Brasil lidera ranking de juros reais e economia paga o preço
Com taxa de 9,18%, país supera Argentina e Rússia; política econômica do BC desestimula investimentos, aumenta dívida pública e limita crescimento
Com taxa de 9,18%, país supera Argentina e Rússia; política econômica do BC desestimula investimentos, aumenta dívida pública e limita crescimento
“A realidade mostra que o aumento desenfreado dos juros não ataca a inflação, serve apenas para favorecer rentistas, em detrimento das famílias brasileiras e do setor produtivo”, afirma Odair Cunha
“Esse novo aumento de 1 ponto percentual da Selic é um desastre que pode provocar uma desaceleração excessiva da economia e terá um enorme impacto fiscal”, alertou Lindbergh Farias
Para presidenta do PT, novo indicador (13,25%), anunciado ainda em dezembro pela direção anterior, "vai tornar mais cara a conta da dívida pública, sufocar as famílias endividadas, restringir o acesso ao crédito e o crescimento da atividade econômica"
Divulgado hoje, ICB-Br subiu 3,58% nos últimos 12 meses; na comparação com novembro de 2023, alta chega a 4,1%
Levantamento do Valor Data mostra que relação dívida líquida/Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de 23 companhias, das cem maiores em receita, está acima de 3 vezes
"Durante o governo Bolsonaro o BC interveio no câmbio 127 vezes, e durante o governo Lula até hoje tinha feito só duas", lembrou o deputado, na tribuna da Câmara, na quinta-feira (19)
Nesta quinta-feira (19), parlamentares da Bancada do PT na Câmara condenaram a atuação especulativa do mercado e a conivência do Banco Central, presidido pelo bolsonarista Roberto Campos Neto
Presidenta do PT contesta acusações de inação fiscal feitas pelo jornal e defende medidas do governo Lula, responsabilizando a autarquia por políticas nocivas à economia
Ao Valor Econômico, secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello, disse que o governo Lula não vai se curvar aos interesses especulativos do mercado financeiro
Presidenta do PT critica duramente o Copom após ata divulgada nesta terça-feira (17), acusando-o de estar "desancorado" da realidade: "A ata divulgada hoje é um tapa na cara da população"
Presidente da Cbic, Renato Correia cita preocupação com o impacto que a aceleração do aumento da taxa Selic, que pode chegar a 14,25% ao final de março de 2025, poderá ter sobre os lançamentos