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Saúde

  • Índia pode impedir importação de 2 milhões de doses da vacina da Oxford. Segundo o Ministério da Saúde, são necessárias 104,2 milhões de doses apenas para vacinar os grupos prioritários, que somam 49,6 milhões de pessoas mas a pasta não garantiu nem mesmo as seringas e agulhas necessárias. “Não é despreparo a falta de seringas e agulhas pra vacinação contra covid-19 no Brasil, é atitude deliberada do governo pra desmontar o SUS e não salvar vidas”, denunciou a presidenta Nacional do PT e deputada federal Gleisi Hoffmann (PR)
  • Petistas defendem que vacinação é política de Estado e não de mercado. E cobram plano concreto de vacinação pública pelo SUS. “Sabe por que todas as vacinas básicas são oferecidas de graça pelo SUS, para todos os brasileiros? Porque vacinação é política de Estado e não de mercado”, explicou o senador Humberto Costa (PT-PE)
  • “Estamos diante de uma pandemia que já matou mais de 200 mil pessoas no Brasil, que provoca efeitos sociais e econômicos graves. Até mesmo efeitos psicológicos”, adverte o deputado federal Merlong Solano (PT-PI) em artigo, cobrando urgência na campanha de vacinação
  • “É preciso ter um cronograma agora! Não é razoável que o mundo inteiro já tenha começado vacinação e um país como o Brasil, que tem laboratórios, que tem produção, não ter iniciado a vacinação”. Nesta terça-feira, o Fórum de Governadores cobrou do Ministério da Saúde uma posição sobre a campanha de vacinação e o treinamento dos profissionais
  • “Historicamente, a cada três anos, nós ganhamos um ano de expectativa de vida ao nascer”, explica o economista Marcelo Neri, diretor da FGV Social. “Agora, vamos perder em um ano o que levamos seis anos para conseguir. Ou seja, não só vamos deixar de avançar como vamos também retroceder”. A queda inicial prevista de um ano pode se manter por mais um período, no caso da vacinação não ocorrer plenamente durante o ano de 2021
  • Além da União Europeia, levantamento do site ‘Poder 360’ inclui México, Chile e Costa Rica entre os países que começaram a imunizar suas populações. Argentina inicia aplicação da vacina russa Sputnik V nesta terça-feira (29). Após afirmar não “dar bola” para pressão por início da vacinação, Bolsonaro não apresenta plano mas diz que “tem pressa”, ao mesmo tempo em que levanta desconfiança sobre a segurança de vacinas testadas e aprovadas. Pesquisadora da USP critica incompetência do governo e alerta que o país pode ficar sem cobertura caso a chinesa CoronaVac não seja aprovada. “Se a CoronaVac se mostrar ruim, estamos em um mato sem cachorro”, diz Natalia Pasternak
  •  A Argentina autorizou em “caráter de emergência” o uso da vacina russa Sputnik V nesta semana, após acordo para fornecimento de 25 milhões de doses. No Brasil, Bolsonaro diz “não dar bola pra isso”. Para dar exemplo, o presidente Alberto Fernández será o primeiro a tomar a vacina
  • Diante da inoperância de governo Bolsonaro no combate à pandemia, o Comitê Científico de Combate ao Coronavírus do Consórcio Nordeste propôs a governadores que a Comissão integre os principais especialistas na área e atue de forma independente do Ministério da Saúde. “Sem uma ação coordenada de todo o país, envolvendo medidas sincronizadas de isolamento social, bloqueio sanitário das rodovias em todas as regiões, e uma campanha nacional de vacinação, o Brasil não conseguirá derrotar a covid-19 nem a curto prazo, nem a médio prazo”, alerta o neurocientista e coordenador do Comitê Miguel Nicolelis