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Mercado de Trabalho

  • Indiferente à realidade, ministro da Economia embarca na falácia de que Brasil precisa de empregos sem a proteção da CLT. Após três anos da reforma trabalhista aprovada por Temer na Câmara dos Deputados, sob Rodrigo Maia, país tem 40 milhões de trabalhadores na informalidade e 50 milhões de pobres. A desigualdade só cresceu desde o Golpe de 2016, mas governo Bolsonaro ameaça com menos direitos trabalhistas como forma de reativar a economia
  • País tem, oficialmente, 14,1 milhões de pessoas desempregadas. É a maior taxa registrada na série histórica, iniciada em 2012. Governo conseguiu o feito de mergulhar o país em recessão, aumentar a crise no mercado de trabalho com inflação alta de alimentos. Mídia e mercado abandonam o ministro Paulo Guedes, depois de apoiarem o impeachment de Dilma e cavar espaço para a agenda neoliberal. O preço da dramática crise está sendo pago pelo povo. ‘The Economist’ diz que Bolsonaro não será eleito em 2022 por conta da economia fraca
  • Presidente mantém uma política de destruição do mundo do trabalho, na contramão de outras nações do planeta. O descalabro do seu governo acumula perdas de postos de emprego acima da média de outras nações que sofreram com o Covid-19. Paulo Guedes conseguiu a proeza de produzir em dois anos mais de 15 milhões de desempregados, mostrando compromisso apenas com os ricos. Enquanto isso, a desigualdade avança e o Brasil ganha posições entre as nações mais desiguais do mundo, perdendo apenas para Botswana
  • De acordo com o IBGE, população desempregada no país subiu para 14,3% na última semana de agosto. Em oito dias, Brasil passou a ter mais 1 milhão de pessoas desempregadas. Crise tende a aumentar, com o fim do auxílio emergencial de R$ 600 a partir de 2021. O Programa de Reconstrução e Transformação do Brasil, que o PT lança na segunda-feira, 21 de setembro, coloca emprego como prioridade para a retomada do desenvolvimento e redução da desigualdade
  • Surfando na incompetência de Paulo Guedes, o governo consegue um feito: piorar as condições de trabalho da maioria da população. Enquanto isso, empresas multinacionais se preparam para fazer demissões. A máquina de desemprego do Planalto vai bater recorde em 2020, ampliando o número de trabalhadores sem carteira assinada e aumentando a desigualdade. País já tem 27 milhões de trabalhadores que não procuram ocupação
  • Executivo do banco Crédit-Suisse diz que a instabilidade política e o fraco PIB do país em 2020 tornam o Brasil pouco atraente para investimentos externos. Enquanto o desemprego dispara, o governo compara situação com os EUA. “O copo está meio cheio”, diz secretário do Ministério da Economia, sem mencionar o “apagão de dados” do mercado de trabalho
  • Enquanto a OIT recomenda a adoção de medidas urgentes para salvar postos de trabalho e evitar “perdas devastadoras”, o ministro Paulo Guedes ignora as necessidades da população e propõe flexibilização das regras trabalhistas e suspensão de contratos. País pode vir a ter 17 milhões de desempregados