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP), por 15 vezes seguidas, um dos “Cabeças do Congresso”.

Em 2007 e 2008, foi eleito, entre os 513 deputados e 81 senadores, o parlamentar mais influente do Congresso Nacional. E, em 2013, o terceiro mais influente. O presidente Lula escolheu Arlindo Chinaglia para ser seu Líder de Governo na Câmara dos Deputados e exercer um papel decisivo na aprovação das principais conquistas do país, tais como: o Bolsa Família, o Prouni e a Política de Valorização do Salário Mínimo.

Por seu trabalho, Arlindo Chinaglia foi eleito presidente da Câmara dos Deputados em 2007/2008 e colocou na pauta de votação importantes projetos de interesse da sociedade, como a aprovação de emendas do PAC (Programa de Aceleração de Crescimento) e a licença maternidade de seis meses, além de tornar mais produtiva e eficiente as votações no Congresso.

Foi presidente da mais importante Comissão Especial do Pré-Sal na Câmara dos Deputados e relator do Orçamento Geral da União. A presidenta Dilma Rousseff também escolheu Arlindo Chinaglia para ser seu Líder de Governo, cargo que exerceu até maio de 2014, quando foi eleito vice-presidente da Câmara e do Congresso Nacional.

Reeleito nas eleições de 2014, Chinaglia inicia em 2015 o sexto mandato como deputado federal.

Elvino Bohn Gass

Bohn Gass nasceu no município de Santo Cristo, noroeste do Rio Grande do Sul. Filho de agricultores familiares, desde cedo ajudou os pais na pequena propriedade.

Graduou-se em Estudos Sociais, com licenciatura em História, pela Unijuí e Pós-Graduação em Gestão Social pela UFRGS.

Fundador do PT, sempre integrou direções partidárias em nível local e estadual. Fundador da CUT, integrou sua direção nacional. Bohn Gass atuou também no movimento estudantil e na Pastoral da Juventude.

A história de lutas e a experiência o conduziram, em 2010, ao cargo de Secretário Nacional Agrário do Partido dos Trabalhadores. No movimento sindical, presidiu o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santo Cristo por duas vezes (1986-1989 e 1992-1995).

Em 1996, elegeu-se vereador em Santo Cristo. No mesmo ano, renunciou à vaga de vereador para assumir, como suplente, a vaga do deputado estadual. Foi reeleito deputado estadual em 1998, 2002 e 2006, com votação em mais de 250 municípios gaúchos.

Na Alergs, teve atuação marcante e foi líder da bancada petista, além de ter presidido a Comissão de Agricultura e coordenado as frentes parlamentares em defesa da extensão rural e da economia popular e solidária.

Em seu primeiro mandato na Câmara dos Deputados, Bohn Gass, se destacou na luta em defesa da agricultura familiar. Presidiu a Comissão Especial que elaborou o novo Código Florestal que garantiu critérios diferenciados para o agricultor familiar.

Foi relator do projeto de lei de criação da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural -Anater. Entre os projetos apresentados está o que prevê redução de impostos a quem fizer uso racional de água e energia elétrica e o que prevê a preferência de pagamento dos créditos ao agricultor familiar em caso de falência da empresa.

Maria do Rosário

Maria do Rosário Nunes nasceu em Veranópolis, cidade da região nordeste do Rio Grande do Sul. Pedagoga formada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), mestre em Educação e Violência Infantil e doutoranda em Ciência Política pela mesma universidade.

Começou a militância no movimento estudantil secundarista, em Porto Alegre (RS), e foi como professora da rede pública municipal e estadual que obteve notoriedade no movimento sindical. Eleita vereadora da capital gaúcha por dois mandatos, Rosário presidiu as comissões de Educação e de Direitos Humanos e também foi líder do PT e do governo municipal na Câmara Municipal.

Filiada ao PT desde 1994, foi eleita deputada estadual em 1998 e presidiu a Comissão de Cidadania e Direitos Humanos na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul em 1998.

Em 2002, elegeu-se deputada federal, sendo reeleita em 2006, 2010 e 2014. Na Câmara Federal, foi relatora da CPI Mista que investigou as redes de exploração sexual de crianças e adolescentes e presidiu a Comissão de Educação e a Comissão Especial da Lei Nacional de Adoção. Também foi coordenadora da Frente Parlamentar de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente.

Maria do Rosário coordenou ainda o programa de governo nas áreas de Direitos Humanos, Educação e Políticas para as Mulheres na primeira eleição presidencial de Dilma Rousseff (2010).

Em 2011, licenciou-se do mandato para assumir a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, sendo a primeira mulher a ocupar a pasta.

Como ministra de Direitos Humanos teve atuação de destaque na afirmação de direitos para todas as pessoas, trabalhando sempre com os temas Memória e Verdade, Pessoas com Deficiência, Idosos, Diversidade Religiosa, LGBT, Crianças e Adolescentes, Igualdade Racial, entre tantos outros. Nesse período integrou e presidiu diversos conselhos nacionais.

Erika Kokay

Erika Kokay é natural de Fortaleza (CE) e reside em Brasília desde 1975. Deu os primeiros passos na política em 1976, ao ingressar na Universidade de Brasília (UnB) e participar do movimento estudantil. Em 1977 ajudou a organizar uma greve histórica, reprimida pela polícia que invadiu a UnB, resultando na sua expulsão e na das lideranças do movimento, sem direito de defesa.

Mudou-se em 1978 para São Paulo, onde ingressou no curso de História da USP, não chegando a concluí-lo. Na USP, organizou e liderou uma passeata com mais de 20 mil estudantes contra a ditadura militar, marco histórico da luta pelo retorno à democracia.

Depois da Anistia, ganhou o direito de retornar à UnB e concluiu o curso de Psicologia em 1988. No movimento sindical, organizou em 1985 a primeira greve dos funcionários da Caixa em 124 anos de existência da empresa. Foi presidenta do Sindicato dos Bancários de Brasília por dois mandatos, secretária-geral da Confederação Nacional dos Bancários e presidenta da CUT-DF.

Eleita deputada distrital em 2002 e 2006, seus dois mandatos na Câmara Legislativa do DF foram marcados pelo forte apoio às demandas dos movimentos populares. Presidiu as comissões de Direitos Humanos e de Defesa do Consumidor na CLDF e teve atuação decisiva na apuração das denúncias de corrupção relacionadas ao escândalo da Caixa de Pandora, envolvendo políticos do Distrito Federal.

Em 2011 inicia sua trajetória na Câmara dos Deputados, mantendo como uma de suas principais áreas de atuação a defesa dos direitos humanos, em todas as suas dimensões e agora em âmbito nacional, mas sem jamais esquecer as questões afetas ao Distrito Federal. Desde o início, integrou as comissões de Direitos Humanos e Minorias e de Seguridade Social e Família.

Erika Integrou também comissões de Finanças e Tributação, Desenvolvimento Urbano, Legislação Participativa e de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado. Participou ainda das comissões especiais destinadas a discutir: o direito à educação sem uso de castigos corporais (presidente); reforma política; a autonomia da Defensoria Pública do Distrito Federal (relatora); a criação de Carreira do Policiamento de Trânsito; Carreira Única de Médico de Estado; a redução da maioridade penal; a regulamentação das terras indígenas; o Estatuto da Família, a criação da Perícia Oficial de Natureza Criminal; a que institui o piso salarial para vigilantes; a que discute a revisão do Estatuto do Desarmamento, entre muitas outras.

Presidiu a Comissão Parlamentar de Inquérito que apurou denúncias de exploração sexual de crianças e adolescentes, tendo feito diligências e oitivas em diversas partes do país, inclusive de prefeitos e outros ocupantes de importantes cargos públicos, que levaram muitos envolvidos à prisão. Além disso, Erika participou de diversas Frentes Parlamentares entre as quais se destacam a Frente Parlamentar Mista de Enfrentamento às DST/HIV/AIDS e a Frente Parlamentar Mista de Direitos Humanos da Criança e do Adolescente.

Entre projetos de lei, propostas de emenda à Constituição, requerimentos e outras iniciativas, Erika apresentou cerca de 600 proposições e relatou dezenas de outras.

Em 2014 foi reeleita para a Câmara com 92.558 votos, a terceira maior votação no Distrito Federal.

Juliana Cardoso

Juliana Cardoso nasceu em Sapopemba, bairro da periferia de São Paulo, onde iniciou sua militância. Desenvolve um extenso trabalho voltado à defesa dos direitos da criança, do adolescente e da juventude, à saúde, à moradia e aos Direitos Humanos. Foi eleita deputada federal pelo PT-SP nas eleições de 2022, após quatro mandatos de vereadora na capital paulista, atuando com os movimentos sociais e populares da cidade.

Rui Falcão

Mineiro de Pitangui, Rui Goethe da Costa Falcão retorna à Câmara dos Deputados, após 18 anos, com uma votação expressiva, sendo o mais votado entre os deputados eleitos pelo PT paulista, com 158.389 votos. Jornalista e advogado, Rui Falcão tem sua trajetória pautada em várias frentes de batalhas. No parlamento, exerceu quatro mandatos como deputado estadual na Assembleia Legislativa do estado de São Paulo e em 2000 assumiu uma cadeira na Câmara dos Deputados ao ser eleito como deputado federal, mas se licenciou do cargo para assumir a Secretaria de Governo da cidade de São Paulo, na administração de Marta Suplicy. Filiado ao PT desde 1982, presidiu o Diretório Municipal do partido em São Paulo entre os anos de 1989 e 1992. Exerceu o cargo de presidente do Diretório Nacional do PT em 1994.

Em 2011, o partido o escolheu para substituir o presidente do PT, José Eduardo Dutra que havia se afastado do cargo por motivo de saúde. Em 2013 foi eleito presidente Nacional do PT, função que exerceu até junho de 2017. Rui Falcão exerceu também o cargo de secretário de Governo da cidade de São Paulo e coordenou a campanha de Dilma Rousseff à presidência da República em 2010.