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Crise Sanitária

  • Com alta de casos e mortes por Covid-19, caos no sistema de saúde segue de Manaus para o resto do Amazonas e a fronteira com o Pará, onde sete pessoas de uma mesma família morreram por falta de oxigênio em apenas um dia. País tem 211.646 óbitos, 63,5 mil novos casos e agora soma 8,5 milhões de infecções. Média móvel de casos subiu 49% em comparação à de duas semanas atrás enquanto a de óbitos cresceu 33%. Pior da pandemia está por vir, alertam especialistas
  • Inabilidade do Itamaraty e incompetência do ministro da Saúde Eduardo Pazuello agravam crise. Deputado Paulo Teixeira (PT-SP) propôs nesta terça-feira (19) que o Congresso Nacional crie uma delegação de parlamentares para dialogar com o governo chinês e garantir a importação dos Insumos Farmacêuticos Ativos (IFAs), necessários para a produção das vacinas no país. Iniciativa de Teixeira soma-se aos esforços da presidenta Nacional do PT, Gleisi Hoffmann, que defende a articulação urgente de uma agenda que permita ao Congresso reagir diante da crise causada pelo desgoverno Bolsonaro
  • Especialistas reunidos virtualmente no fórum “E agora Brasil?” traçaram um cenário sombrio para o país a partir de avaliações sobre a atuação negacionista do governo na pandemia, informa o ‘Valor’ nesta sexta-feira (11). Economista Monica de Bolle prevê o país à beira de uma convulsão social com o fim do auxílio emergencial e a volta do Teto de Gastos a partir de janeiro de 2021. “Fica difícil imaginar que não ocorra algo assim”, observa
  • Em entrevista ao ‘Blog da Cidadania’, ex-presidente critica desastre sanitário e econômico causado pelo governo, que já deixou um saldo recorde de desemprego de 13,8% em julho, o maior da série histórica. “Lamentavelmente, o Brasil retornou ao Mapa da Fome da ONU. E voltamos porque tem muita gente desempregada”, denuncia Lula, que também advertiu para a agenda do ministro da Economia. “Paulo Guedes fala em economia em nome de quem? Ele trabalha para fazer com que o Brasil atenda aos interesses dos bancos”, explicita
  • Caos social e desgoverno de Bolsonaro no enfrentamento à pandemia mantém o país no 2º lugar no número de mortes, atrás apenas dos EUA. E o agravamento da crise econômica ameaça populações vulneráveis. Um estudo inédito, conduzido por pesquisadores de universidades brasileiras e publicado na revista científica ‘The Lancet Global Health’, aponta prevalência do vírus entre indígenas e mais pobres. Brasil agora registra 4,7 milhões de casos e 142,2 mil mortes por Covid-19, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa. “Não importa a situação de um país no surto, nunca é tarde para mudar as coisas”, pede diretor-geral da OMS
  • General será efetivado por Bolsonaro como titular na pasta da Saúde nesta quarta-feira (16). Em 120 dias de comando interino de Eduardo Pazuello no ministério, a pandemia deixou um rastro de destruição no país: são 4.349.723 contaminações e 132.125 mortos, ante 220 mil casos e 14,9 mil mortes em 15 de maio, quando o general assumiu a pasta interinamente
  • No fim de semana, praias do Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina e Salvador receberam multidões, que não hesitaram em desobedecer as regras de isolamento social e o uso de máscaras. Brasil ultrapassou a marca de 120 mil mortos e chega cada vez mais perto de registrar 4 milhões de casos de Covid-19. “A banalização da tragédia é comum no Brasil. Na Covid-19 isso é muito perigoso, porque o número de óbitos pode aumentar de forma trágica”, alerta Alexandre Naime, consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia
  • No marco simbólico da tragédia da pandemia no país, presidente Bolsonaro voltou a causar aglomerações, sem máscara, e a colocar em risco a vida de brasileiros. Levantamento feito pela Rede de Pesquisa Solidária aponta que o governo federal deixou de coordenar uma política nacional sobre o uso de máscaras no país, e cuidou de enfraquecer até mesmo medidas que já estavam em curso nos estados. “A falta de fiscalização, de programas e da massificação das ações, além da desinformação, rebaixaram a importância do uso de máscaras e reduziram a capacidade de proteção da população mais vulnerável”, aponta levantamento. Brasil registra 3.683.224 casos da doença e 116.964 mortes
  • Com o agravamento da crise, famílias enfrentam impacto duplamente trágico: a perda de pais e avós e, com eles, a principal fonte de renda da família. Levantamento do Ipea aponta que cerca de 4 milhões de adultos e 1 milhão de crianças e adolescentes podem entrar na zona da pobreza com a perda de renda de idosos vítimas da Covid-19. Nesta terça-feira (25), o país ultrapassou a marca de 115.646 mortes e 3.636.167 milhões de infectados. “A doença afetou os idosos em duas vertentes: primeiro que eles morrem mais, segundo porque são os primeiros a perder o emprego por pertencerem ao maior grupo de risco de contrair o novo coronavírus”, diz Ana Amélia Camarano, autora do estudo
  • Nesta segunda-feira (24), quando o país ultrapassa a marca de 3,6 milhões de infectados pelo coronavírus e 115 mil mortes, presidente participou de evento para promover o uso da hidroxicloroquina como solução milagrosa para tratamento de pacientes infectados. ‘Brasil de Fato’ revela que governo fora desaconselhado pela Anvisa sobre uso da droga. No evento, Bolsonaro não lamentou as mortes e voltou a insultar a imprensa. “O genocida não citou uma ação sequer que justificasse o nome do evento [Vencendo a Covid-19]. Apenas exaltou a cloroquina, ofendeu jornalistas, simulou choro e se auto-elogiou. Um desrespeito à memória das vítimas e à dor das famílias”, critica a deputada federal e presidenta do PT, Gleisi Hoffmann
  • Diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Ghebreyesus prevê fim da pandemia em até dois anos. “Acima de tudo, se conseguirmos unir esforços, usar ao máximo os recursos disponíveis e torcer para que possamos ter ferramentas complementares como as vacinas, acho que podemos acabar [a pandemia] em um período de tempo mais curto do que a gripe de 1918”, disse