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Campanha de Vacinaçào

  • Índia pode impedir importação de 2 milhões de doses da vacina da Oxford. Segundo o Ministério da Saúde, são necessárias 104,2 milhões de doses apenas para vacinar os grupos prioritários, que somam 49,6 milhões de pessoas mas a pasta não garantiu nem mesmo as seringas e agulhas necessárias. “Não é despreparo a falta de seringas e agulhas pra vacinação contra covid-19 no Brasil, é atitude deliberada do governo pra desmontar o SUS e não salvar vidas”, denunciou a presidenta Nacional do PT e deputada federal Gleisi Hoffmann (PR)
  • “Estamos diante de uma pandemia que já matou mais de 200 mil pessoas no Brasil, que provoca efeitos sociais e econômicos graves. Até mesmo efeitos psicológicos”, adverte o deputado federal Merlong Solano (PT-PI) em artigo, cobrando urgência na campanha de vacinação
  •  A Argentina autorizou em “caráter de emergência” o uso da vacina russa Sputnik V nesta semana, após acordo para fornecimento de 25 milhões de doses. No Brasil, Bolsonaro diz “não dar bola pra isso”. Para dar exemplo, o presidente Alberto Fernández será o primeiro a tomar a vacina
  • Diante da inoperância de governo Bolsonaro no combate à pandemia, o Comitê Científico de Combate ao Coronavírus do Consórcio Nordeste propôs a governadores que a Comissão integre os principais especialistas na área e atue de forma independente do Ministério da Saúde. “Sem uma ação coordenada de todo o país, envolvendo medidas sincronizadas de isolamento social, bloqueio sanitário das rodovias em todas as regiões, e uma campanha nacional de vacinação, o Brasil não conseguirá derrotar a covid-19 nem a curto prazo, nem a médio prazo”, alerta o neurocientista e coordenador do Comitê Miguel Nicolelis
  • No início do julgamento do STF que decidirá sobre a obrigatoriedade da vacinação contra a Covid-19, na quarta-feira (16), o ministro Ricardo Lewandowski deu o primeiro voto a favor da imunização compulsória. Defendendo uma linha constitucionalista, Lewandowski argumentou que “a saúde coletiva não pode ser prejudicada por pessoas que deliberadamente se recusam a ser vacinadas”. De acordo com o ministro, o direito à saúde está previsto na Constituição e inclui o direito à medicina preventiva. “Não é uma opção do governo vacinar ou não vacinar, é uma obrigação do governo”, justificou
  • Reportagem do diário americano detalha como a falta de planejamento, o negacionismo e o descaso com a vida por parte do governo de Jair Bolsonaro transformaram país em péssimo exemplo mundial na era do coronavírus. Sem coordenação, plano de vacinação “brinca com vidas”, diz jornal. “Bolsonaro rejeitou as evidências científicas, chamou o vírus de uma “gripezinha” que não justificava o fechamento da maior economia da região e repreendeu os governadores que impuseram medidas de quarentena e fechamento de empresas”, destaca o ‘Times’
  • Governo federal tem até esta terça-feira (15) para apresentar ao Supremo Tribunal Federal (STF) as datas referentes ao plano nacional de vacinação contra a Covid-19. Pasta entregou à Corte , na sexta-feira (11), um plano com previsão de vacinar 51 milhões de pessoas pertencentes aos grupos prioritários, divididos em quatro fases. Ex-ministro da Saúde Arthur Chioro critica falta de coordenação do governo e prevê cobertura da população somente em 2022. “Nós só vamos chegar a uma cobertura vacinal razoável para trazer proteção à sociedade brasileira em julho de 2022″, alerta Chioro. “Teremos 300 milhões de doses de vacina até o final de 2021. Isso não é capaz de sustentar o fim da cadeia de transmissão da doença”, adverte
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