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Impeachment de Bolsonaro

  • O primeiro ato de Lira ao assumir o cargo já gerou fortes reações da Oposição. Minutos após ser empossado, o novo presidente da Câmara , de modo autoritário, indeferiu bloco formado pelo PT, MDB, PSDB, PSB, PDT, Solidariedade, PCdoB, Cidadania, PV e Rede, criado em apoio à candidatura de Baleia Rossi (PMDB-SP). A Oposição vai recorrer contra a decisão arbitrária ao Supremo Tribunal Federal
  • Vacinação em massa e retorno imediato do auxílio emergencial também são prioridades da luta do movimento em 2021, além do impeachment de Bolsonaro e seu governo. É o que aponta a carta divulgada hoje (30) pelo MST, redigida em encontro virtual da Coordenação Nacional, que ocorreu entre os dias 28 e 30 de janeiro, e contou com a participação de cerca de mil delegados de todo país
  • À frente das bancadas, o senador Rogério Carvalho (PT-SE) e o deputado Enio Verri (PT-PR) se destacaram na função de lideranças. Nesse período, no ambiente da pandemia, enfrentaram a disputa em torno de temas econômicos, de direitos humanos, ambientais, sociais e culturais, como a Lei Aldir Blanc. Entre as vitórias, estão a garantia de R$ 600,00 para o auxílio emergencial, apoio financeiro aos estados e 100% dos recursos do Fundeb
  • No Brasil e no exterior, centenas de manifestações pediram o afastamento de Bolsonaro e seu governo genocida. “Em todo o Brasil e no mundo o grito é um só: precisamos nos livrar do genocida!”, afirmou a presidenta do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann (PR). De carro e de bicicleta, e mais amplas que a carreata do dia 23, as manifestações ganharam a periferia das grandes cidades. Na véspera da abertura dos trabalhos do Congresso Nacional, a pressão popular pelo impeachment cresce nas ruas
  • “Tá aí, é o resultado da gestão de Bolsonaro, 224 mil mortos já no Brasil, mais de 10 milhões de infectados”, denunciou a presidenta do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann (PR). “É o mundo todo observando que ninguém aguenta mais um presidente genocida, um presidente que não tem a preocupação com a vida das pessoas”, afirma Enio Verri (PT-PR), líder do Partido na Câmara dos Deputados. E hora de “tirar quem é o epicentro da crise, que é Jair Bolsonaro”, advertiu Gleisi
  • Mobilização terá carreatas e diversos atos já confirmadas nas periferias e bairros populares de capitais e cidades brasileiras, organizadas pelos partidos de Oposição, pelas Frentes Brasil Popular e Brasil sem Medo, movimentos populares e entidades sindicais e estudantis. Manifestações do #StopBolsonaro ocorrerão em dezenas da capitais do mundo. Os atos têm como bandeiras prioritárias a defesa da vacinação para toda a população, retomada do pagamento do auxílio emergencial e a abertura imediata do processo de impeachment contra Bolsonaro. Também ocorrerão debates e uma plenária de militantes nacionais e internacionais
  • Em entrevista ao ‘Jornal Brasil Atual’, ex-prefeito e ex-ministro da Educação considera que o impeachment de Bolsonaro não pode ser julgado por conveniência política, diante da gravidade da pandemia e de um governo avaliado como o pior gestor da crise sanitária no mundo. “Temos de pensar o seguinte: quantos brasileiros podemos salvar se acontecer um impeachment? Quantos empregos podemos salvar?”, pondera Fernando Haddad
  • Os crimes, segundo o líder da Minoria na Câmara dos Deputados, José Guimarães (CE), estão previstos em sete normas previstas na Constituição e na Lei do Impeachment, de 1950. “O pedido de impeachment está embasado no direito supremo à vida”, afirmou. Ele citou como exemplo as mortes ocorridas em Manaus por asfixia de pacientes de Covid que não tiveram oxigênio por incompetência e insensibilidade do governo federal
  • Nova edição do ato ‘Stop Bolsonaro’ acontece no próximo domingo, 31, com ações em todo o mundo. Também no domingo, a mobilização pelo impeachment no país terá protestos, com adesão dos partidos de oposição e de entidades sociais. Para a presidenta Nacional do PT, Gleisi Hoffmann, a participação popular e da sociedade civil será decisiva para “livrar o país e o povo do caos sanitário, econômico e social imposto por Bolsonaro e seu governo”
  • Religiosos entraram com pedido de impeachment contra Bolsonaro por negligência no combata à pandemia. O pedido é assinado por padres católicos, anglicanos, luteranos, metodistas e também pastores. A iniciativa tem apoio do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil, da Comissão Brasileira Justiça e Paz da CNBB e da Aliança de Batistas do Brasil. É a primeira vez que representantes religiosos encaminham uma denúncia contra o presidente por crime de responsabilidade
  • Evento virtual que reuniu mais de 400 militantes de organizações sociais, partidárias e sindicais também deliberou ações pelo enfrentamento da crise sanitária com vacinação em massa, fortalecimento do SUS e medidas de distanciamento social e também da crise econômica, com a retomada do auxílio emergencial, defesa do Programa de Proteção ao Emprego, luta contra o Teto dos gatos e contra a Reforma administrativa.