Contrariando mercado, Ipea projeta alta do PIB de 2,4% em 2025
Divulgado na sexta (28), relatório Visão Geral da Conjuntura atribui desaceleração da economia do país em 2025 à alta dos juros determinada pelo Banco Central
Divulgado na sexta (28), relatório Visão Geral da Conjuntura atribui desaceleração da economia do país em 2025 à alta dos juros determinada pelo Banco Central
"O aumento para 14,25% traz consequências significativas: elevação da dívida pública, agravamento do endividamento familiar e comprometimento do crescimento econômico nacional", alerta Humberto Costa
Dados divulgados pelo IBC-Br, indicador do Banco Central que mede a atividade econômica, contrariam expectativas do mercado mais uma vez
Mercado financeiro novamente erra previsões e vê modelo de crescimento com inclusão social se fortalecer; superávit atinge R$ 104 bilhões em janeiro
Oposição ataca norma do Banco Central criada para impedir que golpistas usem dados de pessoas falecidas para cometer fraudes
Banco Central impede que CPFs suspensos ou cancelados sejam usados para cadastro de chave Pix. Decisão impossibilita uso de dados de pessoas mortas em golpes
Com taxa de 9,18%, país supera Argentina e Rússia; política econômica do BC desestimula investimentos, aumenta dívida pública e limita crescimento
“A realidade mostra que o aumento desenfreado dos juros não ataca a inflação, serve apenas para favorecer rentistas, em detrimento das famílias brasileiras e do setor produtivo”, afirma Odair Cunha
“Esse novo aumento de 1 ponto percentual da Selic é um desastre que pode provocar uma desaceleração excessiva da economia e terá um enorme impacto fiscal”, alertou Lindbergh Farias
Para presidenta do PT, novo indicador (13,25%), anunciado ainda em dezembro pela direção anterior, "vai tornar mais cara a conta da dívida pública, sufocar as famílias endividadas, restringir o acesso ao crédito e o crescimento da atividade econômica"
Divulgado hoje, ICB-Br subiu 3,58% nos últimos 12 meses; na comparação com novembro de 2023, alta chega a 4,1%
Levantamento do Valor Data mostra que relação dívida líquida/Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de 23 companhias, das cem maiores em receita, está acima de 3 vezes