Série Banco Central de Bolsonaro: episódio 5, ‘Redução do emprego’
Saiba como a taxa de Selic agravou a perda de oportunidades de trabalho no país. Assista
Saiba como a taxa de Selic agravou a perda de oportunidades de trabalho no país. Assista
Saiba como a taxa de Selic de 13,75% tornou-se a grande inimiga da produção, afastado investimentos privados e desempregando o trabalhador. Assista
Quedas nas taxas de juros podem chegar a 33%. Presidenta do banco, Rita Serrano, destacou atuação do governo Lula nos programas sociais como o Minha Casa Minha Vida
Senador celebra queda na inflação e cobra revisão da taxa de juros praticada pelo Banco Central
"Não tem mais como sustentar, Campos Neto”, diz Gleisi Hoffmann. "Se continuar sabotando a economia do país, o próximo a despencar tem que ser o presidente do BC, defende o vice-líder do governo na Câmara, Alencar Santana
Juros de 13,75% de Campos Neto fizeram montadoras reduzir turnos pela metade. "Em razão de juros elevados e de dificuldades de financiamento, observou-se demanda ainda menor do que a esperada”, diz nota da Mercedes
"Não tem razão para nós termos a maior taxa de juros do mundo", criticou o vice-presidente. "Sem crédito não há investimento, sem investimento não há crescimento, sem crescimento não há emprego”, reforça Lula
Selic paralisa venda de imóveis e locações sobem 17,05%. “Com a taxa de juros elevada, quem não consegue comprar um imóvel, aluga”, diz o economista Alison Oliveira, autor de estudo que mediu alta dos preços
É o que revela pesquisa feita pelo Datafolha. Ainda segundo o instituto, 71% dizem que os juros praticados pelo Banco Central estão mais altos do que deveriam
De acordo com Datafolha, 26% consideram que haverá uma piora do quadro econômico nos próximos meses. "A taxa Selic de 13,75% do BC está sabotando o Brasil e todo mundo paga o preço”, reage Paulo Pimenta
"O documento traz contradições, falácias e ameaças veladas ao governo, mostrando que o BC age politicamente”, denuncia o economista André Roncaglia, sobre a ata do banco, em artigo
"Achei uma expressão impressionante da arrogância do BC de extrapolar sua competência, suas atribuições jurídicas”, disse o economista, sobre a ata do Copom que manteve juros abusivos de 13,75%