Posts arquivados em

Crise Econômica

  • Pelo terceiro final de semana consecutivo, militantes das frentes populares, partidos de oposição, centrais sindicais e movimentos sociais tomam as ruas e as periferias de capitais e cidades brasileiras para protestar contra o governo Bolsonaro. Desta vez, o objetivo central da mobilização nacional é levar solidariedade e apoio à população mais vulnerável que sofre com os efeitos da pandemia e da crise econômica que aflige o Brasil
  • A mobilização é iniciativa dos partidos de Oposição, frentes populares, centrais sindicais e movimentos sociais. “Sábado é o dia de de prestar solidariedade ao povo e de lutar por renda emergencial. Então, na sua cidade procure se organizar com os movimentos sociais, com as igrejas para estar nas periferias, principalmente das grande cidades, levar solidariedade ao povo”, convoca a presidenta do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann (PR). “E, é claro, nunca esquecer: Fora, Bolsonaro!”, lembra
  • Evento virtual que reuniu mais de 400 militantes de organizações sociais, partidárias e sindicais também deliberou ações pelo enfrentamento da crise sanitária com vacinação em massa, fortalecimento do SUS e medidas de distanciamento social e também da crise econômica, com a retomada do auxílio emergencial, defesa do Programa de Proteção ao Emprego, luta contra o Teto dos gatos e contra a Reforma administrativa.
  • Segundo Associação Paulista de Supermercados (Apas), índice de 2020 chegou a 15%, batendo o maior patamar até então, de 11,33% em 2015.  Índice subiu 2,2% no último mês do ano, com os explosivos aumentos do queijo (35,55%), da carne suína (31,5%) e da carne bovina (16,36), mais um sinal da erosão do poder de compra do trabalhador
  • Sob pressão crescente de vários setores sociais pela retomada do auxílio emergencial, ministro da Economia manda recado via assessores: essa será uma das “últimas alternativas” em seus “amplo cardápio de medidas”. “Isso tem nome, desumanidade!”, respondeu a presidenta do PT Gleisi Hoffmann em seu perfil no Twitter
  • Em artigo para o ‘Poder 360’, José Dirceu alerta para o risco de um agravamento do colapso econômico e sanitário com Bolsonaro na Presidência. “As consequências políticas do desgoverno e da tragédia de Manaus, anunciando o que pode acontecer em todo Brasil, mobiliza e coloca, de novo, na ordem do dia o impeachment”, ressalta Dirceu. “Mas o que contará é a mobilização popular, as ruas”, conclama
  • Em artigo, a deputada federal (PR) e presidenta da PT, Gleisi Hoffmann, alerta que “o liberalismo primitivo do governo vislumbra uma sociedade regida pelo individualismo selvagem em que cada um é responsável por si e não há instituições de garantia de direitos. “É fundamental que o Congresso Nacional discuta novo arcabouço fiscal, em linha com a experiência internacional”, defende Gleisi, advertindo que o cenário econômico e social no País “tende a se tornar ainda mais grave” no próximo ano.
  • Desastre econômico de Paulo Guedes continua a destruir o setor automotivo. Desta vez, a fabricante de carros alemã Mercedes-Benz anunciou, nesta quinta-feira (17), o fechamento da fábrica localizada em Iracemápolis (SP). A fábrica deverá demitir cerca de 370 trabalhadores. Analistas enxergam difícil recuperação do setor em 2021, apesar de leve melhora no segundo semestre. Segundo dados da Anfavea, mais de 6.300 postos de trabalho evaporaram entre novembro de 2019 e o início do mês passado, sem contar os programas de demissão voluntária
  • Encolhimento generalizado da atividade econômica nacional levará ao pior resultado desde 1901. Brasil também despencou cinco posições no ranking do IDH das Nações Unidas. “Com Bolsonaro, Brasil está sem ordem e sem progresso!”, comentou a presidenta do PT, Gleisi Hoffmann. Golpe de Estado interrompeu crescimento
  • Especialistas reunidos virtualmente no fórum “E agora Brasil?” traçaram um cenário sombrio para o país a partir de avaliações sobre a atuação negacionista do governo na pandemia, informa o ‘Valor’ nesta sexta-feira (11). Economista Monica de Bolle prevê o país à beira de uma convulsão social com o fim do auxílio emergencial e a volta do Teto de Gastos a partir de janeiro de 2021. “Fica difícil imaginar que não ocorra algo assim”, observa