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Desemprego acima de tudo, Bolsonaro arrebenta com todos. O país sofre na mão do Planalto

Presidente mantém uma política de destruição do mundo do trabalho, na contramão de outras nações do planeta. O descalabro do seu governo acumula perdas de postos de emprego acima da média de outras nações que sofreram com o Covid-19. Paulo Guedes conseguiu a proeza de produzir em dois anos mais de 15 milhões de desempregados, mostrando compromisso apenas com os ricos. Enquanto isso, a desigualdade avança e o Brasil ganha posições entre as nações mais desiguais do mundo, perdendo apenas para Botswana

Desemprego acima de tudo, Bolsonaro arrebenta com todos. O país sofre na mão do Planalto

Ao anunciar taxação de ricos, Espanha dá adeus ao fracasso neoliberal

Segundo o primeiro-ministro Pedro Sánchez, o novo orçamento permitirá um investimento público recorde de 239,76 bilhões de euros em áreas como educação, infraestrutura, comércio, cultura e indústria. Medidas são defendidas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). “Hoje inauguramos uma nova etapa que deixa para trás o caminho neoliberal”, disse, na terça-feira (27),  o vice-presidente Pablo Iglesias, do Podemos. No Brasil, Guedes insiste na cartilha da austeridade que impõe o Teto de Gastos, desenhado para massacrar trabalhador, dar lucro aos bancos e afundar a economia

Ao anunciar taxação de ricos, Espanha dá adeus ao fracasso neoliberal

Economia derrete e Guedes continua a vender ilusões. Retomada está longe de acontecer

Itaú aponta que apenas 4 de 14 setores da economia nacional reagem, apesar da crise sanitária do Covid-19 e da política de arrocho fiscal a qualquer preço do Palácio do Planalto. Indústria automotiva, transportes, turismo, lazer e eventos estão afundados em problemas. E o pior da crise deve chegar em janeiro, quando acaba auxílio emergencial e perda de renda será dramática para 65 milhões de pessoas

Economia derrete e Guedes continua a vender ilusões. Retomada está longe de acontecer

Inoperância no combate à pandemia compromete retomada da economia

“A resposta desdenhosa do presidente Bolsonaro à doença vai custar caro ao Brasil, tanto em termos de vidas como de renda. Com uma liderança apropriada, o Brasil claramente teria a capacidade de salvaguardar a saúde das pessoas, mas agora é uma área de alta incidência na América Latina. Isso não protege a economia – pelo contrário”, alerta o ex-economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), Maurice Obstfeld

Inoperância no combate à pandemia compromete retomada da economia
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