Zeca Dirceu

Zeca Dirceu nasceu em Umuarama, Paraná. É filho de Clara Becker e do ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu. Graduou-se em Ciências da Computação pela Universidade Paranaense (Unipar) em 2002. Desde criança, sempre acompanhou o pai nas reuniões do Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores, quando passou a conviver com a política.

Foi Secretário de Indústria e Comércio de Cruzeiro do Oeste (PR) em 2001 e, entre 2003 e 2004, coordenou regionalmente as ações da Secretaria de Estado do Trabalho, Emprego e Promoção Social do Paraná (SETP).

Elegeu-se prefeito de Cruzeiro do Oeste em 2004 com 72% dos votos e foi reeleito quatro anos depois com apoio de 70% do eleitorado.

Tornou-se vice-presidente da Associação dos Municípios do Paraná (AMP) em 2009, quando passou a defender e articular as bandeiras municipalistas em Brasília.

Como prefeito de Cruzeiro do Oeste já foi premiado diversas vezes, entre eles o Prêmio Amigo da Criança pela Fundação ABRINQ em 2005 – 2006, Prêmio Nacional Terra Fértil da Emater em 2008, Prêmio Paraná Sorridente do Ministério da Saúde e Prefeito Empreendedor do Sebrae, ambos em 2009.

Em 2010 deixou a prefeitura de Cruzeiro do Oeste para concorrer a uma vaga de deputado federal, quando foi eleito com quase 110 mil votos, sendo o segundo deputado mais votado do PT no Paraná. É Coordenador na Frente Parlamentar em defesa da Indústria Têxtil e na de Frente Parlamentar em defesa da Indústria Brasileira de Bebidas. Ocupa o cargo de vice-líder do PT na Câmara dos Deputados, posição que já ocupou por três vezes na casa.

Em sua trajetória como parlamentar Zeca Dirceu foi condecorado diversas vezes por levantar a bandeira municipalista em seu primeiro mandato, recebendo títulos de cidadão honorário em várias cidades do seu estado. Como parlamentar foi eleito o deputado federal mais atuante no “Melhores do Ano” realizado pela VS Pesquisas e Promoções em 2013, e Premiado como Sócio Emérito da Associação Brasileira dos Municípios pelos resultados alcançados no Paraná em 2014.

Zeca Dirceu foi reeleito deputado federal nas eleições de 2022 e em janeiro de 2023 foi escolhido como novo líder da Bancada do Partido dos Trabalhadores na Câmara Federal.

Valmir Assunção

No seu primeiro mandato como deputado federal, de 2011 a 2014, Valmir Assunção foi parceiro da presidenta Dilma Rousseff nos principais desafios e projetos no Congresso, como na luta pela implantação do programa Mais Médicos, que beneficiou mais de 50 milhões de brasileiros, mas começou a ser desmontado pelo governo golpista de Michel Temer após o golpe.

A criação das novas universidades na Bahia – a Universidade Federal do Sul da Bahia e a Universidade do Oeste da Bahia – também teve papel destacado de Valmir, atuando para que as unidades contemplassem o maior número possível de municípios e jovens baianos.

Sempre ligado às questões que envolvem a reforma agrária, Valmir foi um dos protagonistas da aprovação da Medida Provisória 636/2013, que se tornou a lei 13.001/2014 e possibilitou que cerca de um milhão de agricultores tivessem acesso à renegociação e à remissão de dívidas.

Valmir apresentou o PL 2730/2011, que aperfeiçoava as relações conveniais entre a administração pública e as ONGs. O projeto é resultado das discussões da bancada do PT e aliados e contribuiu para o grupo de trabalho do Governo Federal, montado para discutir um marco regulatório de mesma finalidade. Todo esse esforço resultou na aprovação do PL 7168/2014, que trata deste tema.

No enfrentamento à violência contra as mulheres, Valmir propôs o projeto de lei 7614/2014, que proíbe o acesso ao serviço público àqueles que praticarem crime de violência doméstica e familiar contra a mulher e veda a participação em licitações e na prestação de serviços públicos.

Outros projetos de lei de Valmir Assunção:

PL – 2857/2011 – Inscrição do nome de Carlos Marighela no livro dos heróis da nação.
PL – 1814/2011 – Estabilidade de vinculo dos dirigentes estudantis. Nenhuma universidade poderá expulsar um dirigente estudantil no cumprimento de sua função.
PL – 2577/2011 – Proibição da cobrança de assinatura básica do serviço de telefonia fixa

Vander Loubet

Vander Luiz dos Santos Loubet é bancário, bacharel em Direito pela Universidade Católica Dom Bosco (UCDB). É casado com Roseli, pai de Tamara e de Bernardo e avô de Liz.

Nasceu em Porto Murtinho, em 22 de janeiro de 1964, filho de Bernardo Loubet (militar da reserva do Exército Brasileiro) e de Aparecida Loubet (a “Dona Beca”, dona de casa). Mudou-se para Campo Grande em 1981, ainda adolescente, para estudar e batalhar por uma vida melhor.

No mesmo ano, passou a atuar no movimento estudantil secundarista (na Escola Mace) e, posteriormente, universitário (na antiga Fucmat, atual UCDB). Também deu os primeiros passos na política como um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores (PT) em Mato Grosso do Sul.

Três anos depois, em 1984, como funcionário do extinto banco Banorte, ingressou no Sindicato dos Bancários de Campo Grande e Região, onde lutou pelos direitos dos trabalhadores dessa categoria.

Entre 1991 e 1998, Vander foi chefe de gabinete de Zeca do PT, primeiro deputado estadual do partido no estado. Nesse período, ajudou o mandato a criar uma forte relação com os movimentos sociais, na luta pela defesa dos servidores públicos, dos trabalhadores sem-terra e dos povos indígenas.

Em 1995, foi eleito foi presidente do Diretório Municipal do PT da Capital.

Entre 1999 e 2002, ocupou os cargos de secretário estadual de Governo e de secretário estadual de Infraestrutura, Obras e Habitação, período no qual foi peça fundamental na elaboração e na execução dos programas, obras e ações que modernizaram e transformaram Mato Grosso do Sul e seus municípios.

Em 2001, foi eleito presidente do Diretório Estadual do PT.

Em 2002, disputou sua primeira eleição, sendo eleito deputado federal com 101 mil, o mais votado da história de Mato Grosso do Sul até então. Foi ator decisivo na construção do governo Lula, ajudando a aprovar na Câmara Federal os projetos e medidas que tiraram 28 milhões de pessoas da pobreza absoluta, que fizeram 36 milhões de pessoas ascenderam à classe média e que garantiram ao Brasil um período de forte crescimento econômico e aumento do poder aquisitivo da classe trabalhadora.

A atuação de Vander na Câmara Federal ganhou o reconhecimento da população. Foi reeleito em 2006, 2010, 2014 e 2018, sendo o único deputado federal de Mato Grosso do Sul em atividade a cumprir o quinto mandato consecutivo em Brasília. Assume o sexto mandato em 2023, reeleito com 76.571 votos.

Vicentinho

O sonho de viver numa sociedade melhor e fazer valer os direitos dos trabalhadores fez de um simples trabalhador sindicalizado lutar, acreditar e vencer as dificuldades do dia-a-dia. Foi assim que Vicentinho iniciou a sua carreira sindical na região do Grande ABC paulista.

Vicentinho filiou-se ao Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema em 1977 e a partir desta data não se desviou, um segundo sequer, do objetivo de ver a classe trabalhadora vencer todos os obstáculos. Após a sua participação nas grandes greves foi eleito, em 1981, vice-presidente do então Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo e Diadema.

Como dirigente, participou de decisões históricas nas conquistas das Comissões de Fábricas e na mudança do caráter das CIPAS (Comissão Interna de Acidentes de Trabalho). Em 1983, dirigiu com outros companheiros, a greve geral e de solidariedade aos petroleiros (primeira greve geral após o golpe de 1964).

No mesmo ano foi cassado pela ditadura militar e o sindicato sofreu intervenção federal. Participou da fundação da Central Única dos Trabalhadores (CUT), sendo eleito Presidente da primeira CUT Regional no Brasil, a CUT ABC. No ano seguinte participou como dirigente da retomada do Sindicato e foi reeleito primeiro secretário.

Em 1987, foi eleito Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema, com 87% dos votos e reeleito em 1990 com 92% dos votos. Em 1992, coordenou, ao lado da bancada de trabalhadores, o mais importante acordo do setor automotivo, chamado de “Câmara Setorial”.

Em 1993, coordenou a fundação do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC (foi eleito seu primeiro presidente com 95% dos votos) com uma nova proposta de idéias, uma nova era, sob o lema “Sindicato Cidadão”. Construir o diálogo com o capital sem abrir mão de princípios, mantendo relações constantes com a sociedade. Um ano após, em 1994, foi eleito Presidente da CUT Nacional.

Em 1997, foi reeleito presidente da CUT Nacional, terminando seu mandato em julho do ano 2000. Foi presidente-fundador do Instituto Sindical Interamericano pela Igualdade Racial (INSPIR), composto por três centrais sindicais brasileiras (CUT, Força Sindical e CGT), pela Central Norte Americana (AFL – CIO) e pela ORIT (Organização Regional Interamericana dos Trabalhadores). Em 1998, foi eleito suplente do Senador Eduardo Suplicy.

Como dirigente e líder sindical, foi um dos fundadores do PT. Eleito deputado federal em 2002, com 254.221 votos, e reeleito em 2006, com 97.477 votos. Em 2010 obteve 141.068 e, em 2014, foi reeleito para o quarto mandato com 89.001 votos.

Vicentinho foi eleito pelo DIAP (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar), por cinco anos consecutivos, um dos 100 parlamentares mais atuantes do Congresso Nacional. Na Câmara, já presidiu a Comissão da Reforma Trabalhista; a Comissão da Redução da Jornada de Trabalho e Comissão sobre a Crise – Geração de Empregos e Serviços, além de sempre atuar na Comissão Permanente do Trabalho, Administração e Serviço Público.

Integrou da CPI do Trabalho Escravo e foi membro da Câmara de Negociação de Desenvolvimento Econômico e Social. Foi presidente da Frente Parlamentar Pró-Guardas Municipais, membro da Frente Parlamentar em Defesa da Igualdade Racial e dos Quilombos e coordenador da Frente Parlamentar Pela Saúde e Segurança no Trabalho.

Em 2014 foi eleito, por unanimidade, Líder da PT. Tornou-se o único líder partidário negro no parlamento brasileiro.

Margarida Salomão

Mineira de Juiz de Fora, Margarida Salomão é professora universitária, graduada em Letras pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), mestre em Linguística pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pós-doutora na mesma área pela University of California (EUA).

Atualmente, é deputada federal pelo Partido dos Trabalhadores de Minas Gerais, no qual é filiada desde 2002. Reeleita em 2014, é a deputada majoritária de Juiz de Fora. Em 2010, quando tentou o primeiro pleito, também alcançou a maior votação na cidade. Assumiu seu primeiro mandato em 2013.

Na Câmara, é membro titular da Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação e Informática, da Comissão Especial do Fator Previdenciário e do Centro de Estudos e Debates Estratégicos da Casa.

A parlamentar se dedica a temas nacionais como Reforma Política e Democratização dos Meios de Comunicação, além de questões ligadas à Educação, à Ciência e à Tecnologia. Também atua na representação da Zona da Mata mineira e Campo das Vertentes, focando no desenvolvimento econômico das regiões. Margarida sustenta uma aliança histórica com os movimentos populares e tem estabelecido uma forte articulação com lideranças comunitárias e sindicais.

Foi secretária municipal de Administração e de Governo da Prefeitura de Juiz de Fora entre os anos de 1983 e 1988 e reitora da Universidade Federal de Juiz de Fora por dois mandatos, de 1998 a 2006. Também foi dirigente nacional da Associação Nacional de Dirigentes de Instituições Federais de Ensino Superior.

Nilto Tatto

Nascido em Frederico Westphaelen, no Rio Grande do Sul, Nilto Tatto,  migrou para São Paulo em 1978, fixando-se com a família  na Zona Sul da Capital (Capela do Socorro), onde ingressou nas Comunidades Eclesiais de Base, Pastoral da Juventude, e movimentos sociais.

Essa atuação o aproximou das lutas sindicais a partir do final dos anos 1970, levando-o a integrar o Partido dos Trabalhadores (PT), desde de a sua fundação, em 1980.

Foi líder estudantil no início da década de 1980, período em que cursou Estudos Sociais na Faculdade Osec. Lecionou na rede pública e se especializou em Administração para Organizações do Terceiro Setor, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Entre 1983 e 1994, administrou o Centro Ecumênico de Documentação e Informação (CEDI). Instituição que assessorava movimentos operários, camponês, indígena e de educação popular.

Atuou na capacitação administrativa para o Conselho Nacional dos Seringueiros, em Rio Branco (AC), na época liderado por Chico Mendes, e para a União das Nações Indígenas em São Paulo e no Acre, coordenado por Ailton Krenak.

Em 1987, participou da fundação da Espaço de Formação Assessoria e Documentação, organização da sociedade civil, localizada no bairro Cidade Dutra, com atuação na área de educação e meio ambiente. Na Espaço atuou como voluntário até 1994, e assessorou diversos movimentos sociais, com destaque para o Movimento de Alfabetização de Jovens e Adultos (Mova-SP), e contribuiu com na articulação de iniciativas em defesa dos mananciais de São Paulo.

Com o encerramento das atividades do CEDI, em 1994, participou da fundação do Instituto Socioambiental (ISA), do qual foi secretário executivo a partir de 1999. Também coordenou ações e projetos de assessoria e capacitação em gestão administrativa para diversas organizações indígenas, como Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (Foirn),  Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab), e a Associação Terra Indígena do Xingu (Atix).

Entre 1999 e 2001, coordenou o Projeto de Manejo Florestal Xikrin do Cateté desenvolvido pelo  ISA com o povo Xicrin do Cateté, no município de Parauapebas (PA). Foi o primeiro projeto de manejo florestal em Terra Indígena no Brasil.

Em 2004 passou a coordenar o Programa Vale do Ribeira do ISA – função que ocupou até março de 2014 – com o desafio de dar visibilidade à luta das comunidades quilombolas e de articular a implantação de políticas voltadas à manutenção da rica diversidade da região que possuí menor IDH do Estado.

Em 2009, Nilto Tatto recebeu o Prêmio Dorothy Stang de Direitos Humanos, na categoria humanidade, por sua atuação em projetos de alternativas econômicas sustentáveis e geração de renda junto às comunidades quilombolas no Vale do Ribeira.

Ao longo de sua trajetória, ministrou palestras em diversas partes do Brasil, Europa, África, América Central e Estados Unidos, tendo também, atuado junto a comunidades tradicionais de Angola.

Foi eleito deputado federal em 2014, com 101.196 votos. Na Câmara Federal, tem pautado sua atuação em temas como garantia de direitos das comunidades tradicionais (quilombolas, ribeirinhos, indígenas, caiçaras), luta pela reforma agrária, agricultura familiar, unidades de conservação; redução do uso de agrotóxicos, estímulo a agroecologia. Enfim, tem centrado sua atenção as questões socioambientais.

Em 2017, presidiu a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Foi membro da Comissão de Direitos Humanos e Minorias. Integrou a Comissão de Desenvolvimento Urbano e a Comissão Mista do Orçamento. Além de comissões especiais como: PEC 215 (terras indígenas), PEC 15907 (que destina recursos da Cide-combustíveis para o financiamento de projetos de mitigação de impactos socioambientais decorrentes da produção de biocombustíveis). PL 82715 (Lei de Cultivares), PL 161096 (Mineração em Terras Indígenas), Subcomissão Permanente em Defesa dos Animais, dentre outras. Teve atuação destacada como membro titular da CPI Funai/Incra, inclusive na elaboração do Relatório Alternativo ao apresentado pela base governista.

Como relator do PL 6.268/16 (PL da Caça), recomendou o arquivamento da proposta que visa liberar a caça de animais silvestres no Brasil.

Nilto Tatto, é o relator da Comissão Especial para a criação da Política Nacional de Redução de Agrotóxicos, prevista no Projeto de Lei 6670/16, que visa adotar medidas que estimulem a redução do uso de agrotóxicos e promovam práticas sustentáveis como a agricultura orgânica e a agroecologia.

Em 2019, coordenou a Frente Parlamentar Ambientalista da Câmara Federal. É titular da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, da qual foi presidente em 2017, além de integrar as Comissões de Legislação Participativa e do Trabalho, Administração e Serviço Público.

Também compõe o Grupo de Trabalho de um novo marco de Licenciamento Ambiental e diversas Frentes Parlamentares, com destaque para Defesa dos Povos Indígenas, em Defesa das Comunidades Quilombolas, das Organizações da Sociedade Civil, dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, em Defesa da Reforma Urbana e dos Movimentos de Luta por Moradia, e da Infraestrutura Viária e Mobilidade Urbana.

Em 2017, Nilto Tatto foi eleito Secretário Nacional de Meio Ambiente e Desenvolvimento do PT

Foi reeleito em 2018, com 124.281 votos.

Coerente com sua trajetória, Nilto Tatto dedica seus esforços, diariamente, à construção de um Brasil mais justo e sustentável.

 

 

 

 

 

 

 

Padre João

O Deputado Padre João iniciou seu primeiro Mandato na Assembleia Legislativa em 2002, sendo eleito com 47.243 votos. Em 2006, foi reeleito deputado estadual com 53.175 votos.

Foi líder do Bloco PT/PCdoB/PMDB na Assembleia Legislativa, membro efetivo das Comissões de Administração Pública e de Constituição e Justiça.

O deputado Padre João foi, ainda, membro efetivo das Comissões Interestadual Parlamentar de Estudos para o Desenvolvimento da Mineração e Preservação Ambiental (CIPE da Mineração); Interestadual Parlamentar de Estudos para o Desenvolvimento Sustentável da Bacia Hidrográfica do Rio Doce (CIPE Rio Doce) e da Comissão de Ética e Decoro Parlamentar. Foi vice-presidente do Diretório Estadual do Partido dos Trabalhadores de Minas Gerais.

O deputado Padre João destacou-se na Assembleia Legislativa pelo trabalho voltado para o desenvolvimento regional sustentável, defesa da Agricultura Familiar, do acesso à terra, da geração de trabalho e renda, do meio ambiente e da segurança alimentar e nutricional.

É de sua autoria a Lei 15.456/2005, que determina incentivo do Estado para as microdestilarias de álcool e beneficiamento dos produtos derivados da cana-de-açúcar , e da Lei 15.012/2004, que assegura direitos às famílias atingidas pela construção de barragens hidrelétricas em Minas Gerais.

Em 2010 – conforme deliberação da X Assembleia Geral do Mandato, realizada em Ponte Nova em 2008 – Padre João concorreu ao cargo de deputado federal. Consagrou-se vitorioso com 111.651 votos, obtidos em 760 municípios mineiros.

Padre João foi presidente do Diretório Municipal do PT de Ouro Branco por dois mandatos. Nas eleições municipais de 2000, concorreu à prefeitura de Ouro Branco, quando o partido elegeu os primeiros vereadores do PT no município.

Padre João é natural de Urucânia e chegou em Ouro Branco em 1994, quando assumiu a assessoria da Pastoral Carcerária, da Pastoral da Saúde e da Pastoral da Criança e do Menor, da Região Oeste da Arquidiocese de Mariana. Desde 1995, quando foi ordenado, ficou responsável pela Paróquia São José Operário, desligando-se da Paróquia no início da campanha eleitoral em 2002.

Em 2001, recebeu o título de cidadão honorário de Ouro Branco. Também neste ano coordenou o 1º Fórum Social pela Vida da Arquidiocese de Mariana, realizado em Ouro Branco.

A história de Padre João junto à igreja mostra o seu envolvimento em causas sociais o que o tornou uma liderança política regional.

Atuou na formação dos Conselhos Municipal de Saúde, de Educação e da Criança e do Adolescente de Ouro Branco. Lutou ao lado das associações de bairro, contribuindo para a conquista de melhores moradias para os moradores do Bairro São Francisco.

Em parceria com Associação Comunitária São Francisco de Assis (Asfa), fundou a Horta Comunitária do bairro. Coordenou a construção do Sopão, alimentando centenas de crianças, gestantes e recém-nascidos, além de conseguir recursos permanentes para manutenção da Creche local.

Marcon

Dionilso Marcon, natural de Rondinha, norte do Rio Grande do Sul, é o único deputado gaúcho que mora num assentamento rural. Filho de pequeno agricultor, desde jovem se destacou na luta pelos trabalhadores do campo. Acampado por quatro anos e meio, foi assentado em 1994 no assentamento Capela, em Nova Santa Rita, onde reside atualmente.

Seu mandato é um espaço de representação dos trabalhadores do campo e da cidade, de luta, de transformação da sociedade e de resistência, sempre com base nos ideais construídos desde o primeiro mandato.

Iniciou sua trajetória política em 1987, na Pastoral da Juventude da Paróquia de Ronda Alta e integrou a diretoria do Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR). Posteriormente, ampliando sua luta, foi integrante da direção estadual do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), no Rio Grande do Sul. Também foi presidente da Cooperativa Central dos Assentamentos do RS (COCEARGS)

Em 1998, foi eleito deputado estadual no Rio Grande do Sul e reeleito por mais dois mandatos. Enquanto deputado estadual, foi líder da bancada do PT. Presidiu, por duas vezes, a Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, atuando na defesa dos direitos das minorias, da liberdade de organização dos trabalhadores e dos movimentos sociais.

Durante os 12 anos de atuação no parlamento gaúcho, foi voz ativa na denúncia contra o latifúndio e fomentou políticas em benefício das comunidades pobres. Nos seus três mandatos consecutivos, Marcon sempre esteve presente nas lutas dos trabalhadores do campo e da cidade.

Seu trabalho parlamentar é reconhecido pelos trabalhadores devido ao compromisso com as lutas sociais, pelo apoio ao movimento sindical, os movimentos negro e quilombola, dos aposentados e dos servidores públicos.

Em 2010, foi eleito deputado federal e apresentou mais de 20 projetos de lei. Estabeleceu o Orçamento Participativo nas Emendas Parlamentares do seu mandato. Foi reeleito em 2014 para mais um quadriênio na Câmara dos Deputados.

Seu mandato sempre lutou pela democratização do acesso à terra no Brasil e por uma ampla política de Reforma Agrária, associada à qualificação dos assentamentos. Com relação à reforma urbana, sempre esteve presente nas lutas, apoiando as reivindicações dos trabalhadores.

Marcon é muito atuante na agricultura familiar, trabalhando para ampliar recursos na produção, o custeio e o investimento nas pequenas propriedades rurais. Seu mandato também ajudou no fortalecimento da política de ampliação do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) que atuou em parceria com o programa Fome Zero, entidades sociais e o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea).

Também apoiou a valorização dos servidores da segurança pública, defendendo salários dignos e melhores condições de trabalho para os profissionais da área.

Paulo Pimenta

Paulo Pimenta é jornalista e técnico agrícola formado pela UFSM. Ele iniciou sua trajetória no Movimento Estudantil, na luta pela redemocratização do País. Em 1985, Pimenta assumiu a presidência do DCE da UFSM, e no ano seguinte foi vice-presidente da União Estadual de Estudantes do Rio Grande do Sul – UEE/RS.

Foi eleito vereador em Santa Maria em 1988 e reeleito em 1992. Chegou à Assembleia Legislativa do RS em 1998. Vice-prefeito de Santa Maria de 2000 a 2002, Pimenta foi eleito deputado federal em sua primeira disputa para a Câmara e no mesmo ano em que os brasileiros elegeram Lula Presidente para dar início à transformação do Brasil em um país mais justo.

Foi reeleito em 2006, 2010 e 2014. No Governo da Presidenta Dilma Rousseff, entre 2012 e 2013, foi Presidente da Comissão Mista de Orçamento, a mais importante do Congresso Nacional.

Na Câmara Federal, Pimenta foi também Presidente da CPI do Tráfico de Armas; relator da CPI da Violência Urbana no Brasil; Presidente da Comissão de Legislação Participativa; e coordenador da Bancada Gaúcha do Congresso Nacional.

Em pesquisa realizada no Congresso, Pimenta obteve nota máxima entre os parlamentares que melhor utilizam as redes sociais para prestar de contas do seu mandato à sociedade brasileira.

Iniciou em 2019 o seu quinto mandato na Câmara dos Deputados. Reeleito deputado federal em 2022.

Nomeado ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Socila (Secom) da Presidência da República pelo presidente Lula em 1º de janeiro de 2023, ele deixou o cargo em 14/01/2025, quando foi empossado o publicitário Sidônio Palmeira como titular da Secom.

Reginaldo Lopes

Reginaldo Lázaro de Oliveira Lopes, nascido no dia 2 de abril de 1973, em Bom Sucesso, Minas Gerais. Filho de trabalhadores rurais é o quarto em uma família de sete irmãos.

Economista, pós-graduado em Gestão de Pequenas e Microempresas pela Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), atualmente Reginaldo Lopes exerce o cargo de deputado federal pelo quarto mandato consecutivo. Foi reeleito em 2014 com mais de 310 mil votos, a maior votação de federal em Minas Gerais e a maior do PT em todo o país.

Presidiu o Partido dos Trabalhadores do Estado de Minas Gerais (PT-MG) por dois mandatos.

Na Câmara, liderou importantes iniciativas, sendo autor e presidente de inovadoras comissões parlamentares: Políticas Públicas para a Juventude, Enfrentamento ao Crack e outras drogas e Reforma do Ensino Médio. Foi relator do Novo Fies.

É autor da Lei de Acesso à Informação, sancionada pela Presidenta Dilma, que representa uma das maiores conquistas do país na luta contra a corrupção, e da Lei do Preço Mínimo do Leite, fundamental para a melhoria da vida no campo.

Lutar pelo fim do extermínio da população jovem negra e pobre, e trabalhar pelo avanço do Brasil no rumo de uma nova sociedade do conhecimento, baseada na inovação tecnológica.

Reginaldo Lopes foi reeleito deputado federal pelo PT-MG nas eleições de 2022.

Leonardo Monteiro

A trajetória política do Deputado Federal Leonardo Monteiro é motivo de orgulho para todo o estado de Minas Gerais. Formado em Direito pela Faculdade de Direito do Vale do Rio Doce (Fadivale) de Governador Valadares, é, também, Técnico em Química com Especialização em Meio Ambiente.

Assim como o presidente Lula, sua atuação política teve origem no movimento sindical. Foi na Celulose Nipo Brasileira (Cenibra), em Belo Oriente, onde trabalhou por 19 anos, que iniciou sua militância. Uma trajetória político-sindical marcada por lutas e conquistas.

Leonardo Monteiro foi um dos responsáveis pela implantação, em 1978, do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Papel e Celulose (Sinticel). Em 1982 foi eleito presidente do Sindicato, cargo que ocupou até 1985.

Nos anos 90, organizou os sindicatos dos Bancários, Comerciários, Trabalhadores na Alimentação, Gráficos, Saúde, Metalúrgicos e Servidores Públicos Municipais e idealizou a reestruturação do espaço físico da União Operária, em Governador Valadares. Atuou junto à criação da Federação Interestadual de Trabalhadores na Indústria de Papel e Celulose.

Em 1992, motivado pelo Partido dos Trabalhadores e por sindicalistas, Leonardo Monteiro sai candidato a vereador em Governador Valadares, vence as eleições e é reeleito por duas vezes, em 1996 e 2000. Foi um dos vereadores mais atuantes na cidade.

Foi secretário e vice-presidente da Câmara Municipal e, em 2000, foi eleito presidente. Implantou os Gabinetes de Vereadores e os projetos Câmara Itinerante, Câmara Escolar, Vereador Estudante e o Fórum Permanente Buscando Soluções.

Em 2003, assume seu primeiro mandato de Deputado Federal, quando passou a representar o povo mineiro em Brasília. Sua luta agora é por todo o Estado, que reconhece a atuação do parlamentar e o reelege em 2006, 2010 e em 2014. Através de projetos apresentados aos Ministérios e aos órgãos do Governo Federal, Leonardo Monteiro logo começou a trazer benefícios para as regiões do Vale do Rio Doce, Vale do Suaçuí, Vale do Jequitinhonha, Guanhães, Vale do Mucuri, Vertentes e Norte de Minas.

São exemplos disso a duplicação e iluminação da BR-116 no trecho urbano de Valadares, a duplicação da BR-381 (Fernão Dias Norte), a instalação dos Institutos Federais de Ciência e Tecnologia (Araçuaí, Pirapora, Almenara e Governador Valadares), os cursos da Universidade Aberta do Brasil (em convênio com universidades como UFMG, UFOP, UFLA e UFJF).

Leonardo Monteiro tem atuado na implementação de ações importantes para a melhoria da qualidade de vida de milhares de pessoas, contribuindo para o fortalecimento dos programas sociais do Governo Federal (como o Bolsa Família e o Minha Casa, Minha Vida), e assumindo o compromisso de trabalhar pelo desenvolvimento, com geração de trabalho e renda, com a agricultura familiar e camponesa e com a preservação do meio ambiente.

Mas a grande bandeira do deputado é garantir a expansão da rede federal de educação em Minas Gerais, apoiando a criação da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFJM); a implantação de um campus da Universidade Federal de Ouro Preto, no Vale do Aço (com cursos em Ipatinga e Timóteo); e do campus da Universidade Federal de Juiz de Fora em Governador Valadares.

José Ayrton Cirilo

José Airton é advogado e engenheiro civil, com mestrado em Direito Público. Foi eleito para o quarto mandato de deputado federal pelo PT do Ceará nas eleições de 2018. Foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores no Ceará, vereador de Aracati (CE), primeiro prefeito de Icapuí (CE), tendo exercido dois mandatos, e também vereador de Fortaleza (CE).

Começou sua militância política na universidade, participando e sendo presidente e vice-presidente respectivamente do Centro Acadêmico Unificado das Engenharias, Civil, Mecânica e Elétrica. Participou da Pastoral Universitária, tendo lá contribuído para a fundação do Partido dos Trabalhadores, em 1980, atuando junto ao ex-presidente Lula desde os primórdios do partido.

Os excelentes resultados das gestões em Icapuí (município que ajudou a emancipar), uma das primeiras cidades administrada pelo PT no Brasil, o levaram a concorrer ao governo do estado duas vezes. Na segunda vez, em 2002, agrupou importantes aliados. Numa campanha jamais vista na história do Ceará, levou a disputa para o segundo turno, fato inédito no estado, na inesquecível campanha É LULA LÁ E JOSÉ AIRTON CÁ!

Foi diretor da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Como deputado federal foi relator da Lei da Pesca e da Criação do Ministério da Pesca e Aquicultura e presidente da Comissão Mista Especial do Congresso Nacional para apreciar a chamada de MP da Seca. Também foi o autor do Projeto de Lei que define o dia 12 de abril – data em que o grande Chico Anysio nasceu, como o Dia Nacional do Humorista. José Airton também apresentou o Projeto de Lei – 6406/09 que criou a profissão de comerciário e comerciária, definindo a jornada de trabalho dos empregados no comércio e instituindo o Dia do Comerciário, celebrado em 30 de outubro.

Atuante como Secretário Geral da Frente Parlamentar Mista de Pesca e Aquicultura, vice-presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Livro, da Leitura e da Biblioteca no Congresso Nacional, membro titular da Comissão de Turismo, atua em prol da criação da Zona Franca no Semiárido Nordestino, na Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Municípios Brasileiros – FMB, Frente Parlamentar Mista, do Agronegócio e Agricultura Familiar, Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Bancos Públicos, Frente Parlamentar Mista em Defesa do Banco do Nordeste, Frente Parlamentar Mista da Educação, Frente Parlamentar em Defesa da Regularização Fundiária, Frente Parlamentar Mista pela Reforma Política, Frente Parlamentar em Defesa da Escola Pública e em Respeito ao Profissional da Educação, Frente Parlamentar Mista em Defesa da Indústria Marítima Brasileira, Frente Parlamentar em Defesa dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, Frente Parlamentar em Defesa dos Policiais Militares e Bombeiros Militares, Frente Parlamentar em Defesa do Trânsito Seguro, Frente Parlamentar Mista de Combate à Fome no Brasil, Frente Parlamentar em Defesa da Petrobras, Frente Parlamentar Mista em Prol do Semiárido ( FPM PRÓ-SEMI), Frente Parlamentar do Congresso Nacional em Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência, Frente Parlamentar em Defesa do Programa Mais Médicos, Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Consumidores de Energia Elétrica, Frente Parlamentar Mista em Defesa da Soberania Nacional, Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Direitos dos Povos Indígenas, Frente Parlamentar Mista Brasil-África com Participação Popular de Enfrentamento ao Racismo, Frente Parlamentar Mista em Defesa da Previdência Social, Frente Parlamentar em Defesa da Marinha Mercante e da Indústria Naval Brasileira, Frente Parlamentar Mista pela Criação da Indústria de Petróleo e Gás no Brasil, Frente Parlamentar Mista em Defesa da Soberania Nacional.

É municipalista e destaca-se como um dos parlamentares que mais conseguiu garantir recursos para o Governo do Estado e os municípios cearenses, sempre priorizando as áreas da saúde, educação, infraestrutura e turismo, sendo um grande aliado e defensor da classe trabalhadora.