Diretório Nacional


Presidenta Nacional do PT

Gleisi Hoffmann

Paraná

Gleisi Helena Hoffmann nasceu em Curitiba, Paraná, em 6 de setembro de 1965. É casada com o ex-ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, e mãe de João Augusto e Gabriela Sofia. Gleisi iniciou sua caminhada política ainda na adolescência, participando de grêmios estudantis, e integrou a União Metropolitana dos Estudantes Secundaristas. Em 2018 foi eleita para uma cadeira na Câmara dos Deputados com 212.513 votos, terceira maior votação do Estado do Paraná.

Fez parte da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas e filiou-se em 1989 ao Partido dos Trabalhadores (PT). É formada em Direito e tem especialização em Gestão de Organizações Públicas e Administração Financeira.

Sua experiência profissional concentra-se na gestão pública e na vida política. Gleisi já foi secretária de Estado no Mato Grosso do Sul e secretária de Gestão Pública no município de Londrina, no Paraná. Também integrou, em 2002, a equipe de transição de governo do presidente Lula, ao lado da então ministra Dilma Rousseff.

Com a vitória de Lula à Presidência da República, em 2002, foi convidada ao cargo de Diretora Financeira da Itaipu Binacional, onde aprimorou os seus conhecimentos em gestão pública.

Gleisi Hoffmann implementou diferentes medidas de caráter estruturante na empresa. Introduziu o conceito de gestão integrada de todos os sistemas financeiros de Itaipu; promoveu a adoção do pregão eletrônico nos lados brasileiro e paraguaio; e, em todos os momentos, valorizou a economicidade e modicidade das tarifas.

Gleisi fortaleceu as relações com o lado paraguaio da administração, o que culminou com a inclusão – por Notas Reversais entre os dois países – dos aspectos de meio ambiente e de responsabilidade social no perfil da empresa.

Teve, assim, papel decisivo na ampliação da missão da Itaipu Binacional, que incorporou a seu papel de geradora de energia também a dimensão de importante propulsora de desenvolvimento econômico.

Durante esse período, contribuiu para o desenvolvimento de vários projetos de cunho social, como o Projeto Casa Abrigo de Foz do Iguaçu. Por iniciativa de Gleisi, a Itaipu Binacional em parceria com a ONG Casa Família Maria Porta do Céu, implementou a Casa Abrigo para mulheres e seus dependentes vítimas de violência doméstica e em risco de morte.

Ela também foi idealizadora de outros programas, como o Programa de Proteção à Criança e ao Adolescente (PPCA), cujo foco principal é apoiar as ações e articular a rede de proteção à criança e ao adolescente na região fronteira Brasil/Paraguai, combatendo a prostituição infantil.

Ainda sob a gestão de Gleisi foi criado o Programa Saúde na Fronteira, para integrar as ações de saúde, principalmente os aspectos preventivos como vacinação infantil entre os dois países.

Gleisi Hoffmann também coordenou o Programa de Pró-Equidade de Gênero e Raça em Itaipu Binacional, que tem o objetivo de promover a igualdade de oportunidade entre homens e mulheres no âmbito das organizações públicas e privadas, e eliminar todas as formas de discriminação no acesso, como remuneração, ascensão e permanência no emprego.

Em 2010, Gleisi Hoffmann tornou-se a primeira mulher eleita para ocupar uma vaga no Senado pelo Paraná, com mais de 3 milhões de votos. Em junho de 2011, a presidenta Dilma Rousseff convidou-a a assumir a chefia da Casa Civil da Presidência da República, função que desempenhou até fevereiro de 2014, quando, então, retornou para sua vaga no Senado Federal.

Os direitos das mulheres estão entre as prioridades do mandato de Gleisi Hoffmann no Senado. Entre as matérias apresentadas por ela estão a proposta que viabiliza a aposentadoria das donas de casa, a reserva de 50% das vagas nos parlamentos para as mulheres e a que assegura a abertura de processo contra agressores de mulheres, sem necessidade que a vítima preste queixa. Mas o projeto mais comentado de Gleisi, aprovado em 2013, é o que extinguiu o pagamento de 14º e 15º salários aos senadores e deputados federais.

Ao longo de 2016, Gleisi presidiu a Comissão de Assuntos Econômicos do Senado. Em fevereiro de 2017, foi eleita por unanimidade pela Bancada do PT para a função de líder dos senadores da legenda na Casa.

Em junho de 2017, foi eleita Presidenta Nacional do Partido dos Trabalhadores.

Presidente de Honra

Lula

Luiz Inácio Lula da Silva era um jovem operário quando os militares tomaram o poder no país, em 1964. Nos anos seguintes, trabalhando no coração da indústria brasileira, Lula iniciou seu aprendizado político pela ação sindical – numa época em que reivindicar salários e direitos podia dar em cadeia, tortura e morte. Liderando greves reprimidas pela ditadura, aprendeu que os trabalhadores precisavam também fazer política, ter seu próprio partido.

Desde a criação do PT, em 1980, a trajetória de Lula é bem conhecida. Construiu o maior partido de massas do país, disputou e perdeu três eleições presidenciais, desafiou o preconceito, os poderosos, os meios de comunicação, para tornar-se, em outubro de 2002, o primeiro trabalhador eleito presidente do Brasil, reeleito em 2006. Em oito anos de governo, provou que era possível mudar o destino do país.

Alberto Cantalice

Rio de Janeiro

Alberto Cantalice é filiado ao PT desde 1990 e foi presidente do Diretório Estadual do Rio de Janeiro por dois mandatos. De 2003 a 2015 esteve à frente da coordenação nacional das redes sociais do partido. Atuou desde 2015 como Secretário Nacional de Comunicação do PT,  integrando todo o movimento de comunicação institucional desenvolvido pelo partido. Atualmente, é vice-presidente e Adjunto da Secretaria Nacional de Comunicação.

Anne Karolyne Moura é Secretaria Nacional de Mulheres do PT. Ela cresceu na periferia de Manaus e se tornou, em 2013, a mais jovem secretária nacional de desenvolvimento econômico do partido, aos 26 anos. A manauara ingressou em enfermagem na Universidade do Estado do Amazonas e atuou em conferências para a construção de lideranças femininas aptas a disputar a presidência de grêmios estudantis e centros acadêmicos, além da reivindicação por direitos indígenas, quilombolas e ambientais.

Benedita da Silva

Rio de Janeiro

Benedita da Silva construiu sua vida pública envolvida nas lutas em favor das comunidades empobrecidas do Rio de Janeiro, sua cidade natal. Moradora do morro Chapéu Mangueira durante 57 anos, iniciou sua trajetória na Associação de Favelas do Estado do Rio de Janeiro.

Foi voluntária e alfabetizava adultos e jovens na favela do Chapéu Mangueira pelo método Paulo Freire. Nunca deixou de estudar e, aos 40 anos, concluiu os cursos de Serviço Social e de Estudos Sociais.

Em 1979, filiou-se com entusiasmo na criação do Partido dos Trabalhadores, pois via ali a oportunidade das mulheres, negras e pobres lutarem de forma organizada por direitos.

Em 1982, já articulada com os movimentos de mulher, negro e comunitário, foi eleita a primeira vereadora do PT e também a primeira mulher negra a ocupar uma cadeira na Câmara de Vereadores da cidade do Rio de Janeiro.

A eleição para deputada federal em 1986 foi o reconhecimento do trabalho em defesa da mulher, da igualdade racial, da trabalhadora doméstica, das minorias, dos direitos humanos e das comunidades faveladas. Assumiu o mandato, que também era constituinte, com a determinação de incluir na nova Constituição democrática os direitos desses segmentos discriminados.

Foi um luta árdua incluir os direitos das trabalhadoras domésticas, muitos dos atuais direitos da mulher e garantir o direito das mulheres presidiárias de permanecerem com os seus filhos durante a amamentação. Lutou pela igualdade racial, pela titulação das terras de quilombos, entre outras bandeiras. Foi suplente da Mesa Diretora da Câmara na Constituinte.

Benedita da Silva manteve a coerência em todos os mandatos e cargos que assumiu. Assim, foi na condição de vereadora, deputada federal, senadora, vice-governadora, governadora, ministra de Desenvolvimento Social do primeiro Governo de Lula, e secretária estadual de Assistência Social e Direitos Humanos do Rio de Janeiro.

Em 2002, quando governou o estado do Rio de Janeiro, numa decisão inédita, nomeou 20% de negros para o primeiro escalão. Implantou a lei cotas na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

Ao ser eleita novamente deputada federal, em 2010, foi escolhida para ser a relatora da Proposta de Emenda Constitucional que ampliou os direitos trabalhistas das trabalhadoras domésticas, uma categoria com cerca de 7 milhões de pessoas. Foi uma oportunidade que a honrou, pois essa é uma luta que ela vem travando desde o início de sua vida política.

Do movimento comunitário do Chapéu Mangueira aos mandatos políticos que exerceu e continuou exercendo, passando pelo engajamento em defesa da igualdade racial, dos direitos da mulher e da inclusão social e de uma trajetória que reflete as lutas de todos aqueles que são excluídos, e lutam por uma sociedade socialmente mais justa e democrática.

Camila Moreno

Minas Gerais

Camila Moreno é graduada em Letras pela Universidade de Brasília (UnB) e mestranda em Literatura pela mesma universidade. É filiada ao PT desde os seus 16 anos. No movimento estudantil foi Vice-presidenta da União Brasileira de Estudantes Secundaristas (2007 – 2009) e Diretora de Assistência Estudantil da União Nacional dos Estudantes (2011 – 2013). Foi Coordenadora Geral de Direitos Humanos do Ministério da Educação no Governo Dilma.

Cicero Balestro

Cicero Balestro

Rio Grande do Sul

Eric Souza Moura

Amazonas

É servidor público federal. Foi presidente da CUT-Cacaueira, dirigente da CUT-Bahia e coordenador da Troca de Informações de Trabalhadores sobre Multinacionais – Tie/Holanda. Ele foi também presidente do Diretório do PT de Ilhéus, vereador de Itabuna, candidato a vice-governador em 1998 e diretor-geral adjunto da CEPLAC durante o governo do ex-presidente Lula.

Gleide Andrade

Minas Gerais

Gleide Andrade é graduada em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG) e mestranda em Políticas Públicas pela Fundação Perseu Abramo (FPA). Foi coordenadora nacional da Campanha pela Reforma Política promovida pelo partido. Ex-secretária de Finanças do PT de Minas Gerais, ocupou cargos na administração democrática popular da prefeitura de Belo Horizonte (gestões Patrus Ananias e Fernando Pimentel). É ativista e militante do Partido dos Trabalhadores desde 1986.

Humberto Costa

Pernambuco

Nascido em Campinas (SP), Humberto Sérgio Costa Lima mudou-se com a família aos seis anos de idade para Recife (PE). Aos 17 anos, ingressou na Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e, após tornar-se médico, formou-se em Jornalismo.

Neste período de vida estudantil, o País vivia sob a ditadura militar, e Humberto aproximou-se definitivamente da política, atuando no movimento que criou o Partido dos Trabalhadores em Pernambuco.

Em 1990, elegeu-se deputado estadual e destacou-se por ter criado e presidido a Comissão de Direitos Humanos, além de dirigir a Comissão de Saúde. Quatro anos depois, elegeu-se deputado federal, sendo reconhecido pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) como um dos mais influentes do Congresso Nacional.

Em 1998, tentou uma cadeira no Senado Federal, sem sucesso. Dois anos depois, obteve o maior número de votos já alcançado por um vereador em Recife: 27.815 votos.

Convocado pelo então prefeito eleito do Recife, João Paulo (PT), no início de 2001, para assumir a Secretaria Municipal de Saúde, Humberto Costa criou programas como a Academia da Cidade, o SAMU, o Saúde Ambiental, Volta para Casa. Ainda ampliou outros, como o Saúde da Família. Todo esse trabalho mudou para sempre o perfil da assistência médica na capital pernambucana.

As realizações de Humberto, como é chamado pelos colegas parlamentares, chamaram a atenção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que o convidou a assumir o Ministério da Saúde no início do seu primeiro governo.

No Ministério, Humberto implantou programas como o Brasil Sorridente, a Farmácia Popular e o SAMU, levando o programa pernambucano para todo o Brasil.

Atingido injustamente por denúncias no período pré-eleitoral – que mais tarde foram esclarecidas, com a absolvição unânime dos 14 desembargadores do Tribunal Regional Federal de Pernambuco – Humberto Costa não foi eleito para o governo do estado em 2006.

Com a disputa definida no segundo turno, trabalhou para transferir mais de 1 milhão de votos que recebera no primeiro turno para o candidato vencedor – Eduardo Campos (PSB), de quem viria a ser o secretário das Cidades. No posto, criou o CNH Popular, que fornece gratuitamente carteiras de habilitação à população de baixa renda, e o Minha Casa Minha Vida, que, até o final de 2010, entregou mais de 20 mil novas moradias aos pernambucanos.

Além disso, o petista levou o premiado programa Academia das Cidades para todo o estado.

Ainda em 2010, candidatou-se ao Senado, em indicação aprovada por consenso no PT, e foi eleito o primeiro senador pela legenda por Pernambuco, com 38,8% dos votos válidos. Humberto Costa assumiu o mandato em fevereiro de 2011, já à frente da liderança do PT e do Bloco de Apoio ao Governo no Senado – indicação de consenso da bancada.

Em 2011, foi eleito o 13º parlamentar mais influente do Congresso Nacional e o mais influente de Pernambuco. Também recebeu o prêmio Congresso em Foco pela atuação na área da Saúde.

Em 2012, ele deixou a liderança e assumiu outras funções na Casa. A de maior destaque foi a relatoria do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar do Senado, que culminou na cassação do mandato de Demóstenes Torres (ex-DEM-GO). Entre os projetos apresentados por Humberto no Senado, destacam-se o de combate à pirataria de remédios e a criação da Lei de Responsabilidade Sanitária, que pretende garantir maior qualidade no atendimento prestado pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Também em 2012, foi indicado pelo PT para disputar a prefeitura de Recife, mas não foi eleito.

Atualmente, é líder da oposição no Senado Federal.

Ideli Savatti

Santa Catarina

Jilmar Tatto

São Paulo

Político brasileiro, filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT). Doutorando no Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo – USP. Foi Deputado Federal, Deputado Estadual e Secretário de Transporte do município de São Paulo.

Joaquim Soriano

Rio Grande do Sul

Formado em Engenharia Agronômica pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Foi presidente do Diretório Acadêmico. Cursou pós graduação em Desenvolvimento Agrícola pela FGV/RJ e em Ciência Política na UNICAMP. Participou dos momentos iniciais da fundação do PT no Rio de Janeiro. Na Executiva Nacional do PT foi secretário de Formação, de Organização e secretário Geral. Desde 2009 é diretor do Núcleo de Estudos Agrários e Desenvolvimento Rural do Ministério do Desenvolvimento Agrário.

Foi eleito deputado estadual pela primeira vez com uma votação de 26.740 votos. Este é o seu primeiro mandato na Assembleia Legislativa. José Carlos Nunes Da Silva nasceu em 5 de julho de 1961, em Vila Velha. É comerciário e foi presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT) por três mandatos.

José Nobre Guimarães é advogado e ocupa pela terceira vez consecutiva o cargo de Deputado Federal.

Foi  Líder da Bancada do PT na Câmara dos Deputados em 2013, conduzindo os 89 deputados federais na aprovação do programa Mais Médicos e do marco regulatório do setor portuário (MP dos Portos). Antes, coordenou a bancada do Nordeste, em 2012, e atuou como vice-líder do Governo Dilma Rousseff na Câmara, em 2011.

No seu primeiro mandato como deputado federal, entre 2007 e 2010, foi vice-líder da bancada do PT e, também nesta época, coordenou a Bancada do PT nas comissões de Finanças e Tributação da Câmara e Mista de Orçamento do Congresso Nacional.

Guimarães é um dos mais atuantes parlamentares na defesa do projeto petista e do crescimento do País e do Nordeste. Relatou projetos importantes na Câmara, como a Medida Provisória 527/11, que criou o Regime Diferenciado de Contratações (RDC), para as obras da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016, e teve papel decisivo na aprovação da Política de Valorização do Salário Mínimo.

A militância do deputado Guimarães, no entanto, não começou na Câmara dos Deputados. Sua estreia foi no Centro dos Estudantes Secundaristas do Ceará (CESC). Depois dirigiu o Centro Acadêmico Clóvis Beviláqua, do curso de Direito, da Universidade Federal do Ceará, onde se formou.

Guimarães tem uma trajetória de luta no movimento sindical e no Comitê Brasileiro pela Anistia. Como bancário, esteve na linha de frente da histórica greve de 1979. Teve também forte participação na Campanha pelas Diretas Já, no Ceará, em 1983.

Filiou-se ao PT em 1985 e, no mesmo ano, coordenou a campanha vitoriosa de Maria Luiza à prefeitura de Fortaleza. Presidiu o PT cearense de 1991 a 2000 e coordenou as campanhas de Lula em 1989 e 2002.

Assumiu o mandato de deputado estadual em 2000 e foi reeleito em 2002. Na Assembleia Legislativa do Ceará, Guimarães participou das principais comissões da Casa e foi o relator-geral do Orçamento do estado em 2004.

José Guimarães chegou à Câmara dos Deputados em 2006, com o respaldo de ter sido o deputado federal mais votado do PT do Ceará. Em 2010, foi o segundo deputado federal mais votado no seu estado e o mais votado do PT, com 210,3 mil votos distribuídos por todos os 184 municípios cearenses.

Em 2014, Guimarães alcançou a marca de segundo deputado mais votado em todo território nacional,  reeleito com o voto e apoio de 209.032 cearenses. e ficou entre os 30 mais sufragados em todo País.

Juares Barroso Ferreira

Juares Barroso Ferreira

Rio de Janeiro

Juliana Cardoso

São Paulo

Juliana Cardoso nasceu em Sapopemba, bairro da periferia de São Paulo, onde iniciou sua militância. Desenvolve um extenso trabalho voltado à defesa dos direitos da criança, do adolescente e da juventude, à saúde, à moradia e aos Direitos Humanos. Foi eleita por duas vezes vereadora em São Paulo, atuando com os movimentos sociais e populares da cidade.

Karine Batisti Collelo

Karine Batisti Collelo

Santa Catarina
Kátia Liana Moares Guimarães

Kátia Liana Moares Guimarães

Mato Grosso do Sul
Lourival Casula Filho

Lourival Casula Filho

Rio de Janeiro
Luana de Lima Souza

Luana de Lima Souza

Minas Gerais

Ludmilla Lima Barreto, 34 anos, especialista em compliance e controladoria e formação profissionalizante na área de comunicação, marketing político e redes sociais.

Foi presidente da 1ª zonal do PT em Goiânia, membro do Diretório Municipal do PT Goiânia e Secretária de Comunicação da executiva do PT em Goiás. Atuou como chefe de gabinete da atual deputada estadual por Goiás, Adriana Accorsi, conselheira municipal dos direitos das Mulheres na vaga dos movimentos sociais em Goiânia e coordenadora nacional do Coletivo de Movimento Estudantil da CNB (Paratodos).

Assessora política da Secretaria Nacional de Juventude do PT por 3 anos e atual assessora política da Secretaria Nacional de Mulheres do PT.

Luiz Dulci

Minas Gerais

Luiz Dulci foi ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República durante os oito anos de governo Lula. Atualmente, como diretor do Instituto Lula, é responsável pela Iniciativa América Latina. Mineiro de Santos Dumont, é um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores, membro de sua primeira Executiva Nacional e um dos responsáveis pelo manifesto de Fundação e o Programa do partido. Fez parte da primeira bancada de deputados federais do PT (1983-1987) e presidiu a Comissão de Trabalho e Legislação Social da Câmara dos Deputados. Foi Secretário de Governo na prefeitura de Belo Horizonte na gestão de Patrus Ananias e Secretário de Cultura do prefeito Célio de Castro. Presidiu a Fundação Perseu Abramo (1996-2003), foi um dos coordenadores da campanha de 2002 e vice-presidente e Secretário-Geral do PT.

 

Luizianne de Oliveira Lins, cearense de Fortaleza, nasceu em 18 de novembro de 1968. Jornalista e professora universitária, é filha de mãe professora e pai militar. Cresceu na Capital, bairro da Maraponga, e possui três irmãos e um filho.

Deputada Federal pelo Partido dos Trabalhadores (PT), eleita para a legislatura 2015/2019, foi prefeita de Fortaleza por duas gestões (2005/2012). Ocupa, desde 2015, a relatoria da Comissão de Combate à Violência contra a Mulher do Congresso Nacional.

Na Câmara, criou a Frente Parlamentar Mista em Defesa das Políticas Públicas de Juventude e é membro das comissões de Desenvolvimento Urbano, Turismo, Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência, Comissão de Turismo e Comissão de Cultura.

Pelo Partido dos Trabalhadores, foi vereadora de Fortaleza (1996/2002) e deputada estadual (2002/ 2004). Jornalista formada pela Universidade Federal do Ceará (UFC), é professora concursada do mesmo curso desde 1995, hoje licenciada.

Iniciou sua militância política nos corredores da UFC, no movimento estudantil. Foi presidente do Centro Acadêmico de Comunicação Social da UFC (1989/1990) e presidente do Diretório Central dos Estudantes da UFC (1991/1992). Em 1993, foi diretora da União Nacional dos Estudantes (UNE).

Filiada ao Partido dos Trabalhadores desde 1989, foi secretária estadual de Juventude (1992/1994), secretária estadual de Mulheres (1995/1997), presidente do PT Fortaleza (1999/2001) e presidente do Diretório Estadual (2010/2013).

Foi ainda servidora pública da Empresa Municipal de Limpeza e Urbanização de Fortaleza (1988/ 1998) e trabalhou como pesquisadora, supervisora e vice-coordenadora do Instituto de Pesquisas Datafolha. Foi conselheira fiscal do BNDES (2013/2014).

Marcio Macedo

Sergipe

Márcio Costa Macêdo é biólogo pela Universidade Federal do Sergipe. Foi eleito deputado federal nas eleições de 2010. Ele ocupou o cargo de presidente dos Diretórios Municipal de Aracaju e Estadual de Sergipe do PT. Foi ainda secretário municipal de Participação popular de Aracaju e superintendente do Ibama em Sergipe. Entre 2007 e 2010 foi secretário do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do estado de Sergipe na gestão do então governador Marcelo Déda. Em 2015 foi escolhido para ocupar o cargo de tesoureiro do PT.

Maria do Rosário

Rio Grande do Sul

Maria do Rosário Nunes nasceu em Veranópolis, cidade da região nordeste do Rio Grande do Sul. Pedagoga formada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), mestre em Educação e Violência Infantil e doutoranda em Ciência Política pela mesma universidade.

Começou a militância no movimento estudantil secundarista, em Porto Alegre (RS), e foi como professora da rede pública municipal e estadual que obteve notoriedade no movimento sindical. Eleita vereadora da capital gaúcha por dois mandatos, Rosário presidiu as comissões de Educação e de Direitos Humanos e também foi líder do PT e do governo municipal na Câmara Municipal.

Filiada ao PT desde 1994, foi eleita deputada estadual em 1998 e presidiu a Comissão de Cidadania e Direitos Humanos na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul em 1998.

Em 2002, elegeu-se deputada federal, sendo reeleita em 2006, 2010 e 2014. Na Câmara Federal, foi relatora da CPI Mista que investigou as redes de exploração sexual de crianças e adolescentes e presidiu a Comissão de Educação e a Comissão Especial da Lei Nacional de Adoção. Também foi coordenadora da Frente Parlamentar de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente.

Maria do Rosário coordenou ainda o programa de governo nas áreas de Direitos Humanos, Educação e Políticas para as Mulheres na primeira eleição presidencial de Dilma Rousseff (2010).

Em 2011, licenciou-se do mandato para assumir a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, sendo a primeira mulher a ocupar a pasta.

Como ministra de Direitos Humanos teve atuação de destaque na afirmação de direitos para todas as pessoas, trabalhando sempre com os temas Memória e Verdade, Pessoas com Deficiência, Idosos, Diversidade Religiosa, LGBT, Crianças e Adolescentes, Igualdade Racial, entre tantos outros. Nesse período integrou e presidiu diversos conselhos nacionais.

Mariana Janeiro

São Paulo

Mariana Janeiro é Especialista em Comunicação, Filosofia e Semiótica. Líder feminista em Jundiaí (SP) e região. Militante a ativista negra, feminista e materna. Foi candidata a Deputada Federal por São Paulo nas Eleições de 2018.

Fundadora da frente feminista “Quem Calou Petronilha?” (2016). Fundadora da Rede Valentes (2018), Delegada nacional na IV Conferência de Políticas Públicas para as Mulheres (2016), delegada estadual na I Conferência Estadual de Saúde das Mulheres (2017), delegada estadual da 8ª Conferência Estadual da Saúde (2019).

Aos 28 anos, atualmente está Secretária Nacional de Mobilização do PT e Vice-Presidenta do PT de Jundiaí.

Markus Sokol

São Paulo

Markus Sokol é economista e dedicou-se à organização independente dos trabalhadores; participou da construção da Oposição Metalúrgica de SP; foi delegado no Congresso de Fundação da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e organizou as campanhas pela Ratificação da Convenção 138 da OIT (proibição do trabalho infantil) e contra a Alca.

No PT desde a fundação, organizou o Diretório Municipal de São Paulo e foi secretário de Comunicação da campanha de Lula à Presidência da República, em 1994. Participou também da delegação ao Haiti pela retirada das tropas brasileiras da Minustah, em 2008.

Misiara Oliveira

Rio Grande do Sul

Misiara Oliveira é publicitária, foi vereadora e secretária de município em Santa Maria/RS no período de 2000/2007. Foi chefe de gabinete das Secretarias de Educação Especial – SEESP e Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão – SECADI do MEC, no período de 2007/2012. Compôs a Operativa da Frente Brasil Popular/RS no período de 2016/2017. Foi Secretária de Formação Política do PT do RS no período de 2017/2018 e Secretária de Mulheres do PT RS no período de 2017/2019. É militante do PT de Porto Alegre e atualmente Coordena a Comunicação da Bancada do PT na Câmara dos Deputados.

Moara Correia Saboia

Minas Gerais

Moara Correia Saboia é natural do Recife (PE) e é engajada desde a adolescência em coletivos feministas e no movimento negro. Estudante cotista de Engenharia Civil da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e vice-presidenta da União Nacional dos Estudantes (UNE), sua experiência impulsionou sua trajetória no movimento estudantil.

Mônica Valente

São Paulo

Mônica Valente é  psicóloga e foi presidenta do Sindicato dos Trabalhadores Públicos da Saúde no Estado de São Paulo (Sindsaúde-SP) e vice-presidenta da Central Única dos Trabalhadores (CUT). Entre 2001 e 2002 foi chefe de gabinete da prefeitura petista de Marta Suplicy na cidade de São Paulo e, entre 2002 e 2004, secretária de Administração e Gestão Pública. Ela atuou também como assessora técnica Legislativa na área da Saúde na Assembleia Legislativa de São Paulo.

Natália de Sena Alves

Natália de Sena Alves

Rio Grande do Norte

Odair Cunha

Minas Gerais

Odair Cunha (MG)

Odair Cunha tem 41 anos, é formado em Direito e deputado federal pelo Partido dos Trabalhadores de Minas Gerais. Viveu sua infância e adolescência no Sul de Minas, no município de Boa Esperança. Iniciou sua militância política em 1999 e foi eleito deputado federal pela primeira vez em 2002. Desde então dedica-se a trabalhar pelo desenvolvimento dos municípios mineiros, assim como por mais inclusão social e oportunidade para todos.

A sua trajetória política é marcada por uma expressiva ascensão, fruto do reconhecimento pelo trabalho que desempenhou em Minas Gerais nos 12 anos de parlamento, período no qual ocupou importante funções. Atuou como Terceiro-Secretário da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados; foi vice-líder do Governo na Câmara e no Congresso Nacional; presidente da Comissão Especial destinada a debater a gestão do Funcafé; membro titular das Comissões Especiais da Reforma Tributária e de Políticas Públicas para a Juventude, relator da Medida Provisória que criou o Programa Bolsa Família, entre outras atribuições.

Em 2013, Odair Cunha foi eleito presidente estadual do Partido dos Trabalhadores. No ano seguinte, teve a importante missão de ser um dos coordenadores da campanha vitoriosa de Fernando Pimentel ao Governo de Minas Gerais. Momento também em que Odair Cunha foi reeleito para o 4° mandato de deputado federal, com 201.782 votos, sendo o segundo deputado mais votado pelo partido no estado e quarto mais votado de Minas Gerais.

Em 2015, a convite do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, Odair se licenciou da Câmara dos Deputados para assumir a Secretaria de Estado de Governo (Segov), uma das mais importantes secretarias da administração estadual. Odair foi titular da pasta até o início de abril de 2018.

Como secretário, Odair Cunha foi responsável por articular e coordenar a ação política do Governo com prefeitos, Assembleia Legislativa e Congresso Nacional, além de participar efetivamente, junto ao governador Fernando Pimentel, da tomada de importantes decisões que envolvem o funcionalismo público e órgãos do Estado. Odair fez parte do Conselho Técnico-Administrativo da Empresa de Assistência e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (EMATER), do Conselho Curador da Fundação João Pinheiro (FJP), da Câmara de Orçamento e Finanças, além de participar de Comissões.

Ao lado do governador Fernando Pimentel, Odair atuou em diversas conquistas e avanços para o estado, como: a criação dos Fóruns Regionais de Governo; criação do SAMU Macro Sul; implantação do primeiro curso de Medicina da UEMG; aumento do efetivo das polícias civil e militar; entre outras.

O deputado federal Paulo Fernando dos Santos, conhecido como Paulão, é ex-presidente  da CUT,  do Sindicato dos   Urbanitários,  ex–vereador  por  Maceió e deputado estadual por três mandatos consecutivos.

Paulo Pimenta

Rio Grande do Sul

Pimenta é jornalista e técnico agrícola formado pela UFSM. É o deputado federal mais votado do PT/RS na Câmara Federal, pela segunda vez consecutiva.

Pimenta iniciou sua trajetória no Movimento Estudantil, na luta pela redemocratização do País. Em 1985, Pimenta assumiu a presidência do DCE da UFSM, e no ano seguinte foi vice-presidente da União Estadual de Estudantes do Rio Grande do Sul – UEE/RS.

Foi eleito vereador em Santa Maria em 1988 e reeleito em 1992. Chegou à Assembleia Legislativa do RS em 1998. Vice-prefeito de Santa Maria de 2000 a 2002, Pimenta foi eleito deputado federal em sua primeira disputa para a Câmara e no mesmo ano em que os brasileiros elegeram Lula Presidente para dar início à transformação do Brasil em um país mais justo.

Foi reeleito em 2006, 2010 e 2014. No Governo da Presidenta Dilma Rousseff, entre 2012 e 2013, foi Presidente da Comissão Mista de Orçamento, a mais importante do Congresso Nacional.

Na Câmara Federal, Pimenta foi também Presidente da CPI do Tráfico de Armas; relator da CPI da Violência Urbana no Brasil; Presidente da Comissão de Legislação Participativa; e coordenador da Bancada Gaúcha do Congresso Nacional.

Em pesquisa realizada no Congresso, Pimenta obteve nota máxima entre os parlamentares que melhor utilizam as redes sociais para prestar de contas do seu mandato à sociedade brasileira.

Iniciou em 2015 o seu quarto mandato na Câmara dos Deputados.

Paulo Teixeira

São Paulo

Paulo Teixeira é graduado pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP). Foi eleito deputado estadual em 1994 e 1998. Exerceu os cargos de Secretário Municipal de Habitação e Desenvolvimento Urbano do Município de São Paulo (2001-2004) e Diretor-Presidente da Companhia Metropolitana de Habitação de São Paulo – COHAB (2003-2004). Em 2004 foi eleito vereador da cidade de São Paulo. Desde 2007 exerce o mandato de deputado federal, eleito consecutivamente em 2006 e 2010. Na Câmara dos Deputados, foi líder do PT na casa em 2011.

Professora Rosa Neide

Mato Grosso

Baiana do Município de Amargosa, Rosa Neide Sandes de Almeida é professora, formada em pedagogia e Mestre em Educação pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Desde 1980 atuou como professora da Educação Básica e partir de 1992 como professora do nível superior, com foco nas Didáticas de Ensino. De 2007 a 2010 ocupou o cargo de secretária Adjunta de Políticas Educacionais. Exerceu no período de 2010 a 2011 o cargo de secretária de Estado de Educação de Mato Grosso. E reassumiu o cargo de secretária de Educação entre 2013 e 2014. Rosa Neide exerce, de 2010, a presidência do Fórum Estadual de Educação.

Raul Pont

Raul Pont

Rio Grande do Sul

Reginaldo Lopes

Minas Gerais

Reginaldo Lázaro de Oliveira Lopes, nascido no dia 2 de abril de 1973, em Bom Sucesso, Minas Gerais. Filho de trabalhadores rurais é o quarto em uma família de sete irmãos.

Economista, pós-graduado em Gestão de Pequenas e Microempresas pela Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), atualmente Reginaldo Lopes exerce o cargo de deputado federal pelo quarto mandato consecutivo. Foi reeleito em 2014 com mais de 310 mil votos, a maior votação de federal em Minas Gerais e a maior do PT em todo o país.

Presidiu o Partido dos Trabalhadores do Estado de Minas Gerais (PT-MG) por dois mandatos.

Na Câmara, liderou importantes iniciativas, sendo autor e presidente de inovadoras comissões parlamentares: Políticas Públicas para a Juventude, Enfrentamento ao Crack e outras drogas e Reforma do Ensino Médio. Foi relator do Novo Fies.

É autor da Lei de Acesso à Informação, sancionada pela Presidenta Dilma, que representa uma das maiores conquistas do país na luta contra a corrupção, e da Lei do Preço Mínimo do Leite, fundamental para a melhoria da vida no campo.

Nesta legislatura (2015-2019), Reginaldo Lopes pretende dedicar atenção especial aos idosos e avançar nas Políticas de planejamento para o envelhecimento populacional do Brasil.

Lutar pelo fim do extermínio da população jovem negra e pobre, e trabalhar pelo avanço do Brasil no rumo de uma nova sociedade do conhecimento, baseada na inovação tecnológica.

Renato Simões

São Paulo

Renato Simões foi Secretário Nacional de Movimentos Populares e Políticas Setoriais do PT.  Trabalhou como Secretário de Governo na Prefeitura de Campinas e foi Assessor Especial para Participação Social na Secretaria-Geral da Presidência da República e na Secretaria ade Governo. É natural de Campinas, onde iniciou sua militância na Pastoral da Juventude, nas CEBs – Comunidades Eclesiais de Base e na Pastoral Operária. Formado em Filosofia na PUCCAMP, fez pós-graduação em Direitos Humanos na Faculdade de Direito da USP, no Largo São Francisco. Como deputado estadual por três mandatos, de 1995 a 2007, criou a Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de São Paulo, que presidiu por 10 anos, e instituiu o Prêmio Santo Dias de Direitos Humanos. Foi vice-presidente da Comissão de Finanças e Orçamento da Assembleia e líder da bancada do PT. Também Presidiu o PT Campinas e foi Secretário Estadual de Formação Política do partido.

Romênio Pereira

Minas Gerais

Romênio Pereira é um dos fundadores do PT,  tendo iniciado sua trajetória política na luta sindical, no início dos anos 1980. O atual cargo lhe impõe a responsabilidade de coordenar, em sintonia com a Presidência Nacional do PT, o conjunto da atividade partidária nacional, articulando os organismos e instâncias nacionais do partido, relacionando e unificando o leque de tarefas das secretarias e setoriais nacionais. Romênio tem se dedicado a também representar o partido em importantes agendas internacionais com partidos de esquerda da América Latina, Europa e Ásia.

Rui Falcão

São Paulo

Mineiro de Pitangui, Rui Goethe da Costa Falcão retorna à Câmara dos Deputados, após 18 anos, com uma votação expressiva, sendo o mais votado entre os deputados eleitos pelo PT paulista, com 158.389 votos. Jornalista e advogado, Rui Falcão tem sua trajetória pautada em várias frentes de batalhas. No parlamento, exerceu quatro mandatos como deputado estadual na Assembleia Legislativa do estado de São Paulo e em 2000 assumiu uma cadeira na Câmara dos Deputados ao ser eleito como deputado federal, mas se licenciou do cargo para assumir a Secretaria de Governo da cidade de São Paulo, na administração de Marta Suplicy. Filiado ao PT desde 1982, presidiu o Diretório Municipal do partido em São Paulo entre os anos de 1989 e 1992. Exerceu o cargo de presidente do Diretório Nacional do PT em 1994.

Em 2011, o partido o escolheu para substituir o presidente do PT, José Eduardo Dutra que havia se afastado do cargo por motivo de saúde. Em 2013 foi eleito presidente Nacional do PT, função que exerceu até junho de 2017. Rui Falcão exerceu também o cargo de secretário de Governo da cidade de São Paulo e coordenou a campanha de Dilma Rousseff à presidência da República em 2010.

Sara Prado

Bahia

Sara Prado é natural de Feira de Santana (BA) e filiou-se ao Partido dos Trabalhadores em 2011.

Sheila Oliveira

Sheila Oliveira

Pernambuco

Sonia Braga é de Fortaleza, fundadora do PT, ocupou diversos cargos na direção do PT no Ceará, onde foi Presidenta Estadual. Formada em gestão pública, foi diretora do Instituto Agropolos do Ceará. Comprometida com a luta de várias comunidades, milita na defesa da agricultura familiar e na área de habitação, principalmente no Bairro do Pirambu.

Teresa Leitão

Pernambuco

Olindense, professora e deputada estadual por quatro mandatos. Na Assembleia Legislativa, é presidenta da Comissão de Educação e Cultura e membro da CCLJ.

Vilson Oliveira

São Paulo

Vilson Oliveira foi Secretário Nacional de Assuntos Institucionais e diretor de promoção de direitos humanos da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República-SDH/PR, e assessor especial da Ministra da SDH/PR Maria do Rosário. Também atuou como dirigente Zonal, Municipal e Estadual do PT de São Paulo, onde foi Secretário Estadual de Assuntos Institucionais, Secretário Geral e Secretário de Formação no diretório estadual. Também atuou nas administrações petistas de Luiza Erundina e Marta Suplicy, na capital paulista. No Legislativo, foi assessor na Câmara Municipal, Assembleia Legislativa de São Paulo e na Câmara Federal, com o deputado Arlindo Chinaglia.

Vitor Quarenta

Vitor Quarenta

São Paulo

Washington Quaquá

Rio de Janeiro

Washington Luiz Cardoso Siqueira, conhecido como Washington Quaquá, é nascido em São Gonçalo (RJ). Ele ingressou no PT aos 14 anos de idade, em 1985, integrando a direção estadual a partir de 1990. Elegeu-se prefeito de Maricá pelo PT em 2008 e reeleito em 2012, fazendo com que o município fosse o primeiro no Brasil com mais de 100 mil habitantes a adotar um programa de transporte público gratuito. É presidente do PT no Estado do Rio de Janeiro.