Fernando Mineiro

Fernando Mineiro foi o terceiro candidato mais votado em seu estado para a Câmara dos Deputados, com 98.070 votos. Ele nasceu no dia 06/12/1956, na cidade de Curvelo, em Minas Gerais. É formado em Biologia pela UFRN e professor da Rede Estadual de Educação. Atualmente, cumpre seu quarto mandato como deputado estadual.

O parlamentar tem uma longa trajetória política e já cumpriu quatro mandatos como vereador na Câmara Municipal de Natal. Além de quatro mandatos como deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte. Ele ainda participou dos movimentos estudantil, popular e sindical na cidade e foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores – PT e da Central Única dos Trabalhadores – CUT no Estado.

Seus principais eixos de atuação são as áreas de educação, saúde, finanças públicas, política urbana, meio ambiente, economia solidária, agricultura familiar, cultura, juventude, além acompanhar e participar da luta por direitos das mulheres, indígenas e dos movimentos pela igualdade racial e diversidade sexual.

Rogério Correia

Mineiro de Belo Horizonte, Rogério Correia é filho de Marília da Glória Correia Baptista, professora primária e do ensino médio na rede estadual, e de Geraldo de Moura Baptista, comerciário e líder sindical. Seus pais o influenciaram nas lutas populares, pelo exemplo de vida simples e correta de trabalhadores e pela dedicação à família.

Passou parte da infância em São João do Manhuaçu, na Zona da Mata, terra de sua mãe e referência para sua atuação nas áreas rurais. Aos 19 anos, começou a militar nos movimentos populares e sindicais, contra as injustiças sociais.

Professor de Matemática e Física, lecionou na rede estadual por dez anos e vivenciou os conflitos enfrentados pelos educadores.

É casado com Carla Prates. Seus filhos, Júlia, Vitor e Tiago, assim como seus três irmãos, Marcelo, Geraldo e Mônica, estão unidos e engajados, por meio do Partido dos Trabalhadores (PT), em busca da concretização dos ideais populares.

Airton Faleiro

O deputado estadual Airton Faleiro, do Pará, foi eleito para exercer o primeiro mandato como deputado federal com 106.965 votos. Líder sindical e de movimentos sociais há mais de duas décadas, Faleiro foi o primeiro coordenador do Movimento Pela Sobrevivência da Transamazônica e Região do Xingu. Ele ainda foi vice-presidente e presidente da Federação dos Trabalhadores da Agricultura do Pará (Fetagri) e diretor da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag).

Em 2002 se elegeu pela primeira vez deputado estadual, com 23.571 votos. Na Assembleia Legislativa, foi articulador e interlocutor do desenvolvimento sustentável do Pará junto ao Governo Lula. Nos anos de 2007 a 2010 exerceu a liderança do Governo Ana Júlia, na Assembleia Legislativa.

Frei Anastácio

Antônio Ribeiro, mais conhecido como Frei Anastácio, foi eleito com 91.408 votos. Atualmente exerce o quarto mandato de deputado estadual pelo estado da Paraíba. Iniciou sua trajetória política organizando movimentos de trabalhadores rurais, na década 70, no litoral sul paraibano. Posteriormente, ajudou a fundar a Comissão Pastoral da Terra (CPT).

Em seu longo histórico de militante social ligado à Igreja Católica – na ala progressista da teologia da libertação – atuou principalmente em defesa da reforma agrária e da agricultura familiar.

Tadeu Veneri

O deputado estadual Tadeu Veneri está exercendo o quinto mandato na Assembleia Legislativa do Paraná. Veneri presidiu a Comissão de Direitos Humanos e Cidadania e integra também, como membro titular, a Comissão de Finanças. Veneri é suplente na Comissão de Constituição e Justiça.

Neste primeiro ano do novo mandato, Veneri também é o líder do bloco de Oposição na Assembleia Legislativa, função que já exerceu em 2013. Em 2014, Veneri foi líder da bancada do PT na Assembleia Legislativa.

O primeiro mandato de Veneri na Assembleia Legislativa foi em 2003, tendo sido reeleito em 2006, 2010, 2014 e 2018. Antes, Veneri foi vereador em Curitiba, entre 1995 e 2002. Veneri é filiado ao PT desde 1988. Ele integra a corrente interna do PT, Militância Socialista. Filho e neto de ferroviários, Tadeu Veneri nasceu em União da Vitória e mudou-se em 1972, para trabalhar em Curitiba. Em 1974, começou a estudar Psicologia, na Universidade Católica do Paraná e Universidade Federal do Paraná.

Ex-funcionário do Banco do Brasil, Veneri começou sua militância política no movimento sindical. Seus mandatos parlamentares foram construídos nas lutas populares e sindicais e no compromisso com a defesa da classe trabalhadora. Ele atuou em todo o estado, na década de 70, ajudando na organização dos trabalhadores e na construção da oposição sindical dos bancários em vários municípios do interior.

Em 2022, Tadeu Veneri foi eleito deputado federal pelo Paraná.

Delegada Adriana Accorsi

Filha do professor e ex-prefeito de Goiânia Darci Accorsi e Lucide Sauthier, Adriana Sauthier Accorsi conviveu com a militân cia político-partidária desde a infância. Na década de 1990, atuou nas atividades políticas da juventude petista ativa, inclusive como presidente da juventude do Partido dos Trabalhadores, apagando-se somente quando passou no concurso para delegada estadual no ano 2000.

Adriana Accorsi nasceu em Itapuranga, no interior goiano. É graduada em Direito pela Universidade Federal de Goiás (UFG) e especialista em Segurança Pública e Ciências Criminais. Trabalhou em delegacias das cidades de Bela Vista, Cristianópolis, Nazário e Turvânia, dentre outras.

Em 2003, foi promovida a delegada titular da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depai), onde participou por oito anos, investigando e solucionando crimes, muitos deles hediondos e que ganharam repercussão em todo o território nacional. Em 2011 assumiu a Superintendência de Direitos Humanos da Secretaria de Segurança Pública de Goiás. Em 2012, foi a primeira mulher a ocupar o cargo de Delegada Geral da Polícia Civil de Goiás e, logo no ano seguinte, assumiu a Secretaria Municipal de Defesa Social.

Adriana Accorsi tem uma história de envolvimento com trabalhos em favor da segurança pública, da defesa dos direitos da criança e do adolescente, da mulher, do jovem, dos idosos, dos negros, dos portadores de necessidades especiais e da educação voltada para a ética e a cidadania. Adriana Accorsi também participa de ações que defendem os direitos do público LGBTT.

Adriana foi eleita deputada federal nas eleições de 2022.

Zé Neto

Essa história começa lá nos anos 80, quando Zé Neto demonstrou com garra seu compromisso político e social e se envolveu com o movimento estudantil universitário na defesa do ensino público de qualidade, passando pelo Diretório Central dos Estudantes e pela presidência do Diretório Acadêmico de Direito da Universidade Federal da Bahia.

Após concluído o curso de Direito, a vontade de buscar melhorias para a sua cidade, Feira de Santana, levou Zé Neto, em 2000, a conquistar espaço na Câmara de Vereadores da Princesa do Sertão, o que o tornou o primeiro vereador pelo Partido dos Trabalhadores (PT) no município.

Após dois anos, o parlamentar ganhou espaço na Assembleia Legislativa da Bahia (44. 931 votos), passando a trabalhar não mais apenas por sua terra natal, mas por todo o estado.

Em 2010, tendo sido reeleito com 81.223 votos, Zé Neto tornou-se, mais uma vez, primeiro do PT, desta vez em número de votos, para seguir lutando por um estado mais justo, com mais diálogo e compreensão.

Zé Neto chega à Câmara dos Deputados como o terceiro candidato mais bem votado do Partido dos Trabalhadores, com 129.196 votos.

José Ricardo Wendling

Eleito para exercer o mandato de deputado federal com 197.270 votos, foi  deputado estadual do Amazonas, é economista e bacharel em direito, com pós-graduação em Gerência Financeira Empresarial. O petista já foi professor universitário de Economia, ex-presidente do Conselho Regional de Economia AM/RR e desde 1989 presta Consultoria Econômica para empresas do Pólo Industrial de Manaus.

Participação Política

Desde 1995, é filiado ao PT, e colaborador desde a sua fundação, em 1980. Foi membro do Diretório Estadual e membro do Diretório Municipal em Manaus e, em três gestões, foi secretário de Finanças, coordenando a aquisição da sede própria do PT. Também concorreu à presidência do PT Manaus, em 2001 e em 2009, e do PT Amazonas, em 2007.

José Ricardo concorreu, pela primeira vez, uma eleição como candidato a vereador em 1996, quando ficou como quarto suplente. Em 2000, candidatou-se pela segunda vez, ficando como terceiro suplente; e em 2002, concorreu como candidato a deputado estadual, terminando em primeiro suplente. Em 2004, ele elegeu-se vereador, disputando novamente as eleições em 2006, como deputado estadual, terminando como segundo suplente. Em 2008, José Ricardo elegeu-se, pela segunda vez, vereador de Manaus/PT; e em 2010, venceu a eleição para deputado estadual, conquistando mais de 38,3 mil votos.

Mandato de muitas lutas.

Na Câmara Municipal de Manaus, ele já atuou como líder do PT, presidindo ainda a Comissão dos Direitos Humanos e a Comissão de Legislação Participativa.

Dentre as suas principais defesas e lutas, destacam-se: na área do transporte – projeto da meia-passagem, transparência da tarifa de ônibus, licitação e melhoria do sistema de transporte; na área da educação – projetos para bibliotecas, emendas no orçamento para construção de escolas, denúncias de falta de merenda, luta pelo PCCS dos professores e cobrança pela melhoria da qualidade na educação; na área da moradia – cobrança por uma política habitacional do Município, por meio do Programa Minha Casa, Minha Vida; na questão da água – questionamento na Justiça sobre o reajuste da água e sobre a falta de água para a população; e na área da saúde – luta pela melhoria no atendimento básico.

Joseildo Ramos

Joseildo Ramos está no segundo mandato de deputado estadual pelo Partido dos Trabalhadores (PT). Natural de Alagoinhas/BA, é engenheiro  agrônomo formado pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e servidor de carreira do Banco do Nordeste (BNB). Em 2000, foi eleito prefeito da cidade onde nasceu. Seu governo resgatou a credibilidade da administração pública, promovendo o desenvolvimento de Alagoinhas com a melhoria de todos os indicadores sociais e econômicos.

A gestão de Joseildo na prefeitura é referência em todo o país por ter adotado ferramentas de participação popular como o orçamento participativo. No governo municipal, foi pioneiro na criação do Plano Municipal de Saneamento Ambiental, o primeiro do país e feito também com a participação dos moradores do município.

Joseildo foi reeleito e deixou o cargo em 2008 com mais de 82% de aprovação. Após a passagem pela prefeitura, atuou no Governo da Bahia ao lado do então secretário de Relações Institucionais, Rui Costa, auxiliando no trabalho de integração entre municípios e governo estadual. Em 2010, foi eleito para o primeiro mandato de deputado estadual com mais de 50 mil votos.  Foi vice-líder do partido na Assembleia, relator da CPI da Telefonia e presidente do colegiado mais importante da Casa, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), cargo que ocupa até hoje.

Reeleito deputado com mais de 43 mil votos em 2014, Joseildo é membro da Comissão de Meio Ambiente, Seca e Recursos Hídricos e uma das vozes mais atuantes em defesa dos trabalhadores na Assembleia. Atua no fortalecimento dos Territórios de Identidade, no campo da agricultura familiar, educação, saúde e infraestrutura.

Como parlamentar, tem iniciativas como a implantação de cotas para negros e índios na realização de concursos públicos pelo estado da Bahia. Seu texto foi incorporado ao Estatuto da Igualdade Racial e já vigora no estado. O combate ao trabalho escravo também é luta do seu mandato. É iniciativa de Joseildo a Lei 13.221/2015, sancionada pelo governador Rui Costa e que determina a punição das empresas envolvidas na exploração de trabalho análogo à escravidão na Bahia. A Perda de incentivos fiscais e cassação do registro do ICMS são algumas das punições previstas. É de sua autoria também a Lei 13.444/2015 que obriga os postos a informar o combustível mais vantajoso para o consumidor. De acordo com a iniciativa, os proprietários de postos e revendedoras de combustíveis são obrigados a fixar placa em seus estabelecimentos indicando a diferença em abastecer com álcool e gasolina. Joseildo tem 57 anos e é pai de cinco filhos; Brenda, Breno, Adriana, Geórgia e Ana Cecília.

Eleito em 2022 para deputado federal pela Bahia.

Waldenor Pereira

Waldenor Pereira é natural de Caculé (BA), região centro sul da Bahia. É economista e professor licenciado da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), com pós-graduação em Programação e Orçamento Público pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Também possui Diploma de Estudos Avançados em Gestão Pública pela Universidade Complutense de Madrid, Espanha.

Foi reitor da UESB por dois mandatos e presidiu o Fórum de Reitores das Universidades Estaduais da Bahia. Militou no movimento estudantil, sendo diretor do Grêmio Estudantil da Escola Normal (IEED) e do Centro dos Estudantes Universitários e Secundaristas de Vitória da Conquista (CEUSC). Nesta cidade, presidiu a Comissão Diocesana de Justiça e Paz e teve participação decisiva na fundação da Central Única dos Trabalhadores (CUT), da Associação dos Docentes da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (ADUSB) e do PT.

Waldenor Pereira foi eleito deputado estadual no ano de 2002 e reeleito em 2006. Na Assembleia Legislativa, foi líder do governo Jaques Wagner entre 2007 e 2010.

Elegeu-se para o primeiro mandato de deputado federal em 2010 e atuou com foco nas áreas de Educação, Agricultura Familiar, Orçamento e Desenvolvimento Regional. Atuou como titular na Comissão Especial de Reforma Política, presidente da Comissão especial da Lei de Responsabilidade Educacional, vice-líder do PT e coordenador do Núcleo de Educação do partido no Congresso Nacional.

Graças à experiência e ao prestígio acumulado ao longo de sua vida pública, Waldenor Pereira foi duas vezes titular da Comissão Mista de Orçamento da União (CMO), sendo relator setorial da área temática de Educação para o Orçamento de 2013 e da área temática de Infraestrutura para o orçamento de 2015.

Afonso Florence

Filho de professores da rede pública estadual, Afonso Florence é mestre em História Social pela Universidade Federal da Bahia (UFBa). Foi diretor do Centro de Estudos Afro-Orientais (Ceao) e recebeu da Câmara Municipal de Salvador, em 2010, a Medalha Zumbi dos Palmares, por sua contribuição à luta contra o racismo, a discriminação e a intolerância.

Militante histórico do PT, Florence tem sua trajetória pautada nas lutas dos movimentos sociais. Entre 2007 e 2010, exerceu o cargo de secretário estadual de Desenvolvimento Urbano da Bahia, durante a primeira gestão do governo Jaques Wagner (PT).

Naquela função, desenvolveu a maior política pública de reforma urbana, habitação, água e saneamento da história do estado, além de coordenar programas para populações de baixa renda como o Casa da Gente e o Água Para Todos.

Em 2010, foi eleito para o primeiro mandato de deputado federal, obtendo 143.795 votos. No ano seguinte, licenciou-se do cargo para assumir o Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA), a convite da presidenta Dilma Rousseff. Fortaleceu a agricultura familiar e implantou a Política Nacional para povos e comunidades tradicionais.

Ainda à frente do MDA, Afonso participou da elaboração do Plano Brasil Sem Miséria e da Rede Brasil Rural; liderou o aperfeiçoamento do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF), em especial do Mais Alimentos; e criou o Pac 2 Máquinas, maior programa de distribuição de máquinas e equipamentos rurais.

Na Câmara Federal, conseguiu a extinção do 14º e do 15º salário pagos a deputados e senadores, presidiu a Comissão Especial da PEC nº 215, que culminou no arquivamento da proposta e na defesa dos interesses das comunidades tradicionais, e conquistou a aprovação do marco regulatório das Organizações Não-Governamentais (ONGs), e do piso nacional dos Agentes de Saúde e Endemias.

Foi ainda presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa das Populações Extrativistas e dos Povos e Comunidades Tradicionais e coordenador da Frente Parlamentar em Defesa da Agroecologia e Produção Orgânica.

Em 2014 foi reeleito ao cargo de deputado federal obtendo mais de 83 mil votos. Em 2016, ele foi escolhido líder do PT na Câmara e assumiu a função até o ano de 2017, quando foi substituído por Carlos Zarattini (PT-SP).

Vicentinho

O sonho de viver numa sociedade melhor e fazer valer os direitos dos trabalhadores fez de um simples trabalhador sindicalizado lutar, acreditar e vencer as dificuldades do dia-a-dia. Foi assim que Vicentinho iniciou a sua carreira sindical na região do Grande ABC paulista.

Vicentinho filiou-se ao Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema em 1977 e a partir desta data não se desviou, um segundo sequer, do objetivo de ver a classe trabalhadora vencer todos os obstáculos. Após a sua participação nas grandes greves foi eleito, em 1981, vice-presidente do então Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo e Diadema.

Como dirigente, participou de decisões históricas nas conquistas das Comissões de Fábricas e na mudança do caráter das CIPAS (Comissão Interna de Acidentes de Trabalho). Em 1983, dirigiu com outros companheiros, a greve geral e de solidariedade aos petroleiros (primeira greve geral após o golpe de 1964).

No mesmo ano foi cassado pela ditadura militar e o sindicato sofreu intervenção federal. Participou da fundação da Central Única dos Trabalhadores (CUT), sendo eleito Presidente da primeira CUT Regional no Brasil, a CUT ABC. No ano seguinte participou como dirigente da retomada do Sindicato e foi reeleito primeiro secretário.

Em 1987, foi eleito Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema, com 87% dos votos e reeleito em 1990 com 92% dos votos. Em 1992, coordenou, ao lado da bancada de trabalhadores, o mais importante acordo do setor automotivo, chamado de “Câmara Setorial”.

Em 1993, coordenou a fundação do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC (foi eleito seu primeiro presidente com 95% dos votos) com uma nova proposta de idéias, uma nova era, sob o lema “Sindicato Cidadão”. Construir o diálogo com o capital sem abrir mão de princípios, mantendo relações constantes com a sociedade. Um ano após, em 1994, foi eleito Presidente da CUT Nacional.

Em 1997, foi reeleito presidente da CUT Nacional, terminando seu mandato em julho do ano 2000. Foi presidente-fundador do Instituto Sindical Interamericano pela Igualdade Racial (INSPIR), composto por três centrais sindicais brasileiras (CUT, Força Sindical e CGT), pela Central Norte Americana (AFL – CIO) e pela ORIT (Organização Regional Interamericana dos Trabalhadores). Em 1998, foi eleito suplente do Senador Eduardo Suplicy.

Como dirigente e líder sindical, foi um dos fundadores do PT. Eleito deputado federal em 2002, com 254.221 votos, e reeleito em 2006, com 97.477 votos. Em 2010 obteve 141.068 e, em 2014, foi reeleito para o quarto mandato com 89.001 votos.

Vicentinho foi eleito pelo DIAP (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar), por cinco anos consecutivos, um dos 100 parlamentares mais atuantes do Congresso Nacional. Na Câmara, já presidiu a Comissão da Reforma Trabalhista; a Comissão da Redução da Jornada de Trabalho e Comissão sobre a Crise – Geração de Empregos e Serviços, além de sempre atuar na Comissão Permanente do Trabalho, Administração e Serviço Público.

Integrou da CPI do Trabalho Escravo e foi membro da Câmara de Negociação de Desenvolvimento Econômico e Social. Foi presidente da Frente Parlamentar Pró-Guardas Municipais, membro da Frente Parlamentar em Defesa da Igualdade Racial e dos Quilombos e coordenador da Frente Parlamentar Pela Saúde e Segurança no Trabalho.

Em 2014 foi eleito, por unanimidade, Líder da PT. Tornou-se o único líder partidário negro no parlamento brasileiro.