Política de Bolsonaro e Guedes resulta no terceiro pior PIB em 120 anos
Queda de 4,1% em 2020 é o mais elevado recuo anual desde 1990, quando Collor confiscou a poupança dos brasileiros. Auxílio emergencial reduziu a tragédia
Queda de 4,1% em 2020 é o mais elevado recuo anual desde 1990, quando Collor confiscou a poupança dos brasileiros. Auxílio emergencial reduziu a tragédia
PT propõe a derrubada de todo o texto da PEC 186, exceto a renovação do pagamento do auxílio emergencial. Com isso, o partido tenta impedir assalto do governo Bolsonaro ao país
Sem resultados para mostrar, Bolsonaro aposta na divisão do país e busca desviar a atenção do pacote de maldades contra os brasileiros que seu governo preparou para 2021
"É uma atitude genocida, pois acrescenta ao desprezo pelas medidas para barrar as doenças e as mortes a chantagem, com o objetivo de impedir que os governadores o façam". denunciou a ex-presidenta Dilma Rousseff. "Estamos em vias de um colapso nacional na rede hospitalar e, é necessário, então, uma ação nacional", cobrou o governador do Piauí, Wellington Dias.
Presidente quer trocar quatro parcelas de R$ 250 pela demolição constitucional. Bancada do PT luta por R$ 600 incondicionais. Para 64% dos brasileiros, sua condição financeira é motivo para receber um novo auxílio. Entre os que recebem até um salário mínimo, 81% declaram precisar do benefício
Senadores da bancada do PT e de outros partidos de Oposição impediram a leitura do relatório que propõe, entre outras coisas, a revogação dos pisos constitucionais para gastos com educação e saúde. “Apesar dos esforços em solucionar os problemas da PEC Emergencial, precisamos de uma resposta concreta para aquilo que realmente é emergencial para a sociedade brasileira. Precisamos discutir o auxílio emergencial e os problemas com a vacinação”, disse o líder do PT, senador Paulo Rocha
"Somos contra a proposta do governo, que quer pagar esta esmola de 250 reais, enquanto o gás de cozinha já custa 100! Mas temos a nossa proposta e defendemos 600 reais sem retirar investimento da saúde ou da educação”, afirma o líder do PT no Senado, Paulo Rocha, em entrevista ao Uol
Líder do PT no Senado e representantes da sociedade civil se reuniram com o presidente do Senado e apontaram que, no momento, as preocupações da população são a retomada do auxílio emergencial e a vacinação ampla contra a Covid-19
Governo Federal quer fazer barganha de direitos ao retirar de um com a justificativa de investir em outro.
PT no Senado defende garantir o pagamento do auxílio emergencial sem a retirada de recursos da saúde e educação. Bancada reafirmou a posição do partido em reunião com o presidente do Senado nesta terça-feira
Nesta quinta-feira (25), o Senado irá votar a PEC Emergencial, que desobriga estados e municípios a investirem o mínimo nas duas áreas, além de proibir reajustes salariais para servidores. "Para dar renda emergencial só por quatro meses, com valor menor e para metade dos beneficiários, Bolsonaro quer acabar com ganhos sociais e desmontar o Estado”, denuncia a presidenta Nacional do PT e deputada federal Gleisi Hoffmann (PR). "Será o fim dos investimentos em saúde e educação. Não deixe isso acontecer, pressione os senadores a votarem contra esse absurdo”, convoca Gleisi
Com menos dinheiro circulando por causa do fim do auxílio emergencial, quebradeira de micro e pequenas empresas irá aumentar por causa da ausência de gastos entre a população mais vulnerável. Estrangulamento de micro empresas favorece grandes corporações e amplia abismo entre ricos e pobres. Varejo será o setor mais afetado, com perdas que podem superar R$ 190 bilhões em vendas