Infraestrutura

Guedes se diz frustrado porque o entreguismo desejado não aconteceu, apesar da promessa

Governo Bolsonaro mantém ataques ao patrimônio público e promete vender até o final de 2021 pelo menos quatro empresas estatais: Correios, Eletrobrás, Porto de Santos e PPSA. Enquanto isso, os militares, que reclamam – constrangidos – do papel do presidente, continuam calados sobre os crimes lesa-pátria praticados pelo Planalto. Eletrobrás é estratégica para o país e não pode estar a serviço de empresas estrangeiras, como o apagão do Amapá demonstra

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AEPET alerta: reestatização de gasodutos do Sudeste se impõe em nome do interesse público

“A venda da NTS pode ser equiparada ao crime de receptação”, denuncia a Associação de Engenheiros da Petrobrás. “Um bem público foi subtraído do patrimônio nacional de forma ilegal, sem licitação e violando a própria lei de privatizações, e vai gerar prejuízo para a estatal”. A rede de tubulações que interliga São Paulo, Minas e Rio foi vendida no governo Temer por Pedro Parente por US$ 5,1 bilhões. O dinheiro será devolvido ao comprador em 4 anos na forma de aluguel das linhas de transporte de gás pela própria petroleira, que segue sendo desmanchada criminosamente por Jair Bolsonaro

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Petrobrás dá prejuízo bilionário, mas distribui lucros para acionistas. Só não para União

Enquanto Bolsonaro oferece refinarias para petroleiras estrangeiras na bacia das almas – como um fantoche de Donald Trump –, diretoria da estatal decide distribuir dividendos aos acionistas, mesmo com prejuízo. A justificativa é garantir dinheiro aos minoritários, mas não à União. “Mais um crime contra o povo brasileiro”, critica Gleisi. Empresa construída ao longo de 60 anos está sendo destruída paulatinamente por Paulo Guedes

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Petrobrás inova e, depois de lesar o país, agora quer ter o mesmo status de embaixada na Justiça

Para esconder entreguismo e como violou os interesses nacionais ao celebrar acordos com o governo dos EUA, estatal pede ao STF o mesmo tratamento dispensado pelo Judiciário às representações estrangeiras, imunes às decisões judiciais nacionais. Caso está na mão do ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato. Gleisi critica: “A Petrobras é empresa do Estado brasileiro”

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