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Mídia internacional

  • Agências e jornais estrangeiros apontam negligência do presidente Jair Bolsonaro no enfrentamento da pandemia que já matou mais de 200 mil brasileiros. “Enquanto muitos países impuseram novas restrições para limitar a propagação do vírus em meados de dezembro, o governo do presidente deu sua bênção para a diversão das férias de verão”, relata a ‘Associated Press’. Para a agência francesa ‘AFP’, o ano começou com “uma tempestade de controvérsias sobre falhas no plano de vacinação do governo e a contínua negação da Covid-19 pelo presidente de extrema direita”
  • Desta vez, o foco da mídia estrangeira desviou-se do desastre sanitário que transformou o Brasil em pária internacional para as investigações por suspeita de corrupção na família do presidente. “Os brasileiros estão fazendo uma pergunta que pode ameaçar o futuro político de Jair Bolsonaro: por que sua esposa e filho receberam pagamentos de um homem [Fabrício Queiroz] sob investigação por corrupção?”, destaca o diário americano, que estampou na capa da editoria internacional uma extensa reportagem sobre o assunto. O jornal noticia que além de Flávio, os outros filhos do presidente também estão sob investigação
  • Imprensa internacional repercute marca de 2 milhões de infectados e mais de 76 mil mortos e relembra sabotagem de Bolsonaro no combate à pandemia. “Apesar da rápida disseminação do vírus, Bolsonaro, um ex-capitão do exército de extrema direita, pressionou os governos locais a suspenderem as restrições ao bloqueio”, descreve a Reuters. “Sem orientação do governo federal, os estados implementaram medidas antivírus como bem entenderam, com políticas que variavam e muitas vezes se contradiziam”, destaca Bloomberg
  • ‘Washington Post’ descreve nação brasileira como caso singular entre os países afetados pelo coronavírus e aponta as omissões de Bolsonaro que levaram o país à catástrofe atual. “O presidente Bolsonaro, que continua a rejeitar a doença e suas vítimas, adotou uma política de não fazer nada”, aponta o jornal. Brasil se aproxima da marca de um milhão de infectados, com 934.769 casos e 45.484 mortes, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa desta quarta (17)