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Campanha de Vacinaçào

  • Diante da inoperância de governo Bolsonaro no combate à pandemia, o Comitê Científico de Combate ao Coronavírus do Consórcio Nordeste propôs a governadores que a Comissão integre os principais especialistas na área e atue de forma independente do Ministério da Saúde. “Sem uma ação coordenada de todo o país, envolvendo medidas sincronizadas de isolamento social, bloqueio sanitário das rodovias em todas as regiões, e uma campanha nacional de vacinação, o Brasil não conseguirá derrotar a covid-19 nem a curto prazo, nem a médio prazo”, alerta o neurocientista e coordenador do Comitê Miguel Nicolelis
  • No início do julgamento do STF que decidirá sobre a obrigatoriedade da vacinação contra a Covid-19, na quarta-feira (16), o ministro Ricardo Lewandowski deu o primeiro voto a favor da imunização compulsória. Defendendo uma linha constitucionalista, Lewandowski argumentou que “a saúde coletiva não pode ser prejudicada por pessoas que deliberadamente se recusam a ser vacinadas”. De acordo com o ministro, o direito à saúde está previsto na Constituição e inclui o direito à medicina preventiva. “Não é uma opção do governo vacinar ou não vacinar, é uma obrigação do governo”, justificou
  • Reportagem do diário americano detalha como a falta de planejamento, o negacionismo e o descaso com a vida por parte do governo de Jair Bolsonaro transformaram país em péssimo exemplo mundial na era do coronavírus. Sem coordenação, plano de vacinação “brinca com vidas”, diz jornal. “Bolsonaro rejeitou as evidências científicas, chamou o vírus de uma “gripezinha” que não justificava o fechamento da maior economia da região e repreendeu os governadores que impuseram medidas de quarentena e fechamento de empresas”, destaca o ‘Times’
  • Governo federal tem até esta terça-feira (15) para apresentar ao Supremo Tribunal Federal (STF) as datas referentes ao plano nacional de vacinação contra a Covid-19. Pasta entregou à Corte , na sexta-feira (11), um plano com previsão de vacinar 51 milhões de pessoas pertencentes aos grupos prioritários, divididos em quatro fases. Ex-ministro da Saúde Arthur Chioro critica falta de coordenação do governo e prevê cobertura da população somente em 2022. “Nós só vamos chegar a uma cobertura vacinal razoável para trazer proteção à sociedade brasileira em julho de 2022″, alerta Chioro. “Teremos 300 milhões de doses de vacina até o final de 2021. Isso não é capaz de sustentar o fim da cadeia de transmissão da doença”, adverte
  • Diante da inércia de Bolsonaro, que assiste passivamente à escalada de mortes por Covid-19 no país, ex-presidente cobra agilidade do governo para salvar vidas. “Sabe quando eu aceitaria um ministro da Saúde ou diretor da Anvisa que falasse em um ‘prazo de 60 dias’ para terminar de avaliar uma vacina crucial em meio a uma pandemia que já matou mais de 170 mil pessoas? Nunca”, criticou Lula. Em vídeo nas redes sociais, o líder da extrema-direita debocha da Covid-19 e faz piada homofóbica
  • Em artigo publicado na ‘Folha de S. Paulo’, 11 ex-ministros da Saúde – incluindo os petistas Alexandre Padilha, Arthur Chioro e Humberto Costa, além de José Gomes Temporão – criticam a condução desastrada de Jair Bolsonaro no combate à pandemia do Covid-19. “O país necessita de um plano sólido, abrangente, que contemple todas as vacinas que consigam registro na Anvisa, sem qualquer tipo de discriminação”, apontam
  • Presidente da Fundação Perseu Abramo, Aloizio Mercadante critica falta de planejamento de Bolsonaro para enfrentar a pandemia do Covid-19. Ele avalia que o presidente subestima pressão popular para garantir a imunização geral. “Quando mais os outros países acelerarem a vacinação, mais difícil vai ser a situação do Bolsonaro e do governo”, avalia.
  • O jornalista Jamil Chade revela que o governo do capitão optou por obter a menor cobertura possível, entre as opções oferecidas pela Covax. Cobertura oferecida pela aliança mundial das vacinas poderia chegar a 50% da população. Após meses de indecisões, Palácio do Planalto chegou ao final do ano de mãos praticamente vazias, tendo fechado apenas um acordo com a Oxford. Enquanto isso, outros países multiplicaram suas apostas em negócios fechados ou pelo menos iniciados com diferentes multinacionais
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