Petista articula apoio para votar misoginia com urgência
Deputada Dandara colhe 171 assinaturas para projeto tramitar como prioridade na Câmara e pede pressão da sociedade
Deputada Dandara colhe 171 assinaturas para projeto tramitar como prioridade na Câmara e pede pressão da sociedade
Deputadas do PT elevam o tom e pedem aprovação do projeto de lei que criminaliza o ódio às mulheres. Texto pode entrar em votação na Câmara nesta semana
A socióloga Ana Paula Portella analisa como a extrema direita naturaliza o ódio às mulheres, a misoginia, para seguir controlando o corpo e a vida delas
Vítima de violência doméstica defende a lei que criminaliza a misoginia: “Uma lei que pune o ódio contra a mulher não tira a liberdade de ninguém”, afirma
Coordenadora da bancada feminina na Câmara, Jack Rocha diz que acredita na lucidez dos parlamentares para aprovar a criminalização da misoginia
Vitória no Senado desmonta narrativa que tenta legitimar ataques às mulheres como ‘liberdade de expressão’. Parlamentares do PT comemoraram nas redes
Aprovação é vitória das mulheres e do Governo Lula, que liderou o Pacto Brasil contra o Feminicídio. Extrema direita não resiste à pressão e vota sim
Líder do PT, senadora Augusta Brito, relatora da matéria, denuncia manobras da extrema direita para tentar adiar a votação
Senador apresenta pela 1ª vez em oito anos projeto voltado a mulheres, após 8 de Março. Mas ele e seu grupo político tentam segurar votação do crime de ódio, a misoginia
Os crimes incluem: ciberterrorismo, injúria racial e de gênero, ameaça qualificada, ameaça de estupro, violência política de gênero. PT pede apuração imediata e rigorosa
Projeto que criminaliza a misoginia passa na Comissão de Direitos Humanos do Senado; na Câmara, foram votadas, em mutirão, propostas que ampliam direitos e monitoram agressores
Pesquisadora explica que crescimento de casos não é só aumento estatístico, mas expressão de uma violência sistemática enraizada. Governos Temer e Bolsonaro destruíram políticas públicas
Atos contra feminicídio foram realizados em 21 capitais e 89 cidades; petistas defendem que ódio às mulheres seja considerado crime e querem penas mais duras