Mais Médicos: 2.448 vagas ainda não foram preenchidas
A decisão de retirar os médicos cubanos do Brasil foi anunciada há pouco mais de um mês, após ataques de Jair Bolsonaro contra o programa
A decisão de retirar os médicos cubanos do Brasil foi anunciada há pouco mais de um mês, após ataques de Jair Bolsonaro contra o programa
Governo golpista havia anunciado preenchimento de todas as vagas após saída dos cubanos, fato que não se confirmou. Prazo para que se apresentem acaba hoje.
Exigência do exame é uma das principais bandeiras de Bolsonaro, mas agora fica clara que sua grande "preocupação" era expulsar os caribenhos do país
Desistência aumenta preocupação com a saída dos profissionais cubanos e desmente anúncio do governo que havia comemorado preenchimento de todas as vagas
Contrária ao programa, a presidenta do Sindicato dos Médicos do Ceará, Mayra Pinheiro, assumirá secretaria do Ministério da Saúde responsável pela sua gestão
Especialistas reconhecem papel fundamental do PT para a melhora dos índices ao longo dos anos
Presidente eleito, cujo apreço pelos anos de chumbo é notório, cede três ministérios à legenda. Todos os nomes têm histórico de problemas com a justiça
Margarida Salomão e Erika Kokay apresentaram projeto que susta portaria que suspende verba para incentivo de políticas públicas voltadas a saúde mental
Para o ex-ministro Alexandre Padilha, idealizador do Mais Médicos, a retirada dos profissionais cubanos afetará, sobretudo, as áreas mais vulneráveis
Cerca de 1,6 mil vagas em 1 mil municípios foram suspensas; em encontro, secretários municipais enfatizam dificuldades
Desde 2013, data da criação, o Mais Médicos teve ampla aceitação; pesquisa da UFMG, em 2014, apontou que 86% dos brasileiros consideraram que atendimento melhorou
Ex-ministro da Saúde e responsável pela criação do programa, Alexandre Padilha lembrou ainda que o STF aprovou a constitucionalidade da medida