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Mulheres e jovens lideram crescimento do emprego com carteira assinada no Brasil

Brasil alcança 62,2 milhões de vagas e reforça compromisso do Governo Lula com a geração de emprego, renda e inclusão social

Mais emprego, mais oportunidades: RAIS mostra avanço do mercado de trabalho para jovens e mulheresFoto: Ricardo Giusti - PMPA

O mercado de trabalho brasileiro segue em franco crescimento. Números recentes da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS Mensal) confirmam a evolução da geração de emprego, renda e inclusão social, uma das prioridades do Governo do Lula. Dados divulgados nesta quarta-feira, 25, mostram que o país alcançou a marca histórica de 62,2 milhões de vínculos formais ativos em fevereiro de 2026, com forte inclusão de jovens e mulheres, significando um avanço de 3,6% em relação ao mesmo período do ano anterior, o que representa a criação de 2,17 milhões de novos postos de trabalho, registrando crescimento de 3,6% em relação ao mesmo período do ano passado.

Segundo o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, o crescimento do emprego formal não é apenas numérico, mas reflete um compromisso do governo com a inclusão social e a valorização da juventude.

“Um dado que chama a atenção é o crescimento do emprego para mulheres e, principalmente, para jovens. A RAIS mostra que a grande maioria dos empregos gerados está sendo preenchida por jovens de 18 a 24 anos, contrariando a percepção de que a juventude não demonstra interesse por emprego formal”, destaca.

Os números ratificam o sucesso das políticas de inclusão produtiva do governo Lula. A faixa etária de 18 a 24 anos foi a que registrou o maior avanço, com um acréscimo de 1,21 milhão de vínculos em 12 meses, representando uma alta de 18,9%. Isso demonstra que os jovens brasileiros estão, de fato, encontrando oportunidades e construindo seu futuro no mercado formal de trabalho, com carteira assinada e direitos garantidos.

Outro destaque fica por conta da participação feminina. O número de mulheres com emprego formal chegou a 28,6 milhões, um crescimento de 4,7% na comparação anual, superando o avanço registrado entre os homens (2,7%). Com isso, a participação das mulheres no total de vínculos formais subiu para 46,1%. A massa salarial das mulheres também cresceu 4,1% no acumulado do ano passado, mostrando que o governo não só gera emprego, mas também atua para reduzir a desigualdade de gênero no mercado de trabalho.

O bom momento empregatício também se reflete na renda do trabalhador. A remuneração média, entre janeiro e dezembro de 2025, subiu R$ 235,71 bilhões para R$ 240,69 bilhões, um aumento de 2,1%, aproximadamente R$ 4,98 bilhões. Isso significa mais dinheiro circulando na economia e mais qualidade de vida para as famílias brasileiras.

O setor de Serviços respondeu pela maior parcela da massa salarial, alcançando cerca de R$ 155,0 bilhões em dezembro de 2025, com remuneração média de aproximadamente R$ 4.986.

Crescimento regional

Ao se considerar o desenvolvimento por regiões, os maiores aumentos nos estoques de empregados foram registrados nas regiões Norte (4,16%), Nordeste (3,27%) e Centro-Oeste (2,70%).

Nas regiões Sul (2,10%) e Sudeste (1,62%), o crescimento ficou abaixo da média nacional, que foi de 2,29%.

Em valores absolutos, houve aumento de 1.394.633 empregos no acumulado de 2026, com maiores ampliações registradas em Minas Gerais (271.248) e São Paulo (148.483).

Fim da escala 6×1: avanço social para quem faz o Brasil funcionar

Enquanto os empregos seguem em expansão e a renda cresce, o Governo Lula está empenhado em melhorar ainda mais as condições de trabalho para as trabalhadoras e trabalhadores do país. Nesse contexto, ganha relevância a proposta que tramita no Senado para reduzir a jornada máxima semanal de 44 para 40 horas, sem redução salarial, e abrir caminho para a pôr fim a escala 6×1.

De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), 37,1 milhões de trabalhadores com carteira assinada cumprem jornadas superiores a 41 horas semanais. Isso representa aproximadamente 73,5% dos empregados celetistas do país.

Os números evidenciam que milhões de brasileiros ainda estão submetidos a rotinas exaustivas, com pouco tempo para convívio com a família, para o lazer, a qualificação profissional e cuidados com a saúde.