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OMS

  • Caos social e desgoverno de Bolsonaro no enfrentamento à pandemia mantém o país no 2º lugar no número de mortes, atrás apenas dos EUA. E o agravamento da crise econômica ameaça populações vulneráveis. Um estudo inédito, conduzido por pesquisadores de universidades brasileiras e publicado na revista científica ‘The Lancet Global Health’, aponta prevalência do vírus entre indígenas e mais pobres. Brasil agora registra 4,7 milhões de casos e 142,2 mil mortes por Covid-19, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa. “Não importa a situação de um país no surto, nunca é tarde para mudar as coisas”, pede diretor-geral da OMS
  • Foram quase dois milhões de infecções entre 14 e 20 de setembro, o maior registro semanal desde o início do surto, alerta a Organização Mundial da Saúde (OMS). Exceto pela África, todas as regiões registraram alta no ritmo de contaminações, que já somam 31,9 milhões de casos. Com Europa mergulhada em uma segunda onda, Reino Unido estuda novo ‘lockdown’ após explosão de casos. Longe de quadro de controle no Brasil, sete estados apresentam alta no índice de mortes, o maior aumento em um mês. Nesta quarta-feira (23), país contabiliza 138.410 mortes por coronavírus e 4,6 milhões de contaminações
  • Enquanto o mundo passa de 30 milhões de casos e caminha para registrar 1 milhão de mortes, Alemanha, Espanha, França, Reino Unido, Holanda e outros países precisam se preparar para a chegada do inverno e aumento de óbitos, alerta a OMS. Na semana passada, a Europa foi sacudida por uma onda de infecções que atingiu mais de 300 mil pessoas. O número supera os casos registrados durante o primeiro pico da pandemia. Novo epicentro do surto na Europa, Madri restringe circulação de 858 mil pessoas
  • Diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Ghebreyesus prevê fim da pandemia em até dois anos. “Acima de tudo, se conseguirmos unir esforços, usar ao máximo os recursos disponíveis e torcer para que possamos ter ferramentas complementares como as vacinas, acho que podemos acabar [a pandemia] em um período de tempo mais curto do que a gripe de 1918”, disse
  • Em reunião com diretor da Organização Mundial de Saúde e representantes de países, ministro interino envergonha nação e ignora mais de 104 mil mortos pela doença, citando apenas “recuperados”. Nesta quinta-feira (13), dia em que o país completa três meses sem ministro da Saúde, país registra 104.528 mortos e 3.180.758 casos de Covid-19, segundo atualização do consórcio de veículos de imprensa
  • Presidente volta a dar demonstrações de ignorância e desprezo pela vida humana, minimizando mais uma vez a letalidade da doença. “Tem medo do quê? Enfrenta. Lamento. Lamento as mortes, tá certo. Morre gente todo dia de uma série de causas e é a vida”, disse. OMS volta a alertar sobre a gravidade da crise no país: “A situação no Brasil continua sendo de grande preocupação, com muitos estados relatando muitos casos”, advertiu o diretor da OMS, Mike Ryan. Ele chama a atenção para média de mais de 60 mil novas infecções diárias. Brasil registra 2.736.298 casos de Covid-19 e mais de 94.226 mortes, segundo atualização do consórcio formado por veículos de imprensa
  • Desperdício de dinheiro e ilegalidades na fabricação do medicamento pelo Exército precisam ser investigados pelo parlamento, alegam os autores do requerimento de instalação da comissão. ‘Socialista Morena’ denuncia que Fiocruz abriu edital para compra de 3 toneladas do remédio, que não tem eficácia comprovada no tratamento do Covid-19
  • País registrou 1.341 óbitos em 24 horas e mais de 43,2 mil novos casos de coronavírus, somando um total de 1,9 milhão de infectados e quase 75 mil mortos, de acordo com o consórcio de veículos de imprensa. Média móvel de 1.056 mortes diárias indica que esta foi a semana mais letal desde o início da pandemia. Brasil e EUA somam 5,5 milhões de contágios e juntos mantém 40% dos casos registrados no planeta
  • Ao lado dos EUA, que bateram recorde pela quinta vez com mais de 52 mil novos casos em um dia, país vive descontrole da epidemia. Nas últimas 24 horas, o Brasil registrou mais 48.105 mil novas infecções e 1.252 óbitos. Em números totais, já são 1.508.991 doentes e 62.304 mortes. Omissão de Trump e Bolsonaro abreviou a vida de 193,2 mil pessoas nos dois países