Com Lula, Suíça e EUA doam cerca de R$ 45 milhões para o Fundo Amazônia

Primeira contribuição imediata formalizada foi da Suíça com um total aproximado de R$ 30 milhões ao fundo; EUA já iniciaram doações com repasse de US$ 3 milhões

Site do PT

Gestão do Fundo da Amazônia é realizada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

O protagonismo do Brasil na pauta ambiental internacional está de volta. Com Lula, países como Suíça e Estados Unidos (EUA) sinalizaram doação de R$ 45 milhões para o Fundo Amazônia.

Nesta quarta-feira (4), a Suíça formalizou a contribuição imediata de aproximadamente R$ 30 milhões para o fundo. O evento aconteceu em Brasília.

A gestão do Fundo da Amazônia é realizada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Os EUA também iniciaram suas doações ao fundo com repasse de US$ 3 milhões (cerca de pouco mais de 15 milhões, pela cotação atual).

O governo suíço havia anunciado a adesão ao fundo em julho deste ano, durante um fórum de investimentos realizado em Brasília. Já a participação dos EUA era aguardada desde abril, quando o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou que o país pretende aplicar US$ 500 milhões no Fundo Amazônia nos próximos cinco anos.

Segundo o BNDES, os projetos já apoiados com recursos do fundo beneficiaram aproximadamente 241 mil pessoas com atividades produtivas sustentáveis, além de 101 terras indígenas na Amazônia e 196 unidades de conservação.

Política ambiental acertada

Para o secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento do PT, Saulo Dias, a formalização do repasse da Suíça é uma demonstração de uma política de diálogo, conscientização e de harmonia sobre o clima, incentivado e promovido pelo governo Lula.

“Hoje, o governo brasileiro liderado pelo nosso presidente Lula conscientiza os países ricos, que foram os que mais contribuíram para o aquecimento global. Eles, sim, precisam investir na preservação, nos países em desenvolvimento, justamente para que esses países consigam fazer uma transição energética, com menos prejuízo à questão climática. Isso é uma demonstração de que o Brasil voltou. E voltou para salvar o planeta”, afirmou o titular da SMAD-PT.

Saulo Dias relembrou ainda o negacionismo do governo passado e destacou a política ambiental acertada do governo Lula. “Nós passamos quatro anos no fundo do poço, com um presidente que não acreditava na ciência, que não fazia nenhum gesto para a preservação do meio ambiente, para a preservação da Amazônia, e hoje a nossa realidade é totalmente diferente. Hoje, com essa assinatura, é a concretização de que a política de preservação ao meio ambiente, a política internacional do governo do Brasil, hoje liderado pelo presidente Lula, é a mais acertada.”

O Fundo Amazônia

O Fundo Amazônia estava paralisado desde 2019 e foi reestabelecido pelo presidente Lula após inúmeros descasos e retrocessos no governo de Bolsonaro, que em nenhum momento promoveu iniciativas de proteção ambiental no país.

O fundo financia projetos de redução do desmatamento e fiscalização do bioma que está parado desde 2019. Ele é um instrumento de que recebe doações voluntárias destinadas à aplicação não reembolsável em ações de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento, de conservação e de uso sustentável da Amazônia Legal. Ele é coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) com a gestão do BNDES.

Com Lula, grupos foram recriados e há participação de representantes de dez ministérios e dos governos de estados da Amazônia Legal que possuam plano estadual de prevenção e combate ao desmatamento.

Investimentos do Reino Unido

Após um encontro do presidente Lula em maio deste ano, o primeiro-ministro do Reino Unido, Rishi Sunak, anunciou investimentos dos britânicos no Fundo Amazônia no valor de R$ 500 milhões. A contribuição de 80 milhões de libras, segundo Sunak, é resultado do reconhecimento ao trabalho realizado pelo governo do Lula em relação à preservação ambiental.

Da Redação

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