Paulinho Tomé

Nascido em 17 de julho de 1992, no município de Arcoverde, José Paulo Tomé do Nascimento é bacharelando em Psicologia pela Universidade Católica de Pernambuco.

Empenha-se na defesa dos direitos do povo, principalmente do pequeno agricultor e dos jovens que buscam uma oportunidade de profissionalização.

Valdir Barranco

Valdir Mendes Barranco nasceu em Alvorada do Sul, no Paraná, em 11 de março de 1975, e mudou-se para Nova Bandeirantes, no Mato Grosso, aos oito anos de idade. Biólogo formado pela Unemat, com especialização em Gestão e Financiamento do Ensino Público pela UFMT, Valdir Barranco iniciou sua vida política em 2001 como secretário de educação de Nova Bandeirantes, onde foi prefeito de 2004 a 2008.

Em 2009 mudou-se para Cuiabá, onde assumiu a chefia da Divisão de Obtenção de Terras e foi Superintendente Substituto do INCRA/MT. Em seguida, tornou-se chefe da Divisão de Administração do INCRA-MT. De 2011 a 2014, exerceu a função de superintendente titular do INCRA/MT, tendo como bandeira a luta pelo direito a terra.

Em 2014, participando ao chamado do Partido dos Trabalhadores e dos movimentos sociais, principalmente do campo e da educação, Valdir Barranco concorreu ao cargo de deputado estadual sendo eleito com 19.270 votos.

 

Prof. Allan

É Professor de Educação Física, Mestre em Estudos de Cultura Contemporânea UFMT e Doutorando ECCO / UFMT. Em 2013, foi eleito o vereador mais atuante de Cuiabá.

Dedé Teixeira

Francisco José Teixeira, ou Dedé Teixeira, como é conhecido, nasceu em 3 de julho de 1962 em Icapuí, então distrito de Aracati, Ceará.

Filho de José Teixeira da Rocha e Maria Idélia Teixeira, estudou nos colégios Marista de Aracati, e Farias Brito, de Fortaleza, antes de cursar e concluir o Curso de Geologia na Universidade Federal do Ceará.

Em 1982, engajou-se no movimento de emancipação política de Icapuí, o que ocorreu em 1984. Formado pela Escola de Governantes do Ceará, Dedé Teixeira exerceu o cargo de Secretário de Comunicação e Turismo em 1987, na primeira gestão de José Airton na prefeitura de Icapuí.

Eleito prefeito do município em 1988, Dedé destacou-se como Secretário Executivo da então Amece, hoje Associação de Municípios e Prefeitos do Estado do Ceará (Aprece). Voltou ao cargo de prefeito em outras duas gestões (1997-2000 e 2001-2004)

Nas suas atuações à frente da prefeitura de Icapuí, Dedé Teixeira implantou uma nova cultura política no município. Respeitou e dignificou os valores existentes, colocando o indivíduo e a comunidade no centro das decisões. O exemplo mais forte desses novos tempos foi a implementação do Orçamento Participativo, onde na prática a gestão municipal pôde reverter clientelismos e privilégios, romper comportamentos políticos arraigados, envolvendo segmentos da população que sempre estiveram à margem das decisões político-administrativas.

André Quintão

Assistente Social e Sociólogo, André Quintão é deputado estadual no exercício do quinto mandato. Em 2015, assumiu a Secretaria de Estado do Trabalho e Desenvolvimento Social (SEDESE), retornado à Assembleia Legislativa em maio de 2016.  É membro das Comissões de Fiscalização Financeira e Orçamentária (FFO) e de Segurança Pública.

André Quintão nasceu em Belo Horizonte e tem 51 anos. Sua trajetória profissional e política é marcada pelo trabalho e militância por justiça social, atuando especialmente na construção e defesa das políticas públicas exercidas com participação popular, que garantem e ampliam direitos sociais.  É funcionário concursado da Prefeitura de Belo Horizonte, no cargo de analista de políticas públicas, do qual está licenciado. Foi também funcionário concursado da antiga Minas Caixa.

Formou-se em Ciências Sociais na UFMG e em Serviço Social na PUC Minas, onde dirigiu o Diretório Acadêmico (DA) e teve destacada atuação no Movimento Estudantil dos anos 80.

Foi chefe de Gabinete do então vereador de Belo Horizonte, Patrus Ananias (1989/1992). No Governo Patrus (1993/1996) em Belo Horizonte, chefiou também o Gabinete do Prefeito e assumiu a secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (1994/96), coordenando o processo de implantação da Lei Orgânica de Assistência Social (LOAS) na Capital.

Eleito vereador de Belo Horizonte, assumiu o mandato em 1997 e foi reeleito em 2000. Na Câmara Municipal, foi líder do Governo Célio de Castro,  líder do PT e membro dos Conselhos Municipais da Cidade, da Juventude e da Saúde. É autor de diversas leis municipais de Belo Horizonte que garantem direitos sociais, entre elas, a Lei das Parcerias, que estabelece as relações entre a Prefeitura e as organizações sociais (7427/1997); a Lei que criou o Programa de Assentamento de Famílias no município (7597/1998); a Lei do Restaurante Popular (7612/1998); a Lei que instituiu a Política Pública de Atenção à População de Rua ( 8029/2000).

Atuação na Asssembleia Legislativa

Em 2003, assumiu o primeiro mandato de deputado estadual. Na Assembleia Legislativa, implantou e foi o primeiro presidente da Comissão de Participação Popular (CPP), coordenou a Frente Parlamentar dos Direitos da Criança e do Adolescente, foi membro representante do Legislativo estadual no Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável (Conseas/MG) e no Fórum Lixo e Cidadania. Liderou o Bloco Parlamentar PT /PC do B (2005) e foi também membro das Comissões de Constituição e Justiça (CCJ), e do Trabalho, Previdência e Ação Social.

Na Comissão de Participação Popular (CPP), abriu à participação da sociedade o processo de discussão das leis orçamentárias, através das audiências públicas e da apresentação de emendas populares. Por meio dessas emendas, foram assegurados recursos orçamentários para políticas públicas destinadas a segmentos até então pouco ou não contemplados, como as comunidades indígenas e quilombolas, os catadores de materiais recicláveis, os empreendedores da Economia Popular Solidária, entre outas, além de ampliar programas e ações nas áreas da educação, assistência Social, segurança alimentar, saúde, direitos das crianças e adolescentes, cultura, e outras.

André é um dos idealizadores do Programa Parlamento Jovem, de formação política de estudantes do Ensino Médio das escolas públicas e particulares de Minas Gerais, desenvolvido em parceria pela Comissão de Participação Popular (CPP), a Escola do Legislativo e a PUC-Minas.

Tem atuação política em municípios de todas as regiões do estado, com destaque para Belo Horizonte e Região central, Norte e Vales dos Rios Doce, Jequitinhonha e Mucuri e Sudeste de Minas.

André é autor da lei que institui a Política Estadual da Juventude (18.136/2009) e das leis do Sistema Único de Assistência Social (SUAS – 19.444 e 19.578/2011) – a primeira legislação estadual do País a regulamentar o SUAS. São também de sua autoria a Lei do Acompanhamento Social nas Escolas (16.683/2007), a Lei que criou o Fundo Estadual de Cultura(15.975/ 06), a Lei que isenta de ICMS a aquisição de automóvel para a utilização para pessoa portadora de deficiência (15757/2005) , a Lei que criou o Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte (PPCAM), entre outras.

SEDESE

Em 2015, a convite do Governador Fernando Pimentel, assumiu a Secretária de Estado do Trabalho e Desenvolvimento Social de Minas Gerais (SEDESE), promovendo sua reestruturação, com vistas ao fortalecimento do Sistema Único da Assistência Social (SUAS) nos municípios e integração com as políticas do Trabalho na promoção da inclusão social e produtiva e no combate à pobreza. Foi, também, secretário-geral do Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável (CONSEAS/MG).

Como titular da SEDESE, foi eleito presidente do Fórum Nacional de Secretários Estaduais da Assistência Social (FONSEAS), que reúne 27 secretarias estaduais do País, cumprindo o mandato de um ano.

Emidio de Souza

Emidio de Souza é formado em Direito, mas iniciou sua vida profissional trabalhando em metalúrgicas de Osasco (cidade da Grande São Paulo) e municípios vizinhos, nas quais começou a militância no movimento sindical. Participou da criação do PT e da CUT. Foi duas vezes prefeito de Osasco, três vezes vereador e atuou como deputado estadual em duas oportunidades, sendo novamente eleito em 2018.

Cicero Magalhães

Nasceu em São Benedito do Rio Preto, município do Maranhão, mas foi em Teresina que Cícero Magalhães escolheu para morar em 1976. Foi lá, lutando por melhores condições de trabalho, que tornou-se conhecido e chegou a Câmara Municipal de Teresina. Como comerciário brigou contra longas jornadas, acúmulo de funções, baixos salários e tantas outras formas de desrespeito sofridas pelos trabalhadores. Foi presidente do Sindicato dos Comerciários.

Candidato a vereador em 1996, teve 1500 votos, ficando como terceiro suplente. Trabalhando em busca de melhorias para o povo, foi atuante a frente do Sindicato dos Comerciários e continuou sua trajetória rumo a uma carreira política. Em 2000, como candidato a vereador novamente, obteve 2400 votos, o que o deixou como primeiro suplente.

Em 2002, ele conseguiu cerca de 10 mil votos, sendo mais de 6 mil só em Teresina para deputado estadual. Por conta de 2000, quando galgou a primeira suplência, Magalhães assumiu em dezembro de 2002, como vereador na Câmara Municipal, tendo feito um mandato atuante, de combate as injustiças sociais e em busca de melhorias.Em 2004 foi o vereador do PT eleito com maior número de votos.

Em 2006 foi eleito deputado estadual com 18.744 votos. Nasceu em São Benedito do Rio Preto (MA) Veio para Teresina em 1976. Foi presidente do Sindicato dos Comerciários. É casado e tem três filhos. Foi vereador de Teresina de 2002 a 2006. Eleito deputado estadual em 2006 com 18.744 votos

Carlos Neder

Carlos Neder é médico formado pela USP e mestre em Saúde Pública pela Unicamp. Atualmente é deputado estadual, pela terceira vez, pelo Partido dos Trabalhadores. Atua em movimentos populares desde os anos 70. Foi secretário municipal de saúde durante a gestão de Luiza Erundina na Prefeitura de São Paulo (1990-1992).

Exerceu quatro mandatos como vereador na capital paulista. Na Assembleia Legislativa, Carlos Neder apresentou mais de 60 projetos, relacionados a diversas áreas. É autor de leis que instituem fóruns de saúde, como o Fórum Suprapartidário em Defesa do SUS e da Seguridade Social (criado pelo mandato mediante a Resolução n.º 845/05). Também é de sua autoria a lei que institui o Quesito Cor nos bancos de dados ligados ao governo estadual – uma antiga reivindicação do movimento social contra o racismo.

Na Câmara, apresentou inúmeros projetos que resultaram na aprovação de mais de 60 leis, entre elas as que instituíram programas relevantes implantados na cidade, tais como Banco do Povo (crédito para pequenos empreendedores), Educomunicação (rádio nas escolas), Prevenção de Violência nas Escolas, Conselhos Gestores do SUS, dos parques e dos CEUs (participação da comunidade nas ações públicas) e várias leis na área de saúde, como é o caso dos programas de saúde auditiva e de anemia falciforme.

Tanto na Assembleia quanto na Câmara, Neder sempre atuou como fiscalizador do Executivo. Com isso, investigou e denunciou esquemas de corrupção, como o escândalo nas licitações para compra de frango para a merenda escolar e a fraude das carteiras de habilitação do Detran-SP. Também é autor de requerimento para instalação de CPIs para apurar o fechamento do Hospital Sorocabana na Lapa e irregularidades nos contratos entre o Poder Público e a Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM), que administra várias unidades hospitalares, tanto estaduais quanto municipais.

Enio Tatto

Enio Tatto elegeu-se pela primeira vez deputado estadual em 2002, sendo reeleito em 2006, 2010 e 2014, quando obteve 108.135 votos.

Na Assembleia, dedica-se especialmente às áreas de educação, meio ambiente e de direitos da cidadania. Para a educação, entre outras conquistas, obteve a instalação de novas unidades de Fatecs e da Universidade Federal Paulista. Na área de meio ambiente, liderou a luta pela aprovação das Leis Específicas das Represas Guarapiranga e Billings e tornou lei suas propostas de incentivo à agricultura familiar. No campo da cidadania, destaca-se pela defesa da dignidade dos idosos, tendo apresentado projetos para a instalação de República para idosos de baixa renda em quase todo o Estado. Conquistou, ainda, vitórias que levaram à melhoria da saúde, dos transportes e do atendimento judiciário na Zona da Sul da Capital, região em que reside.

Foram aprovadas 31 leis de sua autoria. Firme na fiscalização do Executivo, assinou pedidos de CPI, tendo integrado a da CDHU. Também é de sua iniciativa a realização, pela Assembleia, de audiências públicas regionais para debater com a sociedade o Orçamento do Estado.  Nos seus mandatos conseguiu aprovar emendas orçamentárias para beneficiar um grande número de municípios paulistas com obras de infraestrutura e equipamentos públicos. Enio Tatto foi duas vezes líder da Bancada do PT, duas vezes líder da Minoria e titular das Comissões de Finanças, Orçamento e Planejamento, de Assuntos Desportivos e de Constituição, Justiça e Redação. Atualmente exerce o cargo de 1º secretário da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa.

Geraldo Cruz

Geraldo Cruz nasceu em 1954 em Olho d’Água, Piancó (PB). Concluiu o ensino fundamental já em São Paulo, onde chegou no início da década de 1970. Carpinteiro por vocação, aprimorou-se na função, qualificando-se marceneiro. Ingressou na vida pública a partir dos movimentos sociais populares, em especial pelas Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), em Embu das Artes.

Candidatou-se e elegeu-se vereador pela primeira vez em 1982. Reeleito em 1988, teve papel de destaque na elaboração da Lei Orgânica do Município. Em 1997, elegeu-se vereador pela terceira vez. Inconformado com a falta de ética na Câmara Municipal, denunciou o desvio de recursos na chamada “farra dos congressos”, que culminou, em 1999, com o afastamento de 18 dos 19 vereadores, permanecendo apenas ele.

Em 2000, elegeu-se prefeito de Embu. Reeleito em 2004, conquistou o 1º lugar nacional no Prêmio Sebrae Prefeito Empreendedor 2005-2006. Em 2010, foi eleito deputado estadual, pelo PT, com 131.206 votos. Entre os projetos de lei que pretende apresentar, está a implantação do Bilhete Único Metropolitano. Para Geraldo Cruz, há um distanciamento entre a Assembleia e a sociedade. Ele defende a popularização do trabalho da instituição.