“Obra” de Bolsonaro: Inadimplência entre mais pobres é a maior da história
Percentual de famílias com renda de até 10 salários mínimos que atrasaram contas em novembro atinge pico de série da CNC. Juros altos elevam as despesas financeiras
Percentual de famílias com renda de até 10 salários mínimos que atrasaram contas em novembro atinge pico de série da CNC. Juros altos elevam as despesas financeiras
Também na edição, o editor do site do PT, Fernando Brasil, destaca o endividamento das empresas, mais uma evidência da tragédia econômica da dupla Bolsonaro-Guedes
Indicador da Serasa Experian bate o recorde da série história, iniciada em 2016. Inadimplência das famílias e juros altos desencadeiam a má situação dos negócios
Famílias brasileiras estão mais pobres, mais endividadas e o País volta ao Mapa da Fome após quatro anos de desgoverno Bolsonaro. Agora, será preciso arrumar a casa
A mesma proporção já brigou em casa por causa das dívidas, e 66% tiveram o apetite afetado, aponta Instituto Locomotiva. Número de inadimplentes sobe pelo nono mês seguido, para 68,39 milhões, revela Serasa
Alta renda concentra 24% das carteiras inadimplentes, e baixa renda responde por 37%. “Programa Desenrola Brasil facilitará renegociações”, anuncia Paulo Paim
Diferença entre saques e depósitos chegou a R$ 11 bilhões em outubro, maior saldo negativo para o mês em 27 anos. Ano pode terminar com o maior rombo da história
Quatro em cada dez adultos brasileiros estão com o “nome sujo”, aponta pesquisa CNDL/SPC. “Cenário melhor, só em meados de 2023 e 2024”, comenta economista
Outros quatro milhões, ou 2% de brasileiros, vivem sem qualquer tipo de ganho, a maior parcela já registrada. Lula defende ação de bancos públicos na geração de renda
Número de endividados atinge quase 80% das famílias, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Quantidade de inadimplentes também e aumenta bate marca histórica
Com o programa Desenrola Brasil, governo criará fundo para o pagamento de dívidas da população, que vão desde as contas de luz e água até empréstimos bancários
Carestia, queda da capacidade de consumo e juros altos fazem comércio cair pelo terceiro mês consecutivo, aponta IBGE. Setor estacionou no mesmo nível do período pré-pandemia