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Auxílio emergencial

  • Ricos ficam mais ricos em quase metade das regiões metropolitanas do Brasil durante pandemia, de acordo com pesquisa da PUC do Rio Grande do Sul. Levantamento traz ganhos com trabalho, exclui auxílio emergencial e identifica casos em que ricos elevaram seus rendimentos. Mais pobres perderam 30,2% de renda, em média, nas capitais. A vida do povo está ruim e vai piorar com fim do auxílio emergencial, a partir de 2021
  • O fim do auxílio emergencial em dezembro vai aumentar o contingente de pobres no Brasil. Esta é a grande proeza da agenda do Palácio do Planalto. De acordo com o pesquisador Marcelo Neri, da FGV, o fim do auxílio emergencial levará nada menos do que 1/3 do país à pobreza. Em cenário otimista, o equivalente à metade da Venezuela passará a viver com menos de R$ 522,50 por mês
  • Parlamentares anunciam obstrução na Câmara dos Deputados até que seja votada MP da prorrogação do auxílio emergencial. “Não aceitamos votar nada se não entrar em pauta a medida provisória 1000/2020 que é a prorrogação do auxílio emergencial. Nós queremos manter e temos emendas para garantir o auxílio no valor de R$ 600, que o governo já reduziu”, destacou o líder da Minoria na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE)
  • “O governo poderia usar estoques estratégicos de alimentos para segurar a alta dos preços e investir na agricultura familiar”, defende a presidenta do PT, Gleisi Hoffmann. “Sem renda do trabalho, com auxílio pela metade e com alimentos subindo, o impacto na vida das pessoas mais pobres é muito forte”, adverte o economista Bruno Moretti
  • Ao definir corte de R$ 300 do auxílio emergencial, governo mostra preferência pela ajuda aos banqueiros. Há dez dias, Conselho Monetário Nacional aprovou a transferência de R$ 325 bilhões de lucro do Banco Central para a conta do Tesouro, a fim de amortizar dívidas. Enquanto isso, mesmo debaixo de crise, bancos mantêm lucros bilionários. Em 2019, em plena crise, setor financeiro amealhou nada menos que R$ 81,5 bilhões
  • Segundo Bolsonaro, o valor atende “a Economia em cima da responsabilidade fiscal”. A mesma preocupação, nem ele, nem Guedes, tiveram com o desembolso para os bancos. Além da redução, o governo também eliminou beneficiários e criou mecanismos de exclusão. Veja o vídeo da presidenta Gleisi
  • Incompetência de Paulo Guedes mantém a economia estagnada, quatro anos depois do golpe parlamentar que retirou Dilma da Presidência e prometia céu de brigadeiro. O assombro não é apenas com o tamanho da queda da atividade econômica, mas a insistência de Bolsonaro e do ministro da Economia em manter agenda neoliberal que impede investimentos e congela gastos. Situação só não está pior porque as oposições insistiram no Congresso com o auxílio emergencial de R$ 600
  • Presidenta do PT e deputada federal Gleisi Hoffmann adverte que redução de R$ 300, anunciada pelo governo, irá ampliar as desigualdades sociais. “Enquanto aperta para o povo, este governo afrouxa para os bancos, que desde o início da pandemia já receberam mais de R$ 1,2 trilhão em recursos. Esse é o governo que prometeu cuidar do povo?”, questiona Gleisi Hofmann. “Chega a ser desumano diminuir o auxílio emergencial sabendo que tanta gente precisa desse recurso pra comer”, protestou o líder do PT no Senado, Rogério Carvalho (PT-SE). Proposta de extensão do benefício até dezembro será enviada ao Congresso pelo governo por medida provisória