Com dolarização dos combustíveis, Bolsonaro perdeu para inflação
Governo não consegue domar a alta de preços, agravada pela política suicida de paridade do dólar para as tarifas de combustíveis
Governo não consegue domar a alta de preços, agravada pela política suicida de paridade do dólar para as tarifas de combustíveis
Programas criados pelo Partido dos Trabalhadores (PT) tiveram significativa redução de orçamento no governo de Bolsonaro, que não pensa na população
Em maio, o salário médio de contratação em empregos com carteira assinada voltou a cair, acumulando queda de 5,6% em um ano, segundo dados da Confederação Nacional do Comercio de Bens, Serviços e Turismo (CNC)
“Governo ficará marcado como pior para servidores e serviços públicos”, dizem dirigentes da Condsef. “Esse desprezo é meio perverso”, arremata Gleisi Hoffmann
Com aumento de 0,67%, IPCA registra maior alta no mês desde 2018, quando índice bateu 1,26%. Cada vez mais brasileiros parcelam comida no cartão. “A crise é enorme”, alerta o senador Paulo Paim (PT-RS)
Usuários reclamam que valor somente de ida cobrado hoje, era o preço que se pagava para ida e volta
61 milhões de brasileiros sofrem com insegurança alimentar. "É vergonhoso ver o Brasil voltar ao Mapa da Fome. Foi um grande trabalho da sociedade brasileira para tirarmos o país desse índice”, lamenta Lula
Presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas volta a criticar a dolarização do combustível. Ele representa mais de um terço dos custos totais das companhias
Graças à incompetência e irresponsabilidade de Bolsonaro, explicou Lopes, a inflação explodiu, prejudicando a classe média e os trabalhadores., denuncia o deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG)
Descontrole econômico sob o desgoverno Bolsonaro muda hábitos de consumo da população. Quantidade de produtos nos carrinhos cai e povo troca refeição por lanche
Povo paga em média R$ 40,64 por uma refeição completa. O popular PF custa R$ 31 e o quilo à la carte chega a R$ 65, aponta Pesquisa da Associação Brasileira das Empresas de Benefícios ao Trabalhador (ABBT)
Com taxa de 11,7% em 12 meses até maio, Brasil está atrás apenas de Turquia, Argentina e Rússia. Fatores externos são agravados pela desvalorização do real e pela desconfiança de investidores