Lula: “Educação e a sociedade que queremos”
A íntegra do discurso do ex-presidente da República no webinário com a participação do Prêmio Nobel da Paz, Kailash Satyarthy, e autoridades globais no ensino.
A íntegra do discurso do ex-presidente da República no webinário com a participação do Prêmio Nobel da Paz, Kailash Satyarthy, e autoridades globais no ensino.
Em seminário transmitido pela internet, realizado em parceria com as Nações Unidas, o ex-presidente da República diz que as sociedades precisam definir que mundo vamos querer depois da pandemia. “Depende de nós acender a luz nas trevas”, lembrou. O evento “Educação e as Sociedades que Queremos” contou com outros convidados eminentes, como o Nobel da Paz Kailash Satyarthi. “O atual governo de meu país é inimigo declarado da ciência, da cultura, da própria educação”, lamentou
Responsável por devastação das florestas tropicais e do pantanal desde 2019, Planalto agora usa redução de 83% no desmatamento entre 2004 e 2012 para se defender de críticas. Na semana passada, França suspendeu negociações do acordo entre Mercosul e União Europeia com base em um relatório com dados sobre impacto do desmatamento na Amazônia Legal. Medidas de preservação nas administrações do PT eram consideradas pelas ONU uma contribuição “sem precedentes” na diminuição do aquecimento global e um exemplo para o mundo
Bancada do PT no Senado fez duras críticas a postura subserviente do Brasil nas relações com os EUA na gestão Bolsonaro e a abertura para que o secretário de Estado, Mike Pompeo, visitasse e proferisse ameaças a Venezuela em solo brasileiro. Líder do PT, Rogério Carvalho, classificou como “patético” o discurso proferido por Bolsonaro na Assembleia Geral da ONU
A relatora da ONU para o Direito à Educação, Koumbou Boly Barry, afirmou ao convidar o ex-presidente que “a experiência do Brasil na educação interessa ao mundo”, e que Lula foi um presidente “que tanto colaborou e colabora para o progresso mundial, fortalecendo laços entre povos”
Roteiro de fake news apresentado por líder de extrema direita na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas repercute negativamente no país e na imprensa internacional. Contradições e inverdades sobre meio ambiente e crise sanitária foram apontadas por veículos como 'CNN', 'Guardian', ‘Bloomberg’ e ‘Reuters’. Segundo a ‘CNN’, o presidente tratou a pandemia e o aquecimento global com a mesma resposta: "negação, acusações e gestos ineficazes”. Para o 'Guardian', Bolsonaro e Donald Trump usaram seus espaços na Assembleia da ONU "para desviar a atenção de sua resposta à pandemia”. No Brasil, organizações da sociedade cvil também repudiaram discurso de Bolsonaro
A mitomania do presidente Jair Bolsonaro atingiu níveis alarmantes no tradicional discurso proferido durante a abertura da 75ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Agressivo com os países que lhe cobram responsabilidade ambiental, culpou índios e caboclos pelas queimadas e inflou os valores do auxílio emergencial em 23%. E responsabilizou covardemente os governadores pela crise
Com objetivo de inviabilizar as eleições legislativas na Venezuela, visita do secretário de Estado norte-americano a Roraima foi repudiada pelo PT, pelo presidente da Câmara e por ex-chanceleres brasileiros. "É um absurdo que esse monitoramento esteja sendo admitido, transformando o Brasil num quintal americano. Queremos uma relação com os EUA com independência”, criticou o senador Jaques Wagner (PT-BA). Bancada do PT decidiu obstruir sessões da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CRE) para sabatinar indicados às embaixadas brasileiras no exterior. Ministro das Relações Exteriores deverá apresentar explicações sobre visita de Mike Pompeo nesta quinta-feira (24), no Senado
Deputado afirma que a atual política externa brasileira, de alinhamento automático aos interesses dos Estados Unidos, “vem adquirindo contornos preocupantes para a afirmação da soberania e dos interesses nacionais”, e que, por isso, a “visita” do Secretário de Estado dos Estados Unidos precisa ser devidamente explicada
Enquanto o mundo passa de 30 milhões de casos e caminha para registrar 1 milhão de mortes, Alemanha, Espanha, França, Reino Unido, Holanda e outros países precisam se preparar para a chegada do inverno e aumento de óbitos, alerta a OMS. Na semana passada, a Europa foi sacudida por uma onda de infecções que atingiu mais de 300 mil pessoas. O número supera os casos registrados durante o primeiro pico da pandemia. Novo epicentro do surto na Europa, Madri restringe circulação de 858 mil pessoas
Sob pressão de países europeus, das Nações Unidas e até de uma inédita coalizão formada por entidades do agronegócio e do sistema financeiro com organizações ambientais, governo é acuado politicamente enquanto crescem as queimadas pelo território. ONU pode abrir investigação inédita em períodos democráticos no país
Ex-ministro da Economia de Morales, Luis Arce aparece com 40,3% das intenções de voto, à frente de Carlos Mesa, que tem 26,2%. “Só Luis Arce nos dará a confiança para impedir o suicídio econômico ao qual o governo está nos conduzindo”, celebrou Evo Morales, que foi vítima de um golpe orquestrado pelo secretário-geral da OEA, Luis Almagro, em 2019. Consciente da subserviência de Almagro aos EUA, Morales pediu transparência no pleito de outubro: "quanto mais observadores honestos houver nas eleições, melhor para a democracia”, sugeriu Morales. "Temos plena confiança na ONU e na União Europeia. Não cairemos nas provocações de Almagro”, afirmou o líder progressista