‘Os homens não são os nossos adversários. O machismo é, a violência é, a misoginia é’
Em vídeo sobre os 20 anos da lei, Maria da Penha alerta que orçamento e políticas públicas são indispensáveis para proteger as mulheres
Em vídeo sobre os 20 anos da lei, Maria da Penha alerta que orçamento e políticas públicas são indispensáveis para proteger as mulheres
Marco no combate à violência de gênero, a legislação abriu espaço para o reconhecimento das violências psicológica, patrimonial, moral, sexual, política e digital
Presidente Lula sancionou a lei, em pacote que amplia proteção a mulheres indígenas e regulamenta violência vicária. Medidas integram o Pacto Brasil Contra o Feminicídio
Deputada Maria do Rosário, uma das autoras do projeto aprovado pela Câmara, destaca o avanço da aprovação para proteger as mulheres. Texto vai ao Senado
Projeto que criminaliza a misoginia passa na Comissão de Direitos Humanos do Senado; na Câmara, foram votadas, em mutirão, propostas que ampliam direitos e monitoram agressores
Secretária de Finanças do PT diz que a data não pode ser tratada como simbólica e sem conteúdo político
Decisão ocorre após sanção presidencial da Lei 15.212/2025; ato representa reconhecimento à luta da biofarmacêutica Maria da Penha, símbolo de defesa dos direitos das mulheres
Legislação é um marco no enfrentamento à violência doméstica, mas a luta por um país livre da violência de gênero continua sendo urgente; Ligue 180 realizou mais de 590 mil atendimentos e registrou mais de 86 mil denúncias de violência contra mulheres em 2025
Portal da extrema direita busca afetar a credibilidade da lei 11.340/06, fomentando novas violações aos direitos das mulheres que recorrem às políticas públicas protetivas com base na lei de Maria Penha
PL 4.381/23 foi aprovado pela Câmara e segue para o Senado; texto apresenta medidas para o atendimento de mulheres indígenas vítimas de violência doméstica e familiar
Instância objetiva fortalecer e aprimorar mecanismos de prevenção, proteção e qualificação de mulheres no acesso à Justiça
Em audiência pública na Câmara, nesta segunda-feira (26), aprimoramento da lei foi defendido porque, entre outros motivos, setores machistas e misóginos têm modificado sua forma de violentar as mulheres