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Desigualdade

  • Guedes e Bolsonaro propõem extinguir a estabilidade  no serviço público federal, mas não tocam nos supersalários do Judiciário e do Legislativo. “Proposta do Planalto protege os de cima e quer acabar com qualquer estabilidade de emprego”, critica Gleisi. O pior é a falácia sobre a necessidade da reforma e da comparação do número de servidores no Brasil e outros países. Estado brasileiro gasta três vezes menos que a média dos países desenvolvidos com funcionalismo
  • “O governo poderia usar estoques estratégicos de alimentos para segurar a alta dos preços e investir na agricultura familiar”, defende a presidenta do PT, Gleisi Hoffmann. “Sem renda do trabalho, com auxílio pela metade e com alimentos subindo, o impacto na vida das pessoas mais pobres é muito forte”, adverte o economista Bruno Moretti
  • Reformulação do programa vira projeto de lei e eleva benefício de R$ 78 para R$ 300, alcançando famílias brasileiras com renda de até R$ 600 por pessoa. Partido quer transformar atual programa em instrumento ainda mais eficaz para redução da desigualdade social, assegurando renda às camadas mais vulneráveis da população brasileira
  • Ministro da Economia joga para platéia, armando proposta para sangrar o bolso do trabalhador com mais taxas e tributos, enquanto poupa empresários e banqueiros. Auditores fiscais defendem que reforma tributária precisa cobrar dos mais ricos, inclusive sobre o patrimônio. PT quer imposto sobre grandes fortunas
  • País teria um PIB maior – 27% acima do padrão atual –, se a ex-presidenta não tivesse sofrido o impeachment apoiado pela mídia, golpistas e pelo Centrão de Rodrigo Maia. A estimativa é da MB Associados que aponta: economia do país deixou de crescer R$ 1,8 trilhão, se mantivesse a trajetória média entre 1997 e 2014
  • Em artigo, o ex-prefeito de São Paulo diz que o Congresso deve desconsiderar a reforma tributária proposta pelo governo, assim como fez com a proposta do Fundeb. “A proposta do governo aumenta a carga tributária para resolver o seu problema fiscal com a criação de uma contribuição de valor adicionado (“IVA” federal + CPMF) à custa dos mais pobres”, aponta
  • Proposta será apresentada nesta sexta-feira, 24 de julho pela ex-ministra Tereza Campello ao Diretório Nacional e vai virar projeto de lei no Congresso. “Para tratar de renda básica, a melhor política pública a ser incrementada é aquela reconhecida e elogiada pela ONU: o Bolsa Família”, aponta a economista. Reunião será aberta à imprensa e pode ser acompanhada pelo canal do PT no YouTube
  • Bolsonaro decide inovar e tira da cartola de ilusionismo de Paulo Guedes um novo truque: a “redução escalonada” do seguro quarentena. A ideia é retirar R$ 100 de cada parcela da ajuda governamental até a suspensão do benefício em setembro. PT briga no Congresso para manter R$ 600 pelo menos até o final deste ano