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Em plena pandemia, “reforma administrativa” do governo investe para atacar serviços públicos

Em plena pandemia, “reforma administrativa” do governo investe para atacar serviços públicos

Prioridade do governo, proposta corta salário e estabilidade dos servidores e dá poder absolutista para presidente, governadores e prefeitos fecharem empresas, autarquias e institutos, sem o aval do Legislativo. O fim da estabilidade e os cortes salariais afetam não apenas o bolso do servidor, mas a qualidade do atendimento ao público", denuncia o diretor da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef/Fenadsef) e da CUT, Pedro Armengol

A serviço dos bancos, Guedes quer aumentar o saque ao Estado e ao povo

A serviço dos bancos, Guedes quer aumentar o saque ao Estado e ao povo

 De acordo com o ministro Paulo Guedes, que voltou a ser chamado de "Posto Ipiranga" por Bolsonaro, o governo está examinando como reduzir a tributação do setor elétrico e do combustível. "O peso do estado é muito grande. A orientação do presidente desde o início é vamos desonerar, reduzir, simplificar, tirar o Estado do povo", como registrou o Ministério da Economia em seu perfil de Twitter, depois retirado do ar

Desmonte de banco de dados de assistência social fecha a porta para os pobres

Desmonte de banco de dados de assistência social fecha a porta para os pobres

A destruição do SUAS e do Cadúnico já avançava a passos largos, segundo Tereza Campello, ex-ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome no Governo Dilma. "O governo Bolsonaro em 2020 cortou 67% dos recursos de serviços socioassistenciais do SUAS, desidratou os valores repassados aos Estados e Municípios para a gestão do cadastro, e aproveitou o App do Auxílio Emergencial para sucatear o Cadastro e usar um sistema paralelo", denuncia. " A gestão Bolsonaro vem negociando com Big Techs, como Google e Facebook, para que se tornem os gestores deste novo sistema/aplicativo desumanizado", alerta

Senado libera venda de terras a estrangeiros. PT votou contra

Senado libera venda de terras a estrangeiros. PT votou contra

“Esse projeto vai acabar definitivamente com a capacidade que o Brasil tem de fazer redistribuição de riqueza a partir de assentamentos, da reforma agrária e outras formas de aumentar a produção de alimento para consumo da população brasileira, e garantir comida a preço justo na mesa do trabalhador, na mesa do povo brasileiro”, alerta Rogério Carvalho, líder do PT no Senado